Mínima histórica da moeda coincide com alta generalizada dos preços
O peso filipino fechou a PHP 62,90 por dólar em 8 de outubro de 2026, estabelecendo um recorde, enquanto a inflação de setembro chegou a 7,2% e os domicílios mais pobres enfrentaram uma alta ainda maior, de 9%, nos preços. Com a inflação do arroz em 20,3% e a do transporte em 14,6%, a pressão vai além do mercado cambial e afeta os orçamentos para alimentação, os custos de deslocamento e as despesas das empresas.
Conteúdo
- Mínima histórica da moeda coincide com alta generalizada dos preços
- O que mostram os números do câmbio
- Alimentos respondem por grande parte da pressão inflacionária
- Preços sobem além dos alimentos e dos combustíveis
- Famílias mais pobres e regiões fora de Manila enfrentam inflação maior
- Petróleo e força do dólar agravam a pressão
- Decisão de juros de outubro tem custo para o crescimento
- Reservas recuam e ações também perdem valor
- Redução de impostos sobre combustíveis e apoio às empresas entram no debate
- O que os próximos dados e reuniões vão colocar à prova
- Principais pontos
O relatório de inflação de setembro da Autoridade de Estatísticas das Filipinas aponta que a taxa nacional subiu de 6,1% em agosto e de 1,7% em setembro de 2025. A inflação média de janeiro a setembro de 2026 foi de 5,4%. A leitura mensal mais recente igualou a taxa de abril e foi a mais acelerada desde março de 2023, quando a inflação chegou a 7,6%.
O economista Emmanuel Leyco, em entrevista a uma rádio em 9 de outubro, alertou que a alta dos preços estava corroendo o poder de compra e tornando menos atraentes os investimentos em pesos. Ele instou o governo a considerar uma redução mais ampla dos impostos sobre combustíveis e isenções fiscais temporárias para pequenas empresas, argumentando que a resposta não pode depender apenas do Bangko Sentral ng Pilipinas.
A taxa básica de juros do banco central está em 5%, após três aumentos neste ano. A próxima reunião de política monetária está marcada para 22 de outubro, e vários bancos esperam uma nova alta de 0,25 ponto percentual. O desafio é que custos mais altos de empréstimos podem conter a inflação e dar sustentação à moeda, mas também enfraquecer ainda mais o consumo e os investimentos, que já estão lentos.
O que mostram os números do câmbio
O fechamento de 8 de outubro superou em quatro centavos o recorde anterior, de PHP 62,86 por dólar, registrado em 14 de setembro. O peso se desvalorizou 15 centavos durante o pregão de 8 de outubro, enquanto o volume negociado subiu para US$ 1,4 bilhão, ante US$ 1,2 bilhão na sessão anterior.
Um relato do mercado de 6 de outubro contém uma inconsistência que impede uma leitura confiável da variação cambial naquele dia. O texto descreve uma desvalorização de 15 centavos, mas informa uma cotação de fechamento de PHP 61,771, ante PHP 62,621 no dia anterior. Esses números indicariam uma valorização de 85 centavos, pois seriam necessários menos pesos para comprar um dólar. O mesmo relato informa uma mínima intradiária de PHP 62,84.
A cronologia mais ampla situa o recorde mais recente em um período prolongado de desvalorização da moeda:
- 30 de outubro de 2025: O peso chegou a PHP 59,20 por dólar e fechou a PHP 59,13.
- 14 de setembro de 2026: A moeda registrou fechamento mínimo de PHP 62,86, descrito como sua 25ª mínima recorde naquele ano.
- 8 de outubro de 2026: O peso fechou em um novo recorde, a PHP 62,90.
- 9 de outubro de 2026: Leyco pediu medidas para proteger consumidores e pequenas empresas.
Desde o recorde de outubro de 2025, o custo em pesos para comprar um dólar subiu de PHP 59,13 para PHP 62,90, uma alta de cerca de 6,4%. Essa comparação mede a variação cambial, não o aumento do preço no varejo de cada produto importado.
Alimentos respondem por grande parte da pressão inflacionária
A Autoridade de Estatísticas das Filipinas identifica alimentos e bebidas não alcoólicas, habitação e serviços públicos, e transporte como os principais fatores por trás da inflação de setembro. Essas categorias responderam, respectivamente, por 35,8%, 24,0% e 18,3% da taxa nacional de 7,2%. Juntas, representaram 78,1% da inflação geral.
A inflação de alimentos e bebidas não alcoólicas chegou a 6,7%, ante 4,6% em agosto. Os alimentos, isoladamente, tiveram alta de 6,8%. Os preços do arroz subiram 20,3% em relação ao ano anterior, ante 19,4% em agosto, enquanto os preços de verduras, tubérculos, bananas-da-terra, bananas de cozinhar e leguminosas passaram de uma queda anual de 3,4% para uma alta de 10,7%.
A inflação de peixes e frutos do mar subiu para 7,4%, e a de frutas e castanhas chegou a 8,7%. Os preços de carnes e de leite, laticínios e ovos ainda caíram em relação ao ano anterior, embora as quedas tenham sido menores. A inflação do milho desacelerou de 18,2% para 17,3%, mostrando que os preços não aceleraram de maneira uniforme em todos os alimentos.
Também é necessário distinguir a contribuição de uma categoria para a taxa de inflação de sua contribuição para a alta desde agosto. Alimentos e bebidas não alcoólicas responderam por 35,8% da inflação total de setembro, mas um cálculo separado atribuiu a essa categoria 73,4% da aceleração mensal.
A decomposição do ING é diferente: atribui cerca de 75% da aceleração de 1,1 ponto percentual aos alimentos, excluindo o arroz, e aproximadamente 10% cada ao arroz e ao transporte. Essas decomposições não devem ser tratadas como equivalentes, pois atribuem a alta a categorias diferentes. Ambas apontam os alimentos como o principal fator da aceleração inflacionária de setembro.
Preços sobem além dos alimentos e dos combustíveis
A alta da inflação em setembro se espalhou por 11 dos 13 grupos de produtos acompanhados pela Autoridade de Estatísticas das Filipinas. Informação e comunicação foi o único grupo com inflação mais baixa, de 0,9%, enquanto os serviços financeiros permaneceram estáveis, em zero.
A inflação da saúde subiu de 5,0% para 5,6%; a de móveis e manutenção doméstica, de 4,1% para 4,7%; e a de recreação, esporte e cultura, de 5,1% para 5,3%. Os serviços de restaurantes e hospedagem chegaram a 7,0%. Essa amplitude importa porque sugere que a pressão está atingindo bens e serviços para além dos choques iniciais nos preços de alimentos e energia.
A inflação subjacente, que exclui determinados itens de alimentos e energia para ajudar a acompanhar as tendências de preços, subiu de 4,1% para 4,7%. Foi a leitura mais alta desde outubro de 2023. A inflação subjacente não determina a causa de cada aumento de preço, mas sua aceleração reforça a preocupação de que custos operacionais mais altos estejam se espalhando pela economia.
Leonardo A. Lanzona Jr., economista da Universidade Ateneo de Manila, descreveu como um choque externo pode se transformar em pressão persistente sobre os preços internos:
"Choques importados iniciam o incêndio, enquanto a transmissão para os preços internos o mantém aceso", afirmou.
Marco C. Agonia, economista da Universidade da Ásia e do Pacífico, também identificou efeitos secundários emergentes. Eles ocorrem quando uma alta inicial nos custos de combustíveis ou alimentos é seguida por novos reajustes em outras áreas, inclusive por empresas que cobram mais para cobrir despesas com transporte, materiais ou salários. John Paolo R. Rivera, pesquisador sênior do Instituto Filipino de Estudos do Desenvolvimento, alertou que a inflação se torna mais difícil de reduzir rapidamente quando a pressão se estende para além dos preços voláteis de alimentos e energia.
Famílias mais pobres e regiões fora de Manila enfrentam inflação maior
A inflação para os 30% de domicílios de menor renda subiu para 9% em setembro, ante 8,2% em agosto. O índice ficou 1,8 ponto percentual acima da inflação geral nacional. A inflação média de janeiro a setembro para esse grupo chegou a 6,5%, ante uma queda de 0,4% nos preços no mesmo período de 2025.
A diferença reflete os preços e os padrões de gastos considerados nos índices separados por domicílio. Isso significa que a taxa nacional de 7,2% subestima o aumento de preços medido para as famílias mais pobres. Agonia alertou que famílias logo acima da linha da pobreza têm pouca margem para absorver aumentos persistentes.
A localização geográfica acrescenta outra desigualdade. A inflação na Região da Capital Nacional chegou a 5,4%, enquanto as áreas fora dela registraram 7,6%, uma diferença de 2,2 pontos percentuais. Fora da região da capital, a inflação de alimentos e bebidas não alcoólicas foi de 7,0%, e a do transporte, de 15,2%, ante 4,9% e 11,5%, respectivamente, na capital.
Dezesseis das 18 regiões do país registraram inflação mais acelerada. A Região Autônoma de Bangsamoro, em Mindanao Muçulmana, teve a taxa mais alta, de 9,7%, enquanto MIMAROPA registrou a mais baixa, de 5,9%. Lanzona defendeu transferências de renda direcionadas, medidas para garantir o abastecimento de arroz e subsídios para tarifas, em vez de uma assistência generalizada.
Petróleo e força do dólar agravam a pressão
A desvalorização do peso eleva o custo, em moeda local, das importações cotadas em dólares, incluindo petróleo e parte do abastecimento de arroz. A alta dos preços globais pode agravar esse efeito: os importadores podem enfrentar tanto um produto mais caro quanto um dólar mais caro para pagá-lo.
Ruben Carlo Asuncion, economista-chefe do UnionBank of the Philippines, apontou a persistente força do dólar, os elevados rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e o petróleo acima de US$ 100 por barril como fatores de pressão sobre a moeda. Michael Ricafort, economista-chefe do RCBC, citou os rendimentos dos títulos do Tesouro, que chegaram a 5,29% e podem tornar os ativos em dólar mais atraentes para os investidores.
A comparação de preços de combustíveis do ING apontou uma inflação de 63% na gasolina filipina, ante 35% na Indonésia e 33% na Tailândia. Portanto, o índice das Filipinas ficou 28 pontos percentuais acima do da Indonésia e 30 pontos acima do da Tailândia. São comparações de preços da gasolina, não taxas nacionais de inflação geral.
Deepali Bhargava, chefe regional de pesquisa do ING para a Ásia-Pacífico, explicou a diferença:
"O que chama a atenção na comparação entre as Filipinas e seus pares regionais é a transmissão muito mais forte dos preços globais do petróleo para os preços internos dos combustíveis", afirmou.
O petróleo Brent ultrapassou US$ 100 por barril no início de setembro, em meio à retomada das hostilidades no Golfo Pérsico. O Bank of America alertou que as projeções de inflação do Bangko Sentral ng Pilipinas poderiam precisar de revisão, pois consideravam como premissas um preço do petróleo de US$ 81 por barril em 2026 e de US$ 75 em 2027. Essas projeções apontavam inflação de 6,1% e 5,4%, respectivamente. O banco também afirmou que a queda dos preços da energia nas semanas seguintes poderia reduzir a necessidade de uma revisão para cima.
Decisão de juros de outubro tem custo para o crescimento
O Bangko Sentral ng Pilipinas elevou sua taxa básica em um total de 75 pontos-base, com aumentos de 0,25 ponto percentual em 23 de abril, 18 de junho e 27 de agosto. Um ponto-base corresponde a um centésimo de ponto percentual. Uma nova alta de 25 pontos-base levaria a taxa de 5% para 5,25%.
BPI, Chinabank Research, BMI, ING e Nomura esperam uma alta em outubro. As duas reuniões de política monetária restantes no calendário de 2026 do Conselho Monetário estão marcadas para 22 de outubro e 17 de dezembro. Essas expectativas são previsões, não decisões anunciadas.
A preocupação de Leyco é que a taxa de política monetária de 5% esteja abaixo da inflação atual, de 7,2%. A diferença simples é de 2,2 pontos percentuais e ilustra a pressão que a inflação exerce sobre os rendimentos medidos pelo poder de compra. Ela não corresponde ao retorno efetivo de um investidor, pois os rendimentos variam entre os ativos, e as decisões de investimento também dependem da inflação esperada e das variações cambiais.
Emilio Neri Jr., economista-chefe do BPI, espera altas em outubro e dezembro, que levariam a taxa a 5,50% até o fim de 2026. Ele também considera possível um aumento maior, de 50 pontos-base, em uma das reuniões restantes. O UOB espera três altas consecutivas de 0,25 ponto percentual até o primeiro trimestre de 2027, chegando a 5,75%. O Goldman Sachs prevê altas nas duas reuniões restantes de 2026.
Já o BMI espera que o aperto monetário termine depois de outubro, pois o crescimento fraco limita a margem para elevar os custos dos empréstimos. Sua previsão de crescimento para 2026 é de 3,3%, e a instituição citou a contração, em setembro, do índice de gerentes de compras da indústria, um indicador baseado em pesquisas sobre as condições empresariais. O Bank of America prevê crescimento inferior a 3% em 2026 e de 3,5% em 2027.
Reservas recuam e ações também perdem valor
As reservas internacionais brutas do Bangko Sentral ng Pilipinas caíram 8,3% em relação ao ano anterior, para US$ 99,99 bilhões em setembro, o menor nível desde setembro de 2023. As reservas são ativos estrangeiros que ajudam o país a pagar importações e dívidas externas, além de fornecerem recursos ao banco central para administrar a volatilidade cambial.
O total de setembro ficou US$ 4,01 bilhões abaixo da meta revisada do banco central, de US$ 104 bilhões para o fim de 2026. A meta havia sido reduzida de US$ 111 bilhões em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã. Uma leitura de setembro abaixo da meta não permite determinar qual será o total em dezembro.
O Bangko Sentral ng Pilipinas atribuiu parte da queda à desvalorização do ouro e a intervenções pontuais no mercado de câmbio. Suas reservas de ouro caíram 7% em relação ao mês anterior, para US$ 17,8 bilhões, enquanto os investimentos no exterior recuaram para US$ 76,5 bilhões. As reservas em moeda estrangeira e depósitos caíram 17%, para US$ 1 bilhão.
O banco central afirmou que as reservas ainda cobriam 6,3 meses de importações de bens e pagamentos por serviços e renda primária, além de cerca de 3,2 vezes a dívida externa de curto prazo, com base no vencimento residual. Robert Dan Roces, economista do grupo SM Investments, descreveu a situação como uma questão de administrar a volatilidade, não de incapacidade de cumprir as obrigações externas.
As ações também recuaram em 6 de outubro. O índice da Bolsa de Valores das Filipinas caiu 1,15%, para 5.677,12 pontos, enquanto o índice All Shares recuou 0,86%, para 3.170,73 pontos. Foram negociadas mais de 536,164 milhões de ações, no valor de PHP 5,457 bilhões. As ações em queda superaram as em alta por 120 a 73, e todos os índices setoriais recuaram, com mineração e petróleo registrando a maior queda percentual, de 2,38%.
Redução de impostos sobre combustíveis e apoio às empresas entram no debate
Leyco pediu a suspensão dos impostos especiais sobre produtos petrolíferos e estimou que a medida poderia reduzir os preços entre PHP 6 e PHP 10 por litro. Seu argumento é que Manila não pode controlar o conflito que impulsiona os preços globais da energia, mas pode alterar a parcela dos impostos internos no preço nas bombas.
O presidente Ferdinand Marcos Jr. suspendeu em setembro os impostos especiais sobre querosene e gás liquefeito de petróleo. Gasolina e diesel ficaram de fora devido à preocupação com a perda de receita do governo e com a possibilidade de uma redução mais ampla beneficiar famílias mais ricas do que as mais pobres.
Leyco também propôs isenções fiscais temporárias para pequenos empreendedores, semelhantes às concedidas a investidores estrangeiros. Ele apoiou aumentos salariais, mas afirmou que as pequenas empresas precisavam de ajuda para enfrentar a alta dos custos operacionais. Essas propostas criam outra escolha de política econômica: a assistência pode proteger os gastos das famílias e a atividade empresarial, mas a redução de impostos também diminui a arrecadação, a menos que haja compensação em outras áreas.
Arsenio M. Balisacan, secretário de Planejamento Socioeconômico, apresentou uma resposta voltada à redução dos custos de combustíveis, eletricidade e logística, ao mesmo tempo que reforça o abastecimento e a armazenagem de alimentos. Entre as medidas agrícolas previstas estão a ampliação das instalações de armazenagem, a distribuição de uma vacina contra a peste suína africana e a preparação para uma possível intensificação do El Niño.
Essas medidas tratam de uma parte diferente do problema em relação aos juros. Taxas mais altas podem conter os gastos e ajudar a controlar as expectativas de novas altas da inflação, mas não aumentam diretamente as safras nem a capacidade de armazenagem. Medidas voltadas à oferta buscam reduzir a escassez e os custos de distribuição. Seu efeito sobre os preços depende da implementação e do prazo.
O que os próximos dados e reuniões vão colocar à prova
Claire Dennis S. Mapa, estatística nacional, apontou o El Niño e os recentes aumentos de tarifas como riscos nos três últimos meses de 2026. Espera-se que os reajustes de tarifas apareçam de forma mais completa nos dados de inflação de outubro. A Chinabank Research prevê que a inflação atinja o pico em novembro, enquanto o ING alerta que os efeitos climáticos podem ficar mais evidentes no fim de 2026 e no início de 2027.
As previsões divergem sobre a velocidade de desaceleração da inflação. A Nomura espera que a inflação geral fique em torno de 7% no quarto trimestre, com média de 5,8% em 2026, antes de cair para 3,4% em 2027. O BMI prevê 5,9% para 2026 e 5% para 2027. A projeção do UOB para 2026 é de 6%.
O Comitê de Coordenação do Orçamento de Desenvolvimento do governo estabeleceu em julho uma faixa de inflação de 6% a 7%, acima da meta de 2% a 4% do banco central. A leitura de 7,2% de setembro superou as duas faixas, embora a média de 5,4% de janeiro a setembro seja uma medida diferente da taxa de um único mês.
As decisões imediatas previstas estão marcadas para as reuniões de política monetária de 22 de outubro e 17 de dezembro. Além delas, a questão central é saber se a oferta de alimentos, os preços do petróleo e o peso vão melhorar o suficiente para desacelerar a inflação sem aumentar ainda mais a pressão sobre empréstimos e gastos. Leyco alertou que a queda do poder de compra aparecerá nos dados de crescimento subsequentes, à medida que as famílias reduzirem o consumo. Trata-se de um alerta sobre dados futuros, não de um resultado de crescimento confirmado.
Principais pontos
- O peso fechou em uma mínima recorde de PHP 62,90 por dólar em 8 de outubro de 2026.
- A inflação geral de setembro chegou a 7,2%, ante 6,1% em agosto.
- A inflação do arroz foi de 20,3%, a do transporte, de 14,6%, e a subjacente, de 4,7%.
- A inflação para os 30% de domicílios mais pobres chegou a 9%.
- Vários bancos esperam uma alta dos juros em outubro, para 5,25%, mas divergem sobre os movimentos seguintes.
- As reservas de setembro caíram para US$ 99,99 bilhões, valor suficiente para cobrir 6,3 meses de importações e pagamentos relacionados.
- Leyco propôs uma redução mais ampla dos impostos sobre combustíveis e isenções fiscais temporárias para pequenas empresas.
- As reuniões de política monetária restantes do banco central em 2026 estão marcadas para 22 de outubro e 17 de dezembro.






