Um pagamento festivo de mais de Rs 20 lakh
Vinte mulheres que trabalham no Mahadev Cloth Center, na região de Mota Varachha, em Surat, receberam mais de Rs 1 lakh cada como bônus de Diwali do comerciante de tecidos Ramswaroop Munde. Os presentes em dinheiro somaram mais de Rs 20 lakh. Maços de cédulas novas foram organizados em bandejas prateadas de puja e entregues às funcionárias pela esposa dele.
Conteúdo
- Um pagamento festivo de mais de Rs 20 lakh
- O que cada funcionária recebeu
- A infância na pobreza influenciou a decisão
- Por que ele chamou o presente de mamera
- Uma funcionária viu no presente uma ajuda para comprar uma casa
- O vídeo chamou atenção para a loja
- Uma pequena equipe em um importante centro têxtil
- Principais pontos
A distribuição no estabelecimento, em Sudama Chowk, emocionou várias funcionárias. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostrou a surpresa se transformar em sorrisos e lágrimas; pelo menos uma mulher chorou ao receber o bônus. Familiares de Munde também estavam presentes.
Para a funcionária Rekhaben Bhalada, o dinheiro ajudaria com algo além das compras festivas: a aquisição de uma casa. Ela disse que o pagamento inesperado chegou quando precisava de apoio financeiro para se aproximar desse objetivo.
Munde relacionou os presentes à pobreza que viveu na infância, à valorização do trabalho das funcionárias e a uma tradição familiar do Rajastão chamada mamera. Ele disse que todas as pessoas que trabalham para ele são mulheres e descreveu a entrega como sua versão dos presentes que um tio materno dá às mulheres da família.
O que cada funcionária recebeu
Munde organizou nas bandejas maços de cédulas de Rs 10, Rs 20, Rs 50, Rs 100, Rs 200 e Rs 500. A mistura de valores tornou a entrega especialmente marcante: as funcionárias receberam pilhas de dinheiro, em vez de cheque, envelope ou aviso de transferência bancária.
Cada pagamento foi descrito como superior a Rs 1 lakh. No sistema de numeração indiano, um lakh equivale a 100 mil rúpias; portanto, o total pago às 20 funcionárias superou Rs 2 milhões. O valor exato acima desse limite e a data da distribuição não foram divulgados.
As bandejas prateadas eram thalis de puja, pratos usados para acomodar itens durante a adoração e outras cerimônias. Nesse caso, deram um caráter festivo à distribuição do dinheiro. A esposa de Munde entregou os bônus às funcionárias uma a uma, envolvendo diretamente a família dele na ocasião.
O total decorre dos pagamentos individuais: 20 funcionárias recebendo mais de Rs 100.000 cada significa uma distribuição superior a Rs 2.000.000. Cada uma pôde decidir como usar a recompensa, de acordo com as prioridades de sua família.
A infância na pobreza influenciou a decisão
Munde disse que a criação que teve o ajudou a entender a pressão enfrentada pelas famílias quando chegam as despesas dos festivais. Ele queria que as funcionárias tivessem dinheiro suficiente para comprar o que suas famílias precisavam e celebrar o Diwali sem preocupação financeira.
O comerciante, que trabalha com tecidos há vários anos, relacionou o sucesso do negócio ao empenho das funcionárias ao longo do ano. Ele descreveu o pagamento como uma forma de reconhecer o trabalho e a dedicação delas, e não apenas como mais uma despesa do festival.
Munde, responsável pelo Mahadev Cloth Center, explicou assim sua relação com a equipe, em tradução do gujarati:
Essas pessoas não são apenas funcionárias da minha loja, mas minha família.
Na explicação, ele reuniu duas preocupações práticas: o trabalho que mantém a loja funcionando e o dinheiro de que as funcionárias precisam em casa. Ele queria que os benefícios do negócio chegassem às famílias das pessoas cujo trabalho ajudou a sustentá-lo.
Por que ele chamou o presente de mamera
Munde disse que o fato de todas as 20 funcionárias serem mulheres influenciou a forma como entregou os bônus. Ele descreveu os presentes como mamera, um costume do Rajastão associado à família materna de uma mulher.
Nessa tradição, um tio materno dá dinheiro e outros presentes às mulheres da família, especialmente em ocasiões importantes, como casamentos. Munde adotou esse papel familiar para a distribuição de Diwali e disse que estava oferecendo mamera a cada funcionária.
O costume ajuda a explicar o uso de bandejas cerimoniais e a participação da esposa dele. Munde apresentou o evento tanto como recompensa pelo trabalho quanto como demonstração de carinho familiar, com a entrega pessoal do dinheiro, em vez de um processo de pagamento comum.
Munde também reconheceu que às vezes perde a paciência no trabalho, mas afirmou que sempre desejou o bem das funcionárias. Ele disse às mulheres que estaria ao lado delas. Essas declarações fizeram parte de sua explicação sobre o vínculo pessoal que queria transmitir com os presentes.
Uma funcionária viu no presente uma ajuda para comprar uma casa
Rekhaben Bhalada disse que nunca imaginou receber um bônus tão alto. Ela precisava de dinheiro para realizar o sonho de ter uma casa e afirmou que o pagamento seria útil para a compra de um imóvel novo.
A reação dela mostra concretamente o que a distribuição poderia mudar. Munde falou em facilitar as compras festivas, enquanto Bhalada disse que usaria a ajuda para um objetivo doméstico muito maior.
Um presente em dinheiro deixa essa decisão nas mãos de quem o recebe. Uma funcionária pode usá-lo em compras imediatas, guardá-lo ou destiná-lo a uma meta financeira já existente. No caso de Bhalada, a prioridade era a moradia; os planos de gastos das outras funcionárias não foram descritos.
As reações durante a distribuição foram emocionais e também práticas. Várias mulheres pareceram comovidas com o valor inesperado, e uma delas chorou ao recebê-lo. O relato de Bhalada dá um objetivo financeiro concreto aos sorrisos e às lágrimas que aparecem no vídeo.
O vídeo chamou atenção para a loja
As imagens já circulavam publicamente em 7 de novembro de 2026, quando uma publicação nas redes sociais mostrou a distribuição. O vídeo exibia o dinheiro organizado e as funcionárias recebendo os presentes, chamando atenção para o valor e a forma de entrega dos bônus.
Internautas elogiaram Munde por reconhecer a contribuição da equipe e dividir o dinheiro com as funcionárias antes do Diwali. Alguns brincaram pedindo o endereço da loja ou dizendo que gostariam de trabalhar lá. O vídeo foi compartilhado em plataformas como Instagram e Facebook.
A loja se juntou a outros locais de trabalho que ganharam destaque pelos presentes festivos. Na região de Rohini, em Delhi, uma empresa deu smartphones iPhone 16 aos funcionários, deixando aparelhos com fitas sobre as mesas. A escolha de Munde foi diferente: dinheiro, que as funcionárias poderiam usar de acordo com as próprias necessidades.
O detalhe mais pessoal do episódio em Surat veio de Bhalada. As bandejas cheias de cédulas atraíram os espectadores para o vídeo, mas o plano dela de usar o dinheiro na compra de uma casa mostrou como um pagamento festivo poderia ajudar em um objetivo que vai muito além do feriado.
Uma pequena equipe em um importante centro têxtil
O Mahadev Cloth Center funciona em uma cidade onde o setor têxtil sustenta uma vasta rede de negócios e empregos. Estima-se que Surat produza cerca de 65% dos tecidos de fibras manufaturadas da Índia, e que o comércio têxtil anual da cidade movimente aproximadamente Rs 70.000 crore a Rs 80.000 crore.
Os tecidos de fibras manufaturadas são produzidos com fibras fabricadas, e não apenas com fibras naturais, como o algodão. As empresas têxteis de Surat trabalham com produtos que vão de sáris e tecidos para roupas a materiais destinados a usos técnicos.
A distribuição de Munde chamou atenção para 20 trabalhadoras dentro de uma economia comercial muito maior. A justificativa que ele apresentou dizia respeito especificamente à loja: as funcionárias haviam ajudado o negócio a crescer, e ele queria que suas famílias também compartilhassem desse sucesso durante o Diwali.
Principais pontos
- Ramswaroop Munde deu mais de Rs 1 lakh a cada uma das 20 funcionárias, totalizando mais de Rs 20 lakh.
- Os bônus foram distribuídos no Mahadev Cloth Center, em Sudama Chowk, na região de Mota Varachha, em Surat.
- A esposa dele entregou às funcionárias bandejas prateadas de puja com maços de cédulas de Rs 10 a Rs 500.
- Munde relacionou os presentes à pobreza que viveu na infância, à contribuição das funcionárias e ao costume do Rajastão chamado mamera.
- A funcionária Rekhaben Bhalada disse que o pagamento inesperado a ajudaria a realizar o sonho de comprar uma casa.
- Um vídeo da distribuição que já circulava em 7 de novembro de 2026 recebeu elogios nas redes sociais.






