Coreia do Sul muda o foco da política populacional: da meta de natalidade para a qualidade de vida

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South Korea Shifts Population Policy From Birthrate Targets to Quality of Life

Nova estratégia populacional vai além dos nascimentos

A Coreia do Sul apresentou uma estratégia populacional nacional que medirá o progresso pela satisfação com a vida e pela participação na força de trabalho, em vez de uma meta de natalidade em destaque. O plano estabelece para 2030 o aumento da satisfação com a vida de 6,6 para 7,0 pontos e da participação na força de trabalho de 71,8% para 74%, além de ampliar a política demográfica para áreas como moradia, imigração, declínio regional e tecnologia.

Conteúdo
  1. Nova estratégia populacional vai além dos nascimentos
  2. O que as metas para 2030 mediriam
  3. Apoio à moradia reduziria as penalidades associadas ao casamento
  4. Subsídios por nascimento e apoio a trabalhadores fora dos empregos tradicionais
  5. Por que incentivos financeiros são apenas parte da resposta
  6. Idosos receberiam mais moradia e proteção
  7. K-Care conectaria serviços ao longo das diferentes fases da vida
  8. Tecnologia e imigração entram no plano populacional
  9. Diversidade familiar e prioridades regionais recebem atenção explícita
  10. Debate público e coordenação orçamentária vêm a seguir
  11. Principais pontos

Anunciado em 14 de outubro de 2026, o primeiro Plano Básico da Estratégia Nacional para a População substitui o planejamento quinquenal para enfrentar a baixa natalidade e o envelhecimento da sociedade, estabelecido em 2006. O plano contém 117 medidas básicas de políticas públicas acordadas em consultas entre ministérios e sete desafios mais amplos que ainda exigem debate público e definições mais detalhadas para sua implementação.

Essa distinção é importante. Medidas de moradia e apoio às famílias aparecem ao lado de propostas para formar até 100 mil jovens profissionais de cuidados e construir um sistema integrado de assistência, mas nem todas estão no mesmo estágio. O plano anunciado ainda depende de consulta pública final, revisões e deliberação e aprovação em reuniões de vice-ministros e do Gabinete.

O Comitê de Estratégia Populacional descreve três abordagens: desacelerar as rápidas mudanças demográficas, adaptar as instituições a uma população menor e mais envelhecida e usar a inovação tecnológica para apoiar a produtividade e o crescimento. As quatro áreas de políticas abrangem jovens, idosos, capacidades tecnológicas e uma sociedade inclusiva.

O apoio ao parto continua substancial, incluindo subsídios propostos de até 20 milhões de won em algumas regiões. A mudança é que ter mais filhos deixaria de ser o único princípio organizador. O desempenho do governo também seria avaliado pela possibilidade de as pessoas trabalharem, conseguirem moradia, receberem cuidados e viverem com segurança à medida que a população muda.

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O que as metas para 2030 mediriam

Os novos indicadores direcionam a estratégia para resultados vivenciados diretamente por famílias e trabalhadores. A participação na força de trabalho mede a parcela da população relevante que está trabalhando ou procurando trabalho ativamente. Ela difere da taxa de emprego, que contabiliza quem está efetivamente empregado.

A meta de participação representa um aumento de 2,2 pontos percentuais, de 71,8% em 2025 para 74% em 2030. A satisfação com a vida subiria 0,4 ponto no mesmo período. Nenhuma das duas medidas substitui a contagem de nascimentos, mas, juntas, ampliam a avaliação sobre o funcionamento da política demográfica.

Outras metas tratam de emprego, pobreza e da possibilidade de conciliar trabalho e responsabilidades familiares:

  • O emprego entre jovens subiria de 45% em 2025 para 50% até 2030.
  • A interrupção da carreira entre mulheres de 30 a 44 anos cairia de 20% para 10%.
  • A pobreza entre idosos diminuiria de 35,9% em 2024 para 30%.
  • O uso de modalidades flexíveis de trabalho aumentaria de 16,3% para 25%.
  • O emprego entre idosos subiria de 70,5% para 72%.

Reduzir pela metade a taxa medida de interrupção da carreira entre mulheres é uma das maiores mudanças proporcionais pretendidas. Isso conecta a política familiar ao objetivo da estratégia para a força de trabalho: manter as pessoas empregadas, em vez de tratar o parto e a participação econômica como questões separadas.

Kim Jin-oh, vice-presidente do Comitê de Estratégia Populacional, disse que o governo evitaria estabelecer uma meta para a taxa de fecundidade total, embora aumentar a fecundidade continuasse sendo uma tarefa importante da política pública. Em uma coletiva de imprensa em 12 de outubro, ele descreveu os próximos cinco anos como um período decisivo para a transição demográfica do país.

Apoio à moradia reduziria as penalidades associadas ao casamento

O plano inclui 571 mil unidades habitacionais públicas para jovens, recém-casados e famílias com filhos, em locais preferenciais como áreas próximas a estações ferroviárias. Também propõe um novo financiamento imobiliário preferencial para jovens que compram seu primeiro imóvel.

Segundo a proposta do Empréstimo Bogeumjari Futuro para Jovens, compradores de até 39 anos que adquirirem uma casa que não seja apartamento por até 400 milhões de won poderiam receber um desconto de até 2,1 pontos percentuais na taxa de juros. Trata-se de um desconto sobre a taxa aplicável, não de uma promessa de que a taxa do financiamento imobiliário seria de 2,1%.

Os critérios de elegibilidade para recém-casados obterem empréstimos subsidiados seriam flexibilizados, considerando a renda de apenas um dos cônjuges. As medidas abrangem programas como os empréstimos Beotimmok, Didimdol e Bogeumjari. Inquilinos jovens e solteiros de moradias públicas também poderiam renovar o contrato caso o casamento os levasse a ultrapassar os limites habituais de renda ou patrimônio.

Essas medidas visam a um problema específico: juntar duas famílias pode tornar um casal inelegível para receber assistência, mesmo quando suas necessidades habitacionais aumentam. O plano também prevê ampliar as oportunidades de candidatura à moradia pública para famílias com vários filhos e oferecer taxas de empréstimo preferenciais a famílias com três ou mais filhos.

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Subsídios por nascimento e apoio a trabalhadores fora dos empregos tradicionais

Os subsídios por nascimento propostos variam conforme a ordem de nascimento e a categoria do governo local. Os valores vão de 10 milhões a 15 milhões de won para o primeiro filho, de 12 milhões a 17 milhões para o segundo e de 15 milhões a 20 milhões para o terceiro filho ou os seguintes. Portanto, os valores mais altos não seriam aplicados de forma universal.

O plano ampliaria o abono infantil mensal para 200 mil won, com assistência adicional que levaria em conta as condições regionais. Também prevê apoio mensal de 300 mil won para crianças de zero a um ano cuidadas em casa. Os critérios detalhados de elegibilidade e a forma como os pagamentos interagem com outros benefícios serão importantes para determinar quanto cada família receberá.

Artistas, freelancers, trabalhadores em categorias especiais de emprego e autônomos seriam elegíveis a um pagamento proposto de 500 mil won por mês durante três meses. Isso totalizaria 1,5 milhão de won ao longo do período de apoio e ampliaria a assistência ao nascimento e à criação dos filhos para além dos empregados em ocupações convencionais.

As medidas em dinheiro vêm acompanhadas de propostas de serviços de cuidado infantil compatíveis com diferentes formas de trabalho e horários dos pais. Essa conexão é central para a estratégia: um subsídio pode compensar despesas, enquanto serviços de cuidado confiáveis e emprego flexível ajudam a determinar se os pais conseguem continuar ganhando a vida.

Por que incentivos financeiros são apenas parte da resposta

A nova abordagem surge após anos de preocupação com a taxa de fecundidade excepcionalmente baixa. A Statistics Korea registrou uma taxa de fecundidade total de 0,78 em 2022 e 0,72 em 2023. Uma projeção citada em setembro de 2024 estimava a taxa daquele ano em 0,68, mas se tratava de uma previsão, não de um resultado final observado.

Pesquisas sobre incentivos anteriores ajudam a explicar por que a estratégia vai além dos pagamentos. Hugo Jales, professor associado de economia da Universidade Syracuse, e um coautor concluíram que mais de 74% dos pagamentos de um programa local de bônus por nascimento foram destinados a nascimentos que provavelmente ocorreriam mesmo sem o incentivo.

Essa constatação não significa que os pagamentos não tenham tido valor para as famílias. Ela distingue o apoio financeiro aos pais dos gastos destinados a induzir nascimentos adicionais. Também não permite determinar o efeito dos subsídios recém-propostos, cujos valores e políticas complementares são diferentes.

Jennifer Sciubba, presidente e diretora-executiva do Population Reference Bureau, apontou os custos da educação como outro obstáculo às decisões familiares:

a educação é proibitivamente cara, o que desestimula ter famílias numerosas.

Um estudo de 2022 publicado na Review of Economics of the Household concluiu que a licença remunerada para cuidados infantis destinada a mulheres trabalhadoras aumentou as concepções e reduziu o uso de contraceptivos. Em conjunto, essas constatações reforçam a importância de analisar a assistência financeira em paralelo às condições de trabalho, às licenças e aos serviços contínuos de cuidado, em vez de presumir que um subsídio maior, por si só, reverterá as tendências de fecundidade.

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Idosos receberiam mais moradia e proteção

A estratégia pretende oferecer 25 mil unidades habitacionais adequadas a idosos ao longo de cinco anos, incluindo moradias assistidas e acomodações Silver Stay. Também busca ajudar os idosos a permanecerem ativos econômica e socialmente nas comunidades onde já vivem.

O apoio à curatela pública para pessoas com demência aumentaria de 300 beneficiários no ano do anúncio para 1.900 até 2030. Isso representa mais 1.600 pessoas e uma cobertura mais de seis vezes maior que a inicial. A curatela oferece assistência em decisões e assuntos jurídicos ou financeiros quando a pessoa não consegue administrá-los adequadamente por conta própria.

Outras medidas incluem proteções contra transações financeiras suspeitas, mais empregos compatíveis com trabalhadores idosos e a flexibilização das reduções nos pagamentos de pensões por idade associadas à renda de atividades empresariais. O apoio a empregadores fora da região da capital que mantêm sistemas de continuidade do emprego aumentaria em 100 mil won por mês.

As metas de emprego e pobreza devem ser consideradas em conjunto. Aumentar o número de idosos trabalhando é um objetivo, enquanto reduzir a pobreza entre idosos de 35,9% para 30% é outro. A qualidade dos empregos, o apoio à renda e o acesso a cuidados continuarão sendo importantes mesmo que o emprego aumente.

K-Care conectaria serviços ao longo das diferentes fases da vida

Entre os sete desafios que ainda exigem discussão está o Sistema de Promoção K-Care. Ele conectaria serviços atualmente divididos por faixa etária, ministério ou região, abrangendo desde os cuidados na primeira infância e no ensino fundamental até o apoio no fim da vida.

Para as crianças, a proposta reforçaria a coordenação entre creches, escolas e outras instituições para identificar necessidades de cuidado e responder aos horários dos pais. Informações hoje dispersas entre o Government24, o portal de cuidados infantis 아이사랑 e outros serviços seriam conectadas para facilitar o acesso das famílias à assistência pertinente.

Para os idosos, o plano propõe ampliar os cuidados integrados na comunidade, a reabilitação domiciliar e a enfermagem integrada em casa. Cuidados integrados significam organizar o apoio médico, de enfermagem e para a vida diária em torno da pessoa, em vez de exigir acordos separados com prestadores que não se comunicam. O comitê também considera ampliar a elegibilidade para incluir pessoas com doenças mentais até 2030.

Uma proposta relacionada prevê formar até 100 mil jovens profissionais de cuidados em turmas sucessivas, com remuneração, emprego estável e apoio à moradia. Os empregos se concentrariam especialmente em áreas que estão perdendo população, onde há escassez de profissionais de cuidados. As funções previstas incluem ajudar as pessoas a usar robôs de assistência e dispositivos auxiliares, conectando as necessidades locais de serviços às competências tecnológicas.

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Tecnologia e imigração entram no plano populacional

As medidas tecnológicas vão além do uso de robôs nos cuidados. A estratégia inclui educação em inteligência artificial adequada a diferentes fases da vida e a expansão dos Centros de Aprendizagem Digital de IA. O número de escolas que oferecem ensino de IA subiria de mil em 2026 para 2 mil em 2028, enquanto 10 mil professores de IA seriam formados até 2029.

Para comunidades envelhecidas, as tecnologias propostas incluem robôs de assistência, sensores de detecção de quedas e camas inteligentes. Esses são exemplos de tecnologias voltadas a idosos: produtos e serviços destinados a apoiar a segurança e a autonomia deles. As propostas de formação reconhecem que a introdução de equipamentos também exige pessoas capazes de operá-los e ajudar os moradores a usá-los.

A imigração é outra área em discussão. O plano propõe atrair 2 mil pessoas com mestrado ou doutorado em ciência, tecnologia, engenharia e matemática até 2030, além de 350 especialistas internacionais de destaque na indústria, ciência e tecnologia. As duas metas não devem ser somadas sem saber se as categorias se sobrepõem.

Uma proposta de pacote de estabelecimento no país conectaria o tratamento tributário, a moradia, a educação dos filhos e o apoio ao emprego dos familiares. Também seriam ampliados os processos acelerados para obtenção de residência, residência permanente e cidadania por profissionais qualificados elegíveis. O registro de nascimento, as oportunidades de educação e a possível assistência para cuidados infantis de crianças com histórico migratório também fazem parte da agenda.

Essas medidas tratam tanto do recrutamento quanto do estabelecimento no país. Atrair pessoas qualificadas para a Coreia do Sul é uma tarefa; tornar viável sua permanência, junto com suas famílias, é outra. As regras detalhadas e os mecanismos de implementação dessas propostas ainda em discussão não foram definidos.

Diversidade familiar e prioridades regionais recebem atenção explícita

O plano prevê eliminar dos formulários de registro de nascimento a distinção entre crianças nascidas dentro e fora do casamento e aprimorar os procedimentos de registro para pais solteiros. São mudanças administrativas com impacto direto no reconhecimento das famílias e no acesso a serviços.

Uma plataforma do Government24 reuniria informações sobre políticas públicas destinadas a famílias unipessoais. Juntamente com as medidas para pais solteiros e crianças com histórico migratório, isso representa um escopo mais amplo do que o apoio concebido principalmente para casais casados que criam filhos.

O declínio populacional regional também receberia atenção mais explícita nas decisões de gastos. Os funcionários públicos seriam obrigados a considerar as prioridades regionais ao orçar programas populacionais. Subsídios mais altos por nascimento em áreas designadas, apoio à continuidade do emprego fora da região da capital e empregos de assistência em comunidades em declínio dão forma concreta a esse princípio.

A estratégia, portanto, conecta várias pressões nos mesmos lugares: menos moradores, uma necessidade crescente de cuidados e dificuldade para recrutar trabalhadores. A chegada conjunta dessas medidas às comunidades dependerá da coordenação entre ministérios e governos locais.

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Debate público e coordenação orçamentária vêm a seguir

A base legal é a revisão abrangente da Lei-Quadro sobre Baixa Natalidade e Envelhecimento da Sociedade, transformada na Lei-Quadro sobre Estratégia Populacional, que entrou em vigor em 10 de setembro. Com a mudança, o Comitê de Estratégia Populacional foi ampliado e reorganizado em relação ao órgão que o antecedeu.

A cerimônia de apresentação da visão do presidente Lee Jae-myung estava marcada para 14 de outubro, às 14h, na residência de hóspedes da Casa Azul. Eram esperados cerca de 120 funcionários públicos, integrantes do comitê e representantes dos setores empresarial, religioso, acadêmico e da sociedade. Um grupo de participação com 100 integrantes, selecionados para refletir diferentes idades, gêneros e regiões, começaria seus trabalhos no evento.

A sequência e as próximas etapas são:

  • 10 de setembro: entrou em vigor a lei revisada sobre estratégia populacional.
  • 12 de outubro: o vice-presidente Kim Jin-oh apresentou a abordagem em uma reunião preliminar com a imprensa.
  • 13 de outubro: o gabinete presidencial anunciou os preparativos para a cerimônia de apresentação da visão.
  • 14 de outubro de 2026: o comitê anunciou a primeira estratégia nacional, com debates públicos previstos para o lançamento.
  • Janeiro seguinte ao anúncio: está previsto o início de consultas antecipadas sobre os orçamentos dos ministérios relacionados à população.
  • 2030: prazo para o cumprimento das principais metas de resultado do plano.

A cerimônia seria transmitida ao vivo pela KTV, com participação do público por meio de comentários. Os debates abordariam juventude, parto, cuidados infantis e regiões, além de idosos, tecnologia para cuidados e migrantes.

Antes da finalização dos orçamentos ministeriais, o comitê coordenaria as diretrizes e prioridades de investimento e apresentaria suas opiniões ao Ministério do Planejamento e Orçamento. Ministérios e governos locais designariam responsáveis pelas políticas populacionais. Previsões regulares examinariam os efeitos demográficos sobre setores e indústrias, enquanto avaliações especializadas se concentrariam no envelhecimento, nas populações regionais e na imigração.

Não foi informada uma data exata para a aprovação final do Gabinete. O próximo teste será saber se as consultas transformarão os sete desafios mais amplos em programas viáveis e se as decisões orçamentárias apoiarão as medidas acordadas. O anúncio estabelece diretrizes e metas numéricas, mas não torna imediatamente disponível cada benefício proposto.

Principais pontos

  • O primeiro Plano Básico da Estratégia Nacional para a População da Coreia do Sul amplia as políticas para além da fecundidade e do bem-estar dos idosos.
  • As principais metas para 2030 são atingir 7,0 pontos de satisfação com a vida e 74% de participação na força de trabalho.
  • O plano inclui 117 medidas básicas acordadas e sete desafios que ainda exigem discussão.
  • O apoio proposto inclui 571 mil unidades habitacionais públicas, subsídios por nascimento de até 20 milhões de won e assistência a trabalhadores fora do emprego tradicional.
  • Os idosos receberiam mais apoio à curatela, moradia, emprego e serviços integrados de cuidados.
  • Formação em tecnologia, recrutamento de profissionais internacionais e prioridades orçamentárias regionais fazem parte da estratégia.
  • Ainda são necessárias a consulta pública final, revisões e deliberação e aprovação do governo.
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