Kinmen e Matsu: ilhas na linha de frente de Taiwan enfrentam pressão e propostas de integração

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Kinmen e Matsu: ilhas na linha de frente de Taiwan enfrentam pressão e propostas de integração

Ilhas no limite da soberania de Taiwan

Taiwan acompanha de perto se Pequim mencionará as ilhas Kinmen em um novo plano econômico quinquenal que está em discussão. A possibilidade surge em um momento delicado para Kinmen e o arquipélago de Matsu, dois grupos de ilhas governados por Taiwan que ficam próximos à costa da província chinesa de Fujian. Eles estão muito mais perto de cidades chinesas como Xiamen, Quanzhou e Fuzhou do que da ilha principal de Taiwan, mas permanecem sob a administração de Taipei e há muito servem como termômetro das relações entre os dois lados do estreito.

Conteúdo
  1. Ilhas no limite da soberania de Taiwan
  2. Por que Kinmen e Matsu são importantes
  3. Um novo e perigoso normal no mar
  4. Uma perseguição mortal perto de Kinmen
  5. Limites marítimos e como estão sendo postos à prova
  6. Espaço aéreo e infraestrutura criam novos riscos
  7. Política e vida cotidiana nas ilhas
  8. Pequim, Washington e sinais de determinação
  9. Pequim pode incluir Kinmen em seus planos econômicos?
  10. Riscos de erro de cálculo
  11. O que observar
  12. Principais pontos

Essas ilhas carregam várias camadas de história e simbolismo. Durante a Guerra Fria, enfrentaram anos de bombardeios vindos do continente. Hoje, abrigam uma presença militar significativa de Taiwan e recebem um número crescente de turistas. As ligações de balsa com o continente começaram em 2001, em uma tentativa de normalizar o cotidiano, e as economias locais desenvolveram relações estreitas com cidades chinesas próximas. Ainda assim, as tensões voltaram a crescer nos últimos anos, impulsionadas por patrulhas marítimas, drones, rotas aéreas contestadas e propostas de novas infraestruturas que contornam Taipei.

O debate mais recente em Pequim ocorre em paralelo ao aumento constante da atividade da guarda costeira chinesa perto de Kinmen e Matsu, a mudanças chinesas na aviação civil próxima aos aeródromos das ilhas, aos planos de uma ponte entre Xiamen e Kinmen que Taipei não aprovou e à iminente inauguração de um novo aeroporto internacional em Xiamen, a pouca distância de Kinmen. Em conjunto, essas iniciativas entrelaçam atritos de segurança com ambições econômicas e administrativas, colocando as pequenas ilhas no centro de uma disputa muito maior.

Por que Kinmen e Matsu são importantes

Quando o governo da República da China se retirou para Taiwan em 1949, ao fim da guerra civil chinesa, manteve várias ilhas periféricas. Com o tempo, a maioria foi capturada ou evacuada. Kinmen e Matsu foram exceções. Suas praias ficam ao alcance da vista da costa de Fujian e, no ponto mais próximo de Kinmen, a distância é de apenas alguns quilômetros. As ilhas foram atingidas por artilharia até 1979, e a lei marcial em Kinmen e Matsu vigorou até 1992. Elas se tornaram símbolos da resistência de Taiwan e lembram como pode ser pequena a distância física e política entre os dois lados do estreito.

Os moradores nunca deixaram de olhar para os dois lados. Em um dia tempestuoso na costa oeste de Kinmen, um morador chamado Robin Young apontou para o horizonte de Xiamen, claramente visível do outro lado da água, e depois para a praia, repleta de antigas barreiras antitanque e casamatas. Após explicar que Kinmen costuma ser a primeira a sentir mudanças nos ventos entre os dois lados do estreito, ele resumiu um temor comum a muitos na ilha.

O morador de Kinmen Robin Young disse: "Se os chineses atacarem Taiwan, o primeiro ataque será aqui."

Hoje, as ilhas são ao mesmo tempo fortificadas e abertas a visitantes. Elas abrigam tropas e unidades da guarda costeira de Taiwan, mas dependem bastante do comércio e dos laços familiares com a costa chinesa do outro lado da água. Muitos moradores falam os mesmos dialetos e mantêm relações comerciais com Xiamen, Quanzhou e Fuzhou, um reflexo de como a vida social e econômica se entrelaça com o continente, embora o controle político permaneça com Taipei.

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Um novo e perigoso normal no mar

As patrulhas da guarda costeira chinesa perto de Kinmen e Matsu cresceram em escala e complexidade desde o início de 2024. Dados de rastreamento de navios mostram que embarcações do governo chinês entraram nas águas restritas e proibidas ao redor das ilhas com muito mais frequência em 2024 do que nos anos anteriores, com atividade máxima na primavera. Em 2024, a guarda costeira de Taiwan lidava com uma média de cerca de uma dúzia de incursões notificadas por semana, e houve ocasiões em que dez ou mais embarcações do governo chinês operaram perto de Kinmen ao mesmo tempo. No outono, embarcações da guarda costeira também avançaram para águas restritas ao redor de Matsu durante exercícios militares chineses de maior escala que simulavam um bloqueio de Taiwan. O padrão aponta para um esforço sustentado para normalizar a presença de agentes chineses de segurança pública perto das ilhas e sobrecarregar a capacidade de patrulhamento marítimo de Taiwan.

Essa postura se afasta de um entendimento tácito antigo, embora frágil, segundo o qual os dois lados evitariam incursões frequentes nas zonas costeiras mais próximas. O enfraquecimento dessa regra não escrita aumenta a probabilidade de incidentes no mar, onde até perseguições ou inspeções de rotina podem se transformar em uma grave crise diplomática.

Uma perseguição mortal perto de Kinmen

As tensões aumentaram em 14 de fevereiro de 2024, quando uma lancha chinesa virou depois de fugir de uma inspeção da guarda costeira de Taiwan em águas proibidas de Kinmen. Dois cidadãos chineses morreram. Pequim prometeu rapidamente aumentar as patrulhas nas águas próximas. Nos dias seguintes, navios da guarda costeira chinesa passaram a agir com mais assertividade ao redor de Kinmen e, em um caso, abordaram uma embarcação turística taiwanesa para inspeção antes que ela prosseguisse viagem escoltada pela guarda costeira de Taiwan.

A ministra do Conselho de Assuntos Oceânicos de Taiwan, Kuan Bi ling, pediu contenção e alertou que ações agressivas abalam a confiança do público e assustam os viajantes. Ela afirmou que a abordagem da embarcação turística não ajudou a acalmar os ânimos nem a melhorar as relações entre os dois lados do estreito.

A ministra do Conselho de Assuntos Oceânicos, Kuan Bi ling, disse: "O incidente feriu os sentimentos das pessoas e provocou pânico, sem beneficiar nenhum dos lados do estreito de Taiwan."

O primeiro-ministro Chen Chien jen reforçou essa mensagem, pedindo calma e cooperação prática para manter as águas ao redor de Kinmen seguras para moradores e pescadores, à medida que as patrulhas aumentam dos dois lados.

O primeiro-ministro de Taiwan, Chen Chien jen, disse: "Buscamos reduzir as tensões e manter as águas seguras por meio de uma abordagem racional e cooperativa."
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Limites marítimos e como estão sendo postos à prova

A legislação de Taiwan define águas proibidas e restritas ao redor de seu território, nas quais embarcações do continente não podem entrar sem autorização. Os limites ao redor da ilha principal de Taiwan seguem as normas internacionais de 12 e 24 milhas náuticas. Em Kinmen e Matsu, porém, Taipei estabeleceu zonas muito mais estreitas no início dos anos 1990, a apenas cerca de 2,2 e 3,2 milhas náuticas da linha de baixa-mar. Durante décadas, os dois lados respeitaram em grande medida essas áreas menores, mesmo sem um acordo formal. Pequim não as reconhece e agora as contesta com frequência.

A pressão chinesa costuma recorrer a táticas de zona cinzenta, atividades que ficam abaixo do nível de conflito aberto, mas geram tensão constante. Perto de Matsu, grandes frotas de dragagem apareceram repetidamente nas proximidades das ilhas, obrigando Taiwan a reforçar as patrulhas. Ao largo de Kinmen, incursões de navios de patrulha da guarda costeira e barcos de pesca são mais frequentes. Voos de drones e o corte de cabos submarinos de comunicação acrescentaram novos riscos. Cada uma dessas ações reduz a capacidade de Taiwan de manter previsíveis e seguras as estreitas zonas ao redor das ilhas.

Campanhas jurídicas e de informação acompanham essas patrulhas. Ao tratar as águas como sujeitas à aplicação da lei chinesa, Pequim promove uma narrativa que contesta a jurisdição de Taiwan. Com o tempo, a presença constante e as inspeções repetidas podem consolidar a percepção de um fato consumado. Essa é a essência da pressão de zona cinzenta. Ela cria novos hábitos no mar e, se não for contestada, muda gradualmente as expectativas sobre quem está no comando.

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Espaço aéreo e infraestrutura criam novos riscos

O tráfego aéreo é outro ponto de atrito. A China abriu recentemente novas rotas de voos civis perto de Kinmen e Matsu sem consultar Taipei. Autoridades de aviação e segurança de Taiwan alertam que essas rotas reduzem o tempo de reação dos controladores de tráfego aéreo e das equipes de resgate ou segurança nas ilhas. Os novos trajetos passam perto de corredores movimentados usados por aviões que pousam nos aeroportos de Kinmen e Matsu, levantando preocupações com a segurança e a coordenação em caso de emergência.

Essas preocupações vão aumentar quando o novo aeroporto internacional de Xiamen for inaugurado, do outro lado da água em relação a Kinmen. A instalação fica a apenas alguns quilômetros da costa de Kinmen. Taipei teme falhas de comunicação ou manobras agressivas em um espaço aéreo congestionado e vê a proximidade como um desafio tanto para a aviação quanto para a segurança. As operações do aeroporto e a cobertura dos radares costeiros ficarão praticamente lado a lado, dando à China mais capacidade de vigiar ou pressionar Kinmen pelo ar, sob a justificativa de administrar voos civis.

Em terra, Pequim também avançou com planos para construir uma ponte entre Xiamen e Kinmen. A China não consultou Taipei sobre o projeto, e o governo de Taiwan não aprovou nenhuma ligação. As obras ainda não começaram do lado de Kinmen. Uma ponte poderia transformar as viagens e o comércio, mas também aprofundaria os vínculos administrativos e de segurança com o continente. Para as autoridades de Taiwan, isso torna a questão mais do que econômica.

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Política e vida cotidiana nas ilhas

Para muitos moradores das ilhas, a vida cotidiana é tão marcada pela proximidade com Fujian quanto pela política em Taipei. Os moradores compartilham idioma, laços de clã e interesses comerciais com pessoas da costa chinesa. Kinmen recebe até água do continente por um encanamento, um lembrete dos vínculos práticos que se fortaleceram desde a abertura das rotas de balsa, há mais de duas décadas. Muitos moradores defendem o comércio e o turismo estáveis e preferem que as tensões políticas não afetem seu sustento.

Alguns moradores das ilhas guardam lembranças dos anos de bombardeios e temem uma nova crise. Um nativo de Kinmen, Ne Xie Wang, descreveu como o clima piorou e recordou as corridas, na infância, para chegar aos abrigos antiaéreos.

O morador de Kinmen Ne Xie Wang disse: "As relações pioraram muito rapidamente nos últimos anos."

Outros se concentram nos interesses econômicos. Um pescador e ex-guia turístico, Kuan Lin Yu, disse que, embora a política pareça afastar ainda mais os dois lados, ele ainda valoriza os gastos e a interação que vêm com as viagens e os negócios.

O morador de Kinmen Kuan Lin Yu disse: "Prefiro muito mais que os chineses gastem seu dinheiro aqui do que com munição de artilharia."

A política local em Kinmen e Matsu costuma refletir essas realidades entre os dois lados do estreito. Muitos líderes defendem laços econômicos mais fortes e mais viagens. Os moradores mais jovens tendem a se identificar mais com a vida cívica de Taiwan. Essa combinação mantém vivo o debate sobre se a integração com Fujian traz tranquilidade ou cria novas vulnerabilidades. A proposta de Pequim de incluir áreas próximas em uma zona de integração de Fujian e seu plano para a ponte atraem alguns moradores das ilhas. Taipei alerta que essas medidas, sem garantias de segurança e reciprocidade política, deixam as ilhas expostas a pressões difíceis de reverter.

Pequim, Washington e sinais de determinação

O presidente Lai Ching te ressaltou a importância das ilhas em agosto de 2024, ao marcar em Kinmen o 66º aniversário da segunda crise do estreito de Taiwan. Antes, em Taipei, ele falou diretamente sobre o desafio.

O presidente de Taiwan, Lai Ching te, disse: "Localizada na primeira cadeia de ilhas, Taiwan enfrenta a ameaça imediata da China. Mas Taiwan não se deixará intimidar."

A crise de 1958 trouxe semanas de bombardeios e combates navais e aéreos ao redor de Kinmen e Matsu. Taiwan resistiu com a ajuda de novos equipamentos americanos na época, incluindo mísseis Sidewinder para a defesa aérea. Os bombardeios só pararam em 1979, mas o peso simbólico das ilhas permanece. Elas lembram a determinação do passado e servem de parâmetro para a dissuasão atual.

Hoje, Taiwan investe na capacidade da guarda costeira, na vigilância marítima e na resposta rápida nas ilhas e ao redor delas. Os Estados Unidos continuam a fornecer treinamento e armamentos para modernizar as defesas de Taiwan, evitando ao mesmo tempo medidas que possam desencadear um grande confronto. Kinmen e Matsu ocupam uma zona cinzenta na estratégia de todos os lados. A proximidade com o continente e a posição ambígua em relação aos compromissos externos de segurança complicam o planejamento. Essa ambiguidade influencia os cálculos de Pequim, a distribuição de recursos por Taipei e o ritmo das ações de teste no mar e no ar.

Pequim pode incluir Kinmen em seus planos econômicos?

A discussão em Pequim sobre um novo plano econômico quinquenal reacendeu as dúvidas sobre uma possível menção formal a Kinmen. Do ponto de vista de Taipei, qualquer menção desse tipo buscaria integrar a ilha de forma mais direta às estruturas administrativas e econômicas do continente, aprofundando uma tendência iniciada pela proposta da zona de integração de Fujian e pelo projeto unilateral da ponte. Autoridades temem que medidas econômicas, apresentadas como conveniências pragmáticas, venham acompanhadas da presença de agentes de segurança pública e de narrativas jurídicas que enfraqueçam gradualmente a jurisdição de Taiwan.

Kinmen e Matsu já fazem comércio com o continente e abrigam moradores que viajam regularmente ou fazem negócios do outro lado da água. Muitos moradores receberão bem qualquer política que impulsione o turismo e facilite as viagens. A preocupação de segurança de Taipei diz respeito à autoridade e ao controle. A integração econômica sem um acordo político pode se transformar em instrumento de pressão. Se vier acompanhada de patrulhas intensificadas e operações de informação mais fortes, poderá limitar gradualmente as opções de Taiwan nas ilhas, mesmo sem disparar um único tiro.

Riscos de erro de cálculo

Encontros frequentes e a curta distância no mar e no ar aumentam a probabilidade de acidentes ou de uma escalada rápida. As águas proibidas e restritas de Taiwan ao redor de Kinmen e Matsu são estreitas. Perseguições em alta velocidade, inspeções contestadas, voos de drones sobre pontos sensíveis e corredores aéreos congestionados perto das ilhas reduzem o tempo para tomar decisões. À medida que as regras tácitas do passado se desfazem, uma perseguição de rotina pode se transformar em um incidente internacional.

Analistas alertam que uma campanha coercitiva abaixo do limiar da guerra, que combine pressão da guarda costeira, incentivos econômicos, controle rigoroso do espaço aéreo e marítimo e operações de informação, poderia enfraquecer o controle efetivo de Taiwan sem uma invasão militar direta. Alguns veem ações limitadas, como colocar os portos de Kinmen em quarentena ou normalizar inspeções agressivas, como possíveis passos nessa direção. Outros argumentam que tomar as ilhas à força seria uma aposta custosa, que enfraqueceria a narrativa de Pequim sobre a reunificação pacífica e poderia ter efeito político contrário.

Chen Fang Yu, pesquisador da Universidade Soochow radicado em Taipei, descreveu a força simbólica das ilhas e a tentação que elas podem representar para líderes em Pequim em busca de um ganho visível sem uma guerra em grande escala.

O cientista político Chen Fang Yu disse: "Tomar as ilhas periféricas, em grande parte desmilitarizadas, poderia representar uma vitória simbólica sem um ataque total, como a Rússia fez com a Crimeia em 2014."

O que observar

Vários acontecimentos indicarão se a pressão em torno de Kinmen e Matsu está diminuindo ou se intensificando. Os sinais abrangem patrulhas marítimas, medidas jurídicas e políticas e a política local nas próprias ilhas.

  • Frequência e profundidade das entradas da guarda costeira chinesa em águas restritas e proibidas, especialmente em operações coordenadas com frotas pesqueiras.
  • Novas abordagens de embarcações civis ou detenções de pescadores, além da atividade de drones perto de locais sensíveis.
  • Medidas para implementar as novas rotas de aviação civil e inaugurar o novo aeroporto de Xiamen, incluindo ações de coordenação com Taiwan.
  • Avanços visíveis na ponte entre Xiamen e Kinmen pelo lado continental e qualquer resposta dos governos locais de Kinmen.
  • Sinais no novo plano quinquenal de Pequim sobre Fujian e a integração econômica entre os dois lados do estreito, incluindo se Kinmen será mencionada de forma explícita ou implícita.
  • Escala dos exercícios da guarda costeira e das forças militares de Taiwan ao redor das ilhas e quaisquer novas regras de engajamento para inspeções e perseguições.
  • Opinião dos moradores de Kinmen e Matsu, incluindo apoio ou resistência a projetos de integração mais profunda e a políticas de viagem.

Principais pontos

  • Pequim está avaliando um novo plano quinquenal e pode mencionar Kinmen, em sintonia com iniciativas mais amplas de integração econômica centradas em Fujian.
  • As incursões da guarda costeira chinesa nas águas ao redor de Kinmen e Matsu aumentaram bastante em 2024, criando uma presença rotineira e tensa perto das ilhas.
  • A lancha que virou em fevereiro de 2024, matando dois cidadãos chineses durante uma perseguição da guarda costeira de Taiwan, provocou patrulhas chinesas mais rígidas e a abordagem de uma embarcação turística.
  • Taipei afirma que as novas rotas aéreas chinesas perto de Kinmen e Matsu reduzem o tempo de resposta e aumentam os riscos para os voos civis locais.
  • O novo aeroporto internacional de Xiamen e um plano não aprovado para construir uma ponte até Kinmen ampliam as preocupações de Taiwan com segurança e soberania.
  • Os moradores mantêm fortes laços econômicos e culturais com cidades chinesas próximas, enquanto as lembranças dos bombardeios do passado alimentam o temor de uma nova crise.
  • O presidente Lai visitou Kinmen em 2024 e declarou que Taiwan não se deixará intimidar, enquanto Taipei reforça a prontidão da guarda costeira e das defesas.
  • As estreitas zonas legais ao redor das ilhas, combinadas a frequentes táticas de zona cinzenta, aumentam o risco de erro de cálculo e de escalada involuntária.
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