Votação no Senado abre disputa sobre quem pode acessar a internet
O Senado das Filipinas aprovou o Projeto de Lei do Senado nº 2424, a Lei de Acesso Seguro à Mídia e Uso Responsável da Tecnologia por Crianças em Espaços Digitais (SMART KIDS), em 8 de outubro de 2026, com 16 votos favoráveis, um contrário e nenhuma abstenção. A proposta proibiria menores de 18 anos de criar ou usar contas em serviços digitais classificados como de alto risco para crianças, e sujeitaria as plataformas abrangidas a multas de 5 milhões a 20 milhões de pesos filipinos por infração.
Conteúdo
- Votação no Senado abre disputa sobre quem pode acessar a internet
- Quais serviços e contas seriam abrangidos?
- Verificação de idade, multas para plataformas e deveres dos pais
- Como as denúncias chegariam às plataformas
- A Câmara propõe um limite diferente
- Por que Hontiveros se opôs à restrição geral
- Grupos de direitos e saúde mental criticam a abordagem
- Violência escolar alimenta preocupação, mas causas não foram estabelecidas
- Austrália ilustra o desafio da fiscalização
- O que ainda precisa acontecer
- Principais pontos
A medida ainda não é lei. Sua aprovação em terceira e última votação conclui a etapa no Senado, mas uma abordagem diferente avança na Câmara dos Representantes. O Projeto de Lei da Câmara nº 11566, aprovado em segunda votação em 6 de outubro, permitiria algum acesso a adolescentes mais velhos, com medidas de proteção, em vez de excluir todas as pessoas com menos de 18 anos.
Essa diferença coloca diante do Congresso a principal escolha de política pública: para proteger as crianças, é preciso mantê-las fora das plataformas abrangidas até a vida adulta ou permitir o acesso em idades menores, restringindo recursos nocivos, o contato com adultos e práticas comerciais? A divergência vai além da idade mínima e envolve como as crianças podem trabalhar, se comunicar com familiares no exterior, denunciar abusos e aprender a navegar pelos espaços digitais.
O senador Robinhood Padilla foi o autor da proposta do Senado. A senadora Risa Hontiveros foi a única a votar contra, defendendo proteções graduais em vez de uma proibição geral. Posteriormente, o presidente Ferdinand Marcos Jr. disse que o governo ainda estudava uma proibição geral e precisava compreender melhor os fatores psicológicos por trás da violência envolvendo jovens.
O anúncio oficial de aprovação do Senado registra a votação na quinta-feira, 8 de outubro. Os relatos divergem quanto à data: um indica 9 de outubro e também descreve a sessão como ocorrida na quinta-feira, enquanto outro diz que a aprovação ocorreu na quarta-feira. O registro oficial do Senado situa a aprovação final em 8 de outubro.
Quais serviços e contas seriam abrangidos?
A proposta do Senado estabeleceria um marco para identificar serviços digitais que podem representar riscos para crianças. O anúncio oficial cita como exemplos a Meta Platforms, o Roblox e o Gorebox. Os serviços abrangidos teriam de impedir que menores de 18 anos criassem ou acessassem contas e agir contra contas existentes que, de forma razoável, fossem identificadas como pertencentes a, operadas por ou usadas por menores.
As medidas exigidas poderiam incluir suspensão, restrição, desativação ou remoção. A referência a contas usadas por menores importa: a restrição proposta não se limita a contas registradas em nome da criança. No entanto, o anúncio do Senado não explica os procedimentos exatos para determinar a titularidade ou o uso da conta.
A proposta não abrange todas as atividades on-line. O Senado lista exceções para e-mail, mensagens privadas, plataformas educacionais, serviços de notícias, serviços de colaboração profissional e jogos on-line que não sejam usados principalmente para redes sociais. A descrição inicial da medida também limita a exceção para aplicativos de mensagens àqueles sem recursos públicos ou de grupo.
A distinção relativa aos jogos é especialmente importante porque Roblox e Gorebox aparecem entre os exemplos de serviços que poderiam ser abrangidos. Os jogos não são apresentados como uma exceção incondicional. A classificação de um serviço como voltado principalmente ou não a redes sociais poderia determinar como ele seria tratado. Os relatos também mencionam uma exceção para plataformas educacionais que atendam aos critérios e sejam certificadas pelos órgãos competentes, sujeitas a medidas de proteção infantil.
Verificação de idade, multas para plataformas e deveres dos pais
Os provedores abrangidos teriam de implementar medidas de verificação de idade para determinar se os usuários atendem à idade mínima. Verificação de idade é um termo geral para mecanismos que confirmam ou estimam a idade de alguém. O anúncio oficial não especifica uma tecnologia obrigatória, quais informações os usuários precisariam fornecer nem como contestar avaliações incorretas.
As plataformas que violassem a lei proposta poderiam receber multas de 5 milhões a 20 milhões de pesos filipinos por infração, além de 100 mil pesos por dia de descumprimento continuado. Nesse ritmo, 30 dias acrescentariam 3 milhões de pesos à penalidade inicial. Esse cálculo ilustra o custo possível de infrações persistentes, embora o anúncio não explique como seriam contabilizadas infrações distintas.
Pais ou responsáveis legais que, sabendo o que fazem, ajudassem crianças a contornar os mecanismos de verificação de idade poderiam receber multa de até 50 mil pesos, prestar serviços comunitários e participar obrigatoriamente de programas de educação digital para pais e segurança infantil. Um relato indica uma faixa de multa para os pais de 5 mil a 50 mil pesos; o anúncio oficial especifica o valor máximo, mas não menciona esse limite mínimo.
A exigência de que a ajuda seja prestada conscientemente é importante. A descrição oficial mira a ajuda deliberada para burlar as verificações, em vez de simplesmente afirmar que todo pai ou mãe cujo filho consiga criar uma conta será multado. Os relatos também dizem que provedores internacionais que operam nas Filipinas precisariam indicar um representante local e cooperar com as autoridades filipinas.
Como as denúncias chegariam às plataformas
Se a medida virar lei, o Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DICT) supervisionará sua implementação. Também criará e manterá uma plataforma pública acessível, gratuita, para receber denúncias de possíveis infrações.
Denúncias sobre conteúdo nocivo que exija ação imediata seriam encaminhadas ou escaladas com prioridade ao serviço digital em questão. Isso criaria um canal para reclamações urgentes, separado da tarefa mais ampla de verificar se menores mantêm contas proibidas.
O anúncio do Senado não estabelece um prazo fixo para responder a esses encaminhamentos urgentes nem explica como o departamento determinaria quais denúncias se enquadram nessa categoria. Também deixa em aberto diversas questões operacionais, como os critérios detalhados para classificar serviços, o tratamento de avaliações de idade contestadas e o processo para restaurar uma conta removida por engano.
Os objetivos declarados vão além da remoção de conteúdo nocivo. O projeto busca reduzir a distração causada por dispositivos móveis e aparelhos eletrônicos, apoiar o desenvolvimento das crianças e promover um ambiente seguro de aprendizagem. Sua implementação envolveria, portanto, tanto controles de acesso quanto um esforço mais amplo para limitar os riscos associados ao uso digital.
A Câmara propõe um limite diferente
O Projeto de Lei da Câmara nº 11566, a Lei de Ambiente Seguro e Acolhedor para Crianças em Espaços Digitais, foi aprovado em segunda votação em 6 de outubro. A proposta diferencia crianças mais novas de adolescentes mais velhos, mas os relatos divergem sobre o tratamento exato de quem tem 13 anos.
Vários relatos descrevem uma proibição para crianças com menos de 13 anos, com acesso permitido às pessoas de 13 a 17 anos mediante consentimento dos pais e medidas de proteção adicionais. Outro descreve uma proibição para crianças de 13 anos ou menos, com acesso restrito para adolescentes mais velhos. Essas formulações não são equivalentes: elas colocam uma pessoa de 13 anos em lados diferentes do limite. O critério exato precisa ser esclarecido à medida que a proposta avança na Câmara.
As medidas de proteção propostas pela Câmara tratariam de publicidade nociva, transmissões ao vivo, feeds de vídeos curtos selecionados por algoritmos, recursos semelhantes a jogos de azar, contato com adultos desconhecidos e certos recursos de inteligência artificial. Um algoritmo é um conjunto de regras automatizadas usado, por exemplo, para decidir quais publicações ou vídeos uma pessoa verá em seguida.
O deputado Roman Romulo, de Pasig, autor da proposta da Câmara, explicou a justificativa para tratar crianças mais novas e adolescentes de maneira diferente:
"As crianças mais novas precisam de um limite mínimo de idade claro, enquanto os adolescentes precisam de um marco que reconheça sua crescente capacidade de independência sem ignorar os riscos a que continuam expostos", disse Romulo.
A diferença entre as duas casas é substancial, e não apenas procedimental. Em geral, o Senado excluiria menores de contas em serviços abrangidos; a abordagem da Câmara permitiria algum acesso a adolescentes, sujeito a restrições. As versões precisam ser conciliadas antes que um projeto final possa ser enviado ao presidente.
Por que Hontiveros se opôs à restrição geral
Hontiveros reconheceu riscos como cyberbullying, abuso e exploração sexual, aliciamento, conteúdo nocivo e extremismo violento. Sua objeção foi aplicar a mesma regra de acesso a crianças em fases muito diferentes do desenvolvimento.
Ao explicar seu voto contrário, a senadora distinguiu a maioridade legal da capacidade de decisão ainda em desenvolvimento das crianças:
"Dezoito anos é o limite legal para a vida adulta. Mas certamente não é um limite de desenvolvimento", disse Hontiveros.
Ela citou a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e o reconhecimento de que as capacidades das crianças evoluem. Sua alternativa seria estabelecer proteções mais rigorosas para adolescentes mais novos e permitir gradualmente mais autonomia aos adolescentes mais velhos. Ela propôs uma idade mínima de 15 anos, depois de ter sugerido anteriormente 13.
Seus exemplos mostraram quais atividades poderiam ser interrompidas. Entre eles estavam os de uma estudante trabalhadora de 17 anos que ganhava dinheiro com vendas pelo TikTok e trabalhando como assistente virtual para personalidades das redes sociais; uma criança que se comunicava com a mãe, que trabalhava no exterior; e uma menor sobrevivente de abuso que encontrou apoio em comunidades on-line. Ela também mencionou uma estudante cujo relato público de suposto assédio levou uma escola a analisar uma denúncia que havia ignorado anteriormente.
Hontiveros defendeu configurações de privacidade padrão mais rigorosas, limites mais estritos ao contato com adultos, restrições à publicidade direcionada e à criação de perfis, além de maior supervisão dos pais e das instituições de ensino. A criação de perfis envolve o uso de informações sobre uma pessoa para inferir seus interesses ou comportamentos, muitas vezes com o objetivo de selecionar publicidade ou conteúdo.
Ela também pediu a regulamentação de algoritmos e de mecanismos que incentivam o uso excessivo. Suas propostas de alfabetização digital incluíam ensinar às crianças como os dados são coletados, como a desinformação se espalha e como funciona o aliciamento, além de ajudá-las a reconhecer golpes, denunciar abusos e reagir ao cyberbullying. Ela observou que os filipinos podem votar nas eleições do Sangguniang Kabataan e trabalhar legalmente a partir dos 15 anos, sujeitos às regras trabalhistas, o que torna o acesso à informação e a oportunidades econômicas relevante para o debate sobre idade.
Grupos de direitos e saúde mental criticam a abordagem
A Child Rights Network criticou a votação no Senado como um retrocesso para os direitos das crianças. A organização argumentou que restringir o acesso das crianças transfere a responsabilidade pelos danos on-line das plataformas e dos responsáveis pelos abusos para os próprios jovens.
Em sua declaração, a rede descreveu sua objeção nestes termos:
"Isso não é proteção. É punição. As crianças não deveriam ser punidas pelo fracasso dos adultos em mantê-las seguras", disse o grupo.
A rede também questionou as deliberações do Senado, comparando-as às discussões na Câmara, que descreveu como mais inclusivas e consultivas. Segundo a organização, entidades de defesa dos direitos das crianças tiveram a oportunidade de levar as opiniões delas ao processo na Câmara. Hontiveros disse, separadamente, que sua posição estava alinhada aos apelos do Conselho para o Bem-Estar das Crianças, do Departamento de Bem-Estar Social e Desenvolvimento e de defensores dos direitos infantis por medidas de proteção mais rigorosas nas plataformas, em vez de uma proibição geral.
A Associação Filipina de Saúde Mental também rejeitou a proibição geral como resposta suficiente à violência juvenil. Sua diretora executiva nacional, a dra. Carolina Uno-Rayco, defendeu uma estratégia de prevenção mais abrangente:
"Prevenir a violência exige uma abordagem abrangente, que inclua apoio à saúde mental, ambientes escolares seguros, plataformas on-line responsáveis e identificação e intervenção precoces", disse Uno-Rayco.
Uno-Rayco defendeu que a segurança seja incorporada aos serviços on-line, a alfabetização digital e o apoio para ajudar os jovens a reconhecer comportamentos nocivos e buscar ajuda. Essas objeções não negam a existência de danos on-line. Elas questionam se excluir menores trata das causas do problema e se outras proteções alcançariam as crianças de maneira mais eficaz.
Violência escolar alimenta preocupação, mas causas não foram estabelecidas
A votação no Senado veio após preocupações com tiroteios em escolas na cidade de Tacloban, na cidade de Zamboanga e em South Cotabato. Um relato descreve três tiroteios fatais entre junho e setembro de 2026. O presidente do Senado, Sherwin Gatchalian, associou a proposta à preocupação com a segurança digital das crianças, incluindo supostos casos de aliciamento on-line ligados à violência.
O líder da maioria no Senado, Juan Miguel Zubiri, descreveu a proposta como uma medida histórica e argumentou que as redes sociais precisam de orientação e regulamentação. Padilla disse que a aprovação era um passo importante para proteger as crianças on-line. O senador Joel Villanueva argumentou que as plataformas têm responsabilidades, pois comportamentos nocivos podem gerar lucro para elas.
Essas preocupações explicam a urgência por trás da votação, mas não demonstram que as redes sociais tenham causado cada incidente ou que a proibição de contas o teria evitado. A associação de saúde mental descreveu a violência juvenil como um fenômeno que envolve vários fatores, além da atividade digital.
Em um fórum com a imprensa filipina em Singapura, em 11 de outubro, Marcos disse que uma proibição geral ainda estava sendo estudada e seria uma decisão difícil. Ele pediu orientação de psicólogos e psiquiatras especializados em saúde mental infantil, além de segurança nas escolas, participação dos pais e atenção ao bem-estar psicológico das crianças.
O presidente explicou por que não considerava suficiente uma única medida:
"Não existe uma solução mágica para isso. É preciso reunir muitas, muitas coisas", disse Marcos.
Líderes religiosos também pediram o uso responsável da tecnologia. O arcebispo Rex Andrew Alarcon, presidente da Comissão Episcopal de Comunicações Sociais da Conferência dos Bispos Católicos das Filipinas, defendeu que a tecnologia seja usada de forma responsável, eficaz, segura e significativa. Essa posição destaca a orientação dos adultos, mas não resolve, por si só, o limite de idade previsto na proposta.
Austrália ilustra o desafio da fiscalização
A restrição australiana ao uso de contas em redes sociais por menores de 16 anos entrou em vigor em dezembro de 2025. Dados divulgados e atribuídos ao comissário de Segurança Eletrônica do país indicam que o uso por crianças com menos de 16 anos caiu de 85,9% antes da restrição para 81,5% três meses depois.
Isso representa uma redução de 4,4 pontos percentuais, ou cerca de 5,1% em relação à taxa inicial de 85,9%. Mais de oito em cada dez crianças do grupo citado ainda usavam redes sociais. Esses números dizem respeito ao uso, porém, e não demonstram se a exposição a conteúdo nocivo ou outros indicadores de segurança melhoraram.
Entre os exemplos de formas de contornar a restrição mencionados estavam a criação de novas contas, o uso de dispositivos alternativos e a ajuda de adultos. A estimativa de idade facial também teria classificado alguns adolescentes como maiores de 16 anos e alguns adultos como menores. Um especialista envolvido no teste australiano de verificação de idade atribuiu algumas falhas à implementação inconsistente pelas plataformas.
O ativista britânico pela segurança on-line Ian Russell, cuja filha Molly morreu por suicídio aos 14 anos, em 2017, argumenta que proibições não enfrentam algoritmos nocivos nem o design das plataformas. Uma investigação concluiu que conteúdo nocivo on-line contribuiu para a morte dela. Sua posição relaciona o debate sobre acesso a outra questão: o que os provedores precisam mudar no conteúdo e nos recursos aos quais os usuários são expostos.
Nas Filipinas, a fiscalização também tem uma dimensão jurisdicional. Marcos apontou as dificuldades para lidar com provedores que não têm presença física no país. A exigência proposta de um representante local trata dessa preocupação, embora os arranjos práticos e sua eficácia ainda não tenham sido definidos.
O que ainda precisa acontecer
A tramitação legislativa mostra por que a aprovação no Senado não deve ser confundida com uma proibição já em vigor:
- 6 de outubro de 2026: A Câmara aprovou o Projeto de Lei da Câmara nº 11566 em segunda votação.
- 8 de outubro de 2026: O Senado registrou a aprovação final do Projeto de Lei do Senado nº 2424 por 16 votos a um, sem abstenções.
- 11 de outubro de 2026: Marcos disse, durante um fórum com a imprensa em Singapura, que uma proibição geral ainda estava sendo estudada.
- Próximos passos: As etapas restantes na Câmara e a conciliação das versões das duas casas precisam ser concluídas antes que um projeto final chegue ao presidente.
Não há data definida para a votação final na Câmara, a conciliação, a decisão presidencial ou a implementação. Portanto, a idade mínima definitiva, as atividades permitidas aos adolescentes, as medidas de proteção das plataformas e os procedimentos de fiscalização continuam em aberto.
A escolha não precisa se resumir a decidir se existem riscos on-line. Tanto os defensores quanto os críticos identificam perigos sérios. A questão ainda sem resposta é qual combinação de limites de acesso, design mais seguro das plataformas, responsabilização, educação e apoio protegerá as crianças sem cortar desnecessariamente conexões e oportunidades úteis.
Principais pontos
- O Senado aprovou o projeto SMART KIDS em 8 de outubro de 2026, por 16 votos a um. Ele ainda não é lei.
- A proposta do Senado restringiria contas de menores de 18 anos em serviços classificados como de alto risco para crianças.
- Há exceções previstas para e-mail, mensagens privadas, educação, notícias, colaboração profissional e jogos não usados principalmente para redes sociais.
- As plataformas abrangidas poderiam receber multas de 5 milhões a 20 milhões de pesos filipinos por infração, além de 100 mil pesos por dia de descumprimento continuado.
- A Câmara favorece o acesso gradual para adolescentes, mas os relatos divergem sobre se o grupo mais jovem excluído inclui crianças de 13 anos.
- Hontiveros, defensores dos direitos das crianças e representantes da área de saúde mental defendem medidas de proteção e apoio mais robustas, em vez de uma proibição geral.
- As versões das duas casas ainda precisam ser conciliadas, e Marcos disse que uma proibição geral continua em estudo.






