Remake de Zelda: Ocarina of Time chega ao Switch 2 com novos controles, revanche contra chefes e recursos para celular

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Zelda: Ocarina of Time Remake Arrives on Switch 2 With New Controls, Boss Rematches and Phone Features

Um retorno a Hyrule, reconstruída após 28 anos

A Nintendo lançou o remake completo de The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2 em 5 de novembro de 2026, trazendo novos gráficos, música orquestral, salto manual e um serviço complementar para smartphones à aventura lançada originalmente para Nintendo 64 em 1998. Uma atualização de lançamento, versão 1.1.1, adiciona suporte ao ZELDA NOTES e corrige vários problemas que afetavam o jogo.

Conteúdo
  1. Um retorno a Hyrule, reconstruída após 28 anos
  2. O que os jogadores podem comprar e quando
  3. Por que Link precisa viver em duas eras
  4. Novos controles mudam uma jornada conhecida
  5. A equipe escolheu a descoberta em vez de atalhos
  6. Visual renovado e dublagem seletiva
  7. Cantarolar vira outra forma de jogar
  8. Novos desafios e um registro mais claro do progresso
  9. O que a atualização de lançamento acrescenta ao celular
  10. Música e primeiras análises acompanham o lançamento
  11. Principais pontos

O preço no Japão é de 7.980 ienes na versão digital e 8.980 ienes na edição física. Na Coreia do Sul, a Nintendo anuncia a versão digital por 79.800 wons e a edição física por 88.000 wons. O remake é exclusivo do Switch 2, embora controles compatíveis do Switch original possam ser conectados ao novo console.

A Nintendo reconstruiu o jogo do zero, em vez de transferir o programa e os dados originais para um novo pacote gráfico. Ainda assim, seus desenvolvedores mantiveram a aventura central: Link viaja entre a infância e a vida adulta, vê como Hyrule muda ao longo de sete anos e usa as habilidades disponíveis em cada período para resolver problemas.

A decisão de desenvolvimento mais reveladora diz respeito a algo que a equipe removeu. Pontos extras de teletransporte foram testados para encurtar as viagens, mas acabaram descartados porque reduziam as descobertas pelo caminho. Além dessa opção, o remake introduz movimentação livre da câmera, um botão de salto, corrida e uma maneira mais rápida de trocar de equipamento.

O resultado é um remake com dois objetivos interligados: tornar uma aventura conhecida mais fácil de controlar, preservando suas rotas, seus quebra-cabeças e suas descobertas cuidadosamente planejados. Revanche contra chefes, um registro da história e vários recursos para celular acrescentam atividades à estrutura original.

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O que os jogadores podem comprar e quando

O lançamento acontece em 5 de novembro no Japão e na Coreia do Sul. A edição coreana oferece textos em coreano, tem classificação indicativa local de 12 anos e foi desenvolvida para um jogador. O jogo oferece modos TV, mesa e portátil, permitindo jogar a mesma aventura na televisão ou diretamente no console.

Entre os controles compatíveis estão o Joy-Con 2 e o Nintendo Switch 2 Pro Controller, além dos Joy-Con e Pro Controller do Switch original, quando conectados ao Switch 2. Uma análise informa que o jogo ocupa menos de 25 GB de armazenamento, um detalhe útil para quem está planejando o download.

A campanha de lançamento da Nintendo se desenrolou ao longo de quase dois meses:

  • 8 de setembro: O remake foi anunciado durante o Nintendo Direct do 40º aniversário de Zelda, e sua música-tema ficou disponível no Nintendo Music.
  • 23 de outubro: Quatro novos vídeos de gameplay mostraram locais e cenas de masmorras.
  • 29 de outubro: Três comerciais com Ren Meguro, integrante do Snow Man, apresentaram o início da aventura, a resolução de quebra-cabeças e as batalhas.
  • 2 e 3 de novembro: A Nintendo publicou sua entrevista em quatro capítulos, Ask the Developer, sobre o remake.
  • 5 de novembro: O jogo foi lançado, a versão 1.1.1 habilitou o suporte ao ZELDA NOTES, e o Nintendo Music ampliou sua seleção para oito faixas.
  • 8 de novembro, às 23h59: Termina a promoção de download na Coreia para compras elegíveis e resgates de códigos de download.

A promoção digital coreana oferece um papel de parede com design do 40º aniversário de Zelda. Os bônus da edição física variam conforme o vendedor e estão disponíveis enquanto durarem os estoques. A loja oficial da Nintendo na Coreia lista cinco cartões de arte A5, um suporte de papel e adesivos; outros varejistas participantes oferecem itens como sacola ecológica, suporte de acrílico, capa para o jogo ou moeda de metal.

Link começa como um garoto que vive na Floresta Kokiri. A Grande Árvore Deku, guardiã da floresta, diz a ele que está destinado a salvar Hyrule. Acompanhado pela fada Navi, ele deixa a floresta e acaba envolvido na luta contra as ambições de Ganondorf.

Sete anos separam as aventuras de Link na infância e na vida adulta. Um lugar visitado no início da história pode ter outra aparência, outros habitantes ou uma solução diferente para seus problemas quando ele retorna como adulto. Os itens e as habilidades também variam entre as duas idades, fazendo com que viajar no tempo seja parte da resolução da aventura, e não apenas uma mudança de cenário.

A ocarina conecta a música à progressão. As melodias aprendidas durante a jornada produzem efeitos úteis, como abrir caminhos e ajudar Link a avançar na história. Os jogadores precisam lembrar tanto onde uma ferramenta é útil quanto quando podem usá-la.

A Nintendo manteve a organização do jogo em áreas distintas. A passagem entre elas ainda envolve uma transição de mapa, em vez de uma viagem ininterrupta por uma paisagem contínua. Para os desenvolvedores, chegar a uma nova área é um momento de descoberta deliberado.

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Novos controles mudam uma jornada conhecida

Agora, Link pode saltar quando o jogador aperta um botão. Na versão para Nintendo 64, aproximar-se de certas bordas acionava um salto automático. O remake substitui esse sistema por um controle ativo, dando aos jogadores mais opções de movimento e facilitando a superação de alguns obstáculos.

Os ataques de salto contemplam dois hábitos. Os jogadores podem usar a ação conhecida do jogo original ou saltar primeiro e, em seguida, apertar o botão de ataque no ar, numa sequência mais próxima dos jogos recentes de Zelda. É possível correr mantendo um botão pressionado, enquanto o controle livre da câmera permite observar Hyrule de ângulos raramente permitidos pela apresentação original.

Um menu rápido de itens reduz a necessidade de abrir repetidamente a tela principal de equipamentos. Na prática, fica mais fácil mudar de estratégia durante o combate e alternar entre armas, ferramentas e magia, em vez de depender dos itens que já estavam equipados.

As análises descrevem um combate mais fluido e uma exploração mais fácil, embora com algumas concessões. A troca entre inimigos selecionados ainda pode ser desajeitada, e a liberdade para saltar pode reduzir o perigo de ameaças como armadilhas de lâminas móveis. Os novos controles mudam a forma como os jogadores enfrentam cada encontro, mesmo quando o caminho pela masmorra continua conhecido.

O Templo da Água também recebeu ajustes. Uma análise aponta que há menos chaves, enquanto outra descreve a masmorra como mais tolerável. Essas mudanças facilitam a navegação e o acompanhamento do progresso em um local que ainda depende de quebra-cabeças interligados.

A equipe escolheu a descoberta em vez de atalhos

O Grupo de Produção nº 3 de Planejamento e Desenvolvimento de Entretenimento da Nintendo liderou o remake. O produtor da série, Eiji Aonuma, e o coprodutor, Hidemaro Fujibayashi, se afastaram da direção diária do desenvolvimento, deixando uma nova equipe de responsáveis reconstruir a aventura.

O diretor Wu Xuewei trabalhou ao lado do diretor de arte Shinoda, do diretor de som Ohashi e do diretor de programação Taguchi. O diretor, o diretor de arte e o diretor de som pertencem ao Grupo de Produção nº 3 e trabalharam em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. Taguchi faz parte do grupo de gestão de programação.

Aonuma descreveu o projeto como uma oportunidade para desenvolvedores mais familiarizados com os jogos recentes de Zelda entenderem a construção do jogo antigo e as decisões por trás dele. Fujibayashi apontou o original de Nintendo 64 como um divisor de águas para a série. A decisão de mudar a aparência, mas preservar a experiência, partiu dos integrantes mais novos da equipe de desenvolvimento.

A equipe comparou repetidamente as ações recém-implementadas com o jogo original. A remoção dos pontos de teletransporte experimentais seguiu o mesmo raciocínio: uma viagem mais rápida também poderia significar menos oportunidades de notar algo interessante. O remake mantém um mundo mais contido e deliberadamente organizado do que a ampla liberdade associada às aventuras recentes de Zelda.

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Visual renovado e dublagem seletiva

Os artistas da Nintendo usaram o teatro de bonecos e os efeitos especiais práticos como referências iniciais. O objetivo era integrar personagens coloridos e estilizados de forma natural a um mundo com aparência fisicamente convincente. Animações ampliadas, diálogos revisados e cenas mais longas dão mais detalhes a encontros conhecidos.

É preciso esclarecer como funciona a dublagem. Descrições do lançamento falam, de formas diferentes, em dublagem nas cenas ou dublagem completa, enquanto uma análise do jogo final afirma que a grande maioria dos diálogos continua sem voz. Os jogadores devem esperar trechos dublados junto de uma quantidade substancial de diálogos em texto.

As mudanças nos personagens vão além da aparência. Análises apontam uma representação mais bem-intencionada de Mido, orientações menos repetitivas de Kaepora Gaebora e menos interrupções de Navi. Cenas iniciais mais longas também alteram o ritmo do começo da aventura.

Uma enquete com leitores, que reuniu 238 votos, perguntou especificamente sobre o novo visual. A opção mais entusiasmada recebeu 53,4%, outros 23,5% aceitaram o design, e 23,1% disseram que aquela não era a direção que esperavam. Juntas, as duas respostas favoráveis somam 76,9% dos votos, contra 23,1% da resposta de insatisfação.

As análises mostram uma mistura semelhante de elogios e ressalvas. Os ambientes detalhados e os novos arranjos orquestrais foram elogiados, enquanto alguns rostos de personagens e a combinação de texturas ornamentadas com proporções cartunescas pareceram menos convincentes para certos críticos.

Cantarolar vira outra forma de jogar

O microfone do Switch 2 oferece um novo método de entrada para a ocarina. Os jogadores podem cantarolar uma melodia ou tocá-la em um instrumento na direção do microfone, e Link a executa no jogo. O controle tradicional por botões continua disponível, então usar o microfone é opcional.

O recurso conecta uma mecânica conhecida de quebra-cabeça a uma ação física fora do console. Quem se lembra de uma melodia pode tentar cantá-la, em vez de reproduzi-la apenas apertando botões. A entrevista de desenvolvimento aborda o trabalho de reconhecimento de voz por trás dessa interação.

A Nintendo também vende um instrumento de Ocarina of Time que pode ser tocado em suas lojas no Japão, inclusive nas unidades de Tóquio, Osaka, Kyoto e Fukuoka. A HORI oferece uma versão eletrônica operada por botões. É possível tocar ambos na direção do microfone do console para acionar a execução correspondente no jogo.

O ZELDA NOTES acrescenta outra opção musical no celular. Sua ocarina virtual oferece execução livre, modo guiado e reprodução automática de partituras adquiridas. Os usuários podem criar as próprias partituras e compartilhá-las como códigos QR, ampliando a criação musical para além das melodias necessárias para concluir a aventura.

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Novos desafios e um registro mais claro do progresso

Uma nova instalação chamada Manmaden é aberta conforme a aventura avança. Com a aparência de um museu, ela contém estátuas de monstros derrotados e informações sobre suas características. Também permite que os jogadores desafiem novamente inimigos poderosos em revanches cronometradas.

As revanches dão ao combate um objetivo repetível além de concluir a história. Os jogadores podem voltar quando quiserem testar suas habilidades, enquanto o ZELDA NOTES registra os tempos de conclusão, concede títulos e exibe os melhores tempos do mundo.

A exploração traz outra novidade: mensagens descritas como pensamentos de fadas, espalhadas por Hyrule. Quando Link as encontra, Navi pode lê-las e revelar segredos deixados pelo mundo.

O novo recurso Fios do Tempo registra a aventura em formato de história e ajuda os jogadores a identificar o próximo objetivo. Para quem retorna após passar vários dias longe do jogo, ele permite retomar o fio da jornada sem precisar se lembrar de todas as conversas anteriores.

Algumas recompensas conhecidas agora custam mais. Melhorias das Grandes Fadas podem custar até 500 rúpias, segundo uma análise, enquanto as bolsas comportam o dobro de antes. A rúpia é a moeda de Hyrule; por isso, a bolsa maior e os novos custos de melhoria tornam a coleta de dinheiro uma parte mais ativa do planejamento das compras.

O que a atualização de lançamento acrescenta ao celular

A versão 1.1.1 habilita o ZELDA NOTES pelo Nintendo Switch App. Depois de atualizar o jogo, os jogadores recebem orientações de configuração ao iniciá-lo. A Nintendo descreve 11 funções complementares, que combinam navegação, registros, música e desafios opcionais.

A atividade de localização por fotos pede que os jogadores encontrem um lugar em Hyrule com base em uma imagem exibida no celular. É possível comprar dicas com rúpias, e as descobertas bem-sucedidas rendem pontos que podem ser trocados por partituras para ocarina. A atividade conecta a observação de pontos de referência durante a exploração à coleta de mais músicas para tocar.

Um mapa acompanha o jogo em tempo real e ajuda a localizar baús de tesouro e Skulltulas Douradas. Os jogadores podem ocultar objetos ainda não descobertos para preservar as surpresas e conferir as taxas de conclusão por área. Os registros diários organizam os acontecimentos em ordem cronológica, incluindo imagens capturadas automaticamente e estatísticas, como o número de inimigos derrotados.

Outras funções incluem estatísticas acumuladas de jogo, comparações com jogadores do mundo todo, um álbum com carimbos e molduras e uma tapeçaria da história ampliada, cujas ilustrações abrem cenas relacionadas. Um sistema de carimbos para amiibo concede um uso extra após a coleta de cinco carimbos.

Um quiz reúne mais de 2.000 perguntas, incluindo questões baseadas em fotografias. Há uma tentativa por dia, e tentativas adicionais podem ser obtidas com rúpias enviadas por uma loja dentro do jogo. Essas atividades para celular complementam a aventura principal, que continua sendo voltada a um jogador.

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Música e primeiras análises acompanham o lançamento

O Nintendo Music agora oferece uma playlist de oito faixas, com duração de 29 minutos. Ela inclui a música-tema e músicas da Floresta Kokiri, Campo de Hyrule, Cidade do Castelo, Vila Kakariko, Cidade Goron, Domínio dos Zora e Vale Gerudo.

A faixa-tema havia sido lançada em 8 de setembro, então o lançamento do jogo amplia a seleção de uma para oito faixas. Para ouvir, é preciso ter uma assinatura paga do Nintendo Switch Online. As músicas do original de Nintendo 64 e de Ocarina of Time 3D também estão disponíveis, permitindo comparar os arranjos das três versões.

O Nintendo Switch Online também está distribuindo partes de ícones de personagens por meio das recompensas de pontos de platina. Link, Zelda e Ganondorf estão entre os personagens apresentados em uma rotação de quatro semanas.

As primeiras notas das análises são altas, incluindo uma avaliação de 9,25 e um Metascore divulgado de 96 no lançamento. O consenso recorrente é mais específico do que os números: os críticos elogiam o esmero, a música e os controles aprimorados, mas descrevem uma aventura que continua muito familiar.

Esse equilíbrio define o lançamento. Quem retorna encontra uma reconstrução de lugares e encontros de que se lembra, com menos interrupções e mais controle. Novos jogadores percorrem a mesma jornada por duas eras, com registros mais claros, ferramentas opcionais para celular e movimentação mais próxima dos jogos atuais de Zelda.

Principais pontos

  • Ocarina of Time chegou ao Nintendo Switch 2 em 5 de novembro de 2026, como remake completo da aventura de 1998.
  • Os preços no Japão são de 7.980 ienes na versão digital e 8.980 ienes na edição física; na Coreia, são de 79.800 wons e 88.000 wons.
  • Os novos controles incluem salto manual, corrida, movimentação livre da câmera e um menu rápido de itens.
  • O uso do microfone permite cantarolar ou tocar melodias da ocarina, mas os controles por botões continuam disponíveis.
  • As novidades incluem revanches cronometradas contra chefes, mensagens de fadas e o registro de progresso Fios do Tempo.
  • A atualização 1.1.1 habilita 11 funções do ZELDA NOTES, como mapas, desafios fotográficos, ferramentas musicais e um quiz com mais de 2.000 perguntas.
  • A promoção de papel de parede digital na Coreia termina em 8 de novembro, às 23h59.
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