Três acordos em meio a centenas de pedidos
Apenas três dos 460 locais de trabalho de contratantes principais cujos sindicatos de subcontratadas pediram negociações haviam concluído acordos coletivos até 1º de outubro, segundo dados do Ministério do Emprego e do Trabalho obtidos por Kim Wi-sang, deputado do Partido do Poder Popular na Comissão de Clima, Energia, Meio Ambiente e Trabalho da Assembleia Nacional. Os acordos representam 0,65% dos locais de trabalho que receberam pedidos desde que a lei trabalhista revisada da Coreia do Sul entrou em vigor, em 10 de março.
Conteúdo
- Três acordos em meio a centenas de pedidos
- O que muda na prática com a lei
- Onde as negociações avançam e onde param
- Os pedidos cresceram mais rápido que os acordos concluídos
- O que os primeiros acordos conquistaram
- Por que sindicatos estão suspendendo alguns procedimentos
- Órgãos públicos estão sujeitos ao mesmo critério de empregador
- O controle sobre o trabalho distingue os casos municipais
- Sindicatos contestam o retrato do governo
- Principais pontos
Os pedidos abrangeram 261 locais de trabalho do setor privado e 199 do setor público, envolvendo 185.235 sindicalizados. Mais da metade dos locais, 238 ou 51,7%, não registrou novas medidas procedimentais dos sindicatos após o pedido inicial. Os procedimentos continuavam nos outros 222 locais, ou 48,3%.
O primeiro acordo foi concluído na unidade de Dangjin da Hyundai Steel em 10 de setembro, envolvendo a siderúrgica e quatro subsidiárias. A Hangang EMP, empresa de tratamento de resíduos da construção civil em Gimpo, veio em seguida, em 16 de setembro. Depois, o Centro de Desenvolvimento da Cidade Internacional Livre de Jeju, conhecido como JDC, tornou-se a primeira organização do setor público a concluir um acordo sob o novo marco.
Esses resultados mostram uma grande diferença entre pedir negociações e chegar a um acordo. No entanto, não significam que os outros 457 locais tenham rejeitado as negociações. Alguns haviam iniciado conversas substantivas, outros aguardavam decisões sobre suas obrigações legais e muitos sindicatos acompanhavam casos anteriores ou buscavam diálogo com o governo antes de tomar novas medidas.
Essa distinção importa porque a disputa central costuma ser sobre quem deve negociar. A lei revisada permite que trabalhadores empregados por uma subcontratada peçam negociações com o contratante principal que de fato controla suas condições de trabalho, mesmo sem um contrato de trabalho direto.
O que muda na prática com a lei
A Lei do Envelope Amarelo alterou os artigos 2 e 3 da Lei de Ajuste das Relações Sindicais e Trabalhistas. Suas disposições sobre negociação ampliam a responsabilidade de empregador para incluir uma organização que controle ou determine substancialmente as condições de trabalho, em vez de considerar a empresa indicada no contrato de trabalho como a única possível contraparte nas negociações.
Para trabalhadores terceirizados, isso pode significar negociar diretamente com uma organização que controla o local de trabalho, os sistemas operacionais ou as instruções de serviço. Uma subcontratada pode empregar formalmente os trabalhadores, mas não ter autoridade para mudar as condições que estão no centro das reivindicações.
As emendas também ampliaram o escopo das disputas trabalhistas para incluir decisões de gestão empresarial que afetam as condições de trabalho e alteraram as regras sobre responsabilidade individual por danos decorrentes de greves. Os dados de outubro sobre os locais de trabalho dizem respeito ao andamento das negociações, não aos resultados dessas outras mudanças.
Assim, a condição de empregador é uma questão jurídica prática: a organização tem autoridade para mudar a condição de trabalho específica em disputa? As decisões envolvendo órgãos públicos mostram que fornecer recursos, administrar um contrato e controlar o trabalho diário não necessariamente levam ao mesmo resultado.
Onde as negociações avançam e onde param
Dos 222 locais com procedimentos em andamento, 171 seguiam o processo de unificação dos canais de negociação. Esse processo define a representação sindical e o canal pelo qual as negociações ocorrerão quando vários sindicatos pedem que elas sejam realizadas.
Os dados do ministério registraram 142 locais na etapa de negociação, o equivalente a 30,9% dos 460 locais que receberam pedidos. Desse total, 81 conduziam procedimentos formais de negociação, incluindo reuniões introdutórias, enquanto 61 mantinham conversas de trabalho sobre pautas ou cronogramas. Nenhuma dessas categorias significa que um acordo tenha sido concluído.
Em outros 29 locais, etapas básicas, como a publicação de um aviso sobre o pedido de negociação, ainda não haviam sido concluídas; quatro avaliavam publicar o aviso. Em 27 locais, uma decisão da comissão de relações trabalhistas ainda não havia sido formalmente comunicada. Três tinham pedidos de revisão, cinco aguardavam decisões da comissão e, em 12, a condição de empregador havia sido negada.
Esses dados descrevem diferentes etapas processuais e resultados jurídicos. Não devem ser somados como se cada um representasse uma medida separada de recusa do empregador. A conclusão mais sólida é mais restrita: os acordos assinados ainda são raros, enquanto um grupo maior chegou à etapa de negociação ou continua percorrendo os procedimentos necessários para estabelecê-la.
Os pedidos cresceram mais rápido que os acordos concluídos
Uma avaliação anterior do ministério, divulgada em 22 de junho de 2026, cobriu os primeiros cerca de 100 dias, até 19 de junho. Ela contabilizou 1.161 sindicatos de subcontratadas, que representavam cerca de 164 mil trabalhadores e haviam pedido negociações a 439 locais de contratantes principais. Cada contratante principal recebeu, em média, 2,6 pedidos.
Em comparação com essa avaliação, o total de 460 locais registrado em outubro foi 21 maior, um aumento de cerca de 4,8%. O número informado de sindicalizados subiu de aproximadamente 164 mil para 185.235, uma diferença de cerca de 21.235, ou aproximadamente 13%. A comparação do número de sindicalizados é aproximada, pois o dado anterior foi arredondado.
Os pedidos se concentraram perto da entrada em vigor da lei. A avaliação de junho registrou 363 locais de contratantes principais em março, mais 42 em abril e 23 em maio. Sindicatos filiados à Confederação Coreana de Sindicatos representavam 47,0% dos sindicatos que fizeram pedidos; a Federação dos Sindicatos da Coreia, 43,6%; e os sindicatos sem filiação, 9,4%.
Até 19 de junho, procedimentos na comissão de relações trabalhistas haviam sido iniciados em 141 locais, e a condição de empregador havia sido reconhecida em 103. As negociações formais tinham começado em apenas 10 locais, incluindo o Centro Médico Metropolitano de Incheon. Outros 42 locais haviam iniciado os procedimentos voluntariamente, sem recorrer à comissão, enquanto 256 não registravam novas medidas após um pedido.
A sequência mostra que o pequeno número de negociações formais deu lugar a um processo de negociação mais amplo, embora as categorias de junho e outubro não sejam medidas idênticas. Os principais marcos foram:
- 10 de março: A lei revisada entrou em vigor.
- 19 de junho: A avaliação inicial contabilizou pedidos em 439 locais de contratantes principais e negociações formais em 10.
- 10 de setembro: A Hyundai Steel e quatro subsidiárias concluíram o primeiro acordo.
- 16 de setembro: A Hangang EMP assinou o segundo acordo, anunciado no dia seguinte.
- 1º de outubro: O ministério registrou pedidos em 460 locais e três acordos concluídos.
O que os primeiros acordos conquistaram
Na unidade de Dangjin da Hyundai Steel, a assinatura de 10 de setembro envolveu a Hyundai Steel e representantes dos trabalhadores e da administração da Hyundai ITC, Hyundai IEC, Hyundai IMC e Hyundai ISC. O marco demonstra que negociações entre um contratante principal e várias subsidiárias podem resultar em um acordo concluído. Os termos específicos desse acordo não foram detalhados.
O acordo da Hangang EMP oferece um relato mais concreto do que as negociações diretas podem abordar. A empresa e o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte de Concreto Usinado Hangang concordaram com a estabilidade no emprego e melhores condições para trabalhadores subcontratados empregados por agências de mão de obra. Também chegaram a um acordo sobre adicionais relacionados ao despacho de veículos, tema central da disputa no local de trabalho.
O sindicato havia pedido negociações em 22 de abril. Após uma decisão da comissão de relações trabalhistas sobre a unificação dos canais de negociação, as negociações formais começaram em agosto, e o acordo foi assinado em 16 de setembro. Do pedido à conclusão, o processo levou quase cinco meses, mesmo em um caso que se tornou um dos primeiros exemplos de sucesso.
Shin Dong-sul, chefe do escritório regional de Bucheon do Escritório Regional de Emprego e Trabalho de Jungbu, disse que seu escritório apoiou o processo desde o pedido inicial até a assinatura. Ele descreveu os resultados do acordo:
Este acordo é um caso em que trabalhadores e administração, tanto do contratante principal quanto da subcontratada, alcançaram estabilidade no emprego e melhores condições de trabalho para os trabalhadores subcontratados por meio do diálogo.
A Hangang EMP foi a primeira empresa de sua categoria por porte a concluir um acordo desse tipo e o segundo caso, depois da Hyundai Steel. O acordo do JDC ampliou a lista para incluir o setor público, embora a data da assinatura e os termos detalhados não tenham sido especificados.
Por que sindicatos estão suspendendo alguns procedimentos
O ministério atribui boa parte da falta de atividade nos 238 locais a decisões dos sindicatos sobre a ordem de atuação. Na construção civil, os sindicatos priorizaram negociações com grandes empresas, enquanto outros locais aguardavam para ver como essas negociações avançariam antes de levar adiante seus próprios procedimentos.
No setor público, os pedidos se concentram em áreas como serviços de assistência e coleta de lixo doméstico. Segundo o ministério, alguns sindicatos suspenderam os procedimentos na comissão de relações trabalhistas enquanto prosseguem conversas entre sindicatos e governo, inclusive em um órgão consultivo sobre serviços de assistência.
Essa explicação corresponde, em linhas gerais, à avaliação de junho, que também encontrou inatividade concentrada na construção civil privada e nos serviços públicos de assistência. Na ocasião, o ministério argumentou que aguardar decisões anteriores da comissão ou consultas com o governo não indicava necessariamente atraso generalizado nem recusa dos contratantes principais.
A avaliação de junho também oferece informações sobre o receio de que a lei pudesse levar a uma fragmentação excessiva das negociações. A separação de unidades de negociação havia sido decidida em 29 locais e aprovada em 12. Em nove casos, a aprovação separou as unidades por divisão de negócios. Segundo o ministério, os casos aprovados geralmente resultaram em duas unidades de negociação, e não em muitas unidades pequenas.
Essas informações explicam parte do atraso processual, mas não demonstram se todas as suspensões são voluntárias nem se a estratégia de esperar levará a acordos. Os dados de outubro não apresentam um cronograma para a retomada dos procedimentos suspensos nos 238 locais.
Órgãos públicos estão sujeitos ao mesmo critério de empregador
Os próprios órgãos do governo central também se tornaram alvos de pedidos de negociação. Dados do ministério obtidos pelo deputado do Partido do Poder Popular Park Soo-min registraram 15 pedidos de negociação coletiva contra órgãos da administração central até 17 de setembro. Quatro instituições, o Serviço Nacional de Impostos, o Ministério das Pequenas e Médias Empresas e Startups, os Correios da Coreia e o Serviço de Alfândega da Coreia, tiveram sua condição de empregador reconhecida e conduziam negociações formais.
Uma análise de seis decisões de comissões de relações trabalhistas sobre pedidos de negociação com o governo mostrou como a autoridade sobre atividades específicas no local de trabalho afetou os resultados. No caso do Serviço Nacional de Impostos, o órgão havia aceitado um pedido para aprimorar os mecanismos de bloqueio de chamadas abusivas durante consultas com um sindicato de uma central de atendimento terceirizada. O reconhecimento de responsabilidade por melhorias no local de trabalho, incluindo um vazamento no teto, também contribuiu para a decisão de reconhecer sua condição de empregador.
O Ministério da Saúde e Bem-Estar, o Ministério da Gestão de Pessoal e o Ministério do Interior e da Segurança não foram reconhecidos como empregadores nos casos descritos. A distinção relevante era se tinham os meios e a autoridade para mudar as condições reivindicadas pelos sindicatos. Ainda assim, a Comissão Regional de Relações Trabalhistas de Chungnam recomendou diálogo entre o ministério responsável pela gestão de pessoal e o sindicato dos trabalhadores postais.
Outro relato identificou o Ministério das Pequenas e Médias Empresas e Startups, o Ministério da Ciência e das TIC e o Serviço de Alfândega da Coreia como instituições que aceitaram as decisões iniciais das comissões regionais e iniciaram negociações sem pedir revisão. Essa lista difere das quatro instituições registradas como conduzindo negociações formais até 17 de setembro. Os relatos usam medidas processuais diferentes e não devem ser tratados como um único total fixo.
Park Soo-min argumentou que a incerteza no governo central dificultava esperar que empresas privadas respondessem com segurança apenas com base nas orientações do ministério. Park Ji-soon, professor da faculdade de direito da Universidade da Coreia, alertou que usar consultas voluntárias como prova de responsabilidade do empregador poderia desestimular organizações a iniciar o diálogo. Essas são críticas à aplicação das regras, não conclusões de que a consulta cria automaticamente uma obrigação de negociar.
O controle sobre o trabalho distingue os casos municipais
As orientações do governo adotaram uma abordagem restritiva quanto ao reconhecimento da condição de empregador no setor público, sob o argumento de que as condições de trabalho muitas vezes são determinadas por leis e orçamentos que os órgãos apenas executam. Ainda assim, decisões das comissões de relações trabalhistas mostram que instituições públicas podem ser consideradas empregadoras quando têm poder de decisão sobre condições específicas.
Em agosto, a Comissão Nacional de Relações Trabalhistas reverteu uma decisão regional inicial envolvendo o distrito de Bupyeong, em Incheon. Foi a primeira decisão da comissão nacional reconhecendo que um governo local poderia ser empregador contratante principal sob o marco revisado. Em seguida, vieram decisões reconhecendo essa condição para a província de Gyeongsang do Sul e a cidade de Changwon. Em junho, uma comissão regional já havia reconhecido a condição de empregador de Chuncheon em um caso envolvendo trabalhadores terceirizados da coleta e do transporte de lixo doméstico.
O Ministério do Trabalho explicou que as instruções dadas por Bupyeong a uma empresa privada contratada demonstravam controle efetivo e autoridade decisória sobre a forma como os funcionários trabalhavam. A decisão se baseou nos poderes concretos do distrito, e não apenas em sua condição de órgão público.
Uma distinção semelhante apareceu no caso do Ministério das Pequenas e Médias Empresas e Startups. O ministério administrava diretamente e podia alterar sistemas relacionados ao bloqueio de chamadas abusivas, às condições de trabalho nas centrais de atendimento e aos avisos telefônicos automatizados. Esses poderes justificaram o reconhecimento de sua condição de empregador.
Em contrapartida, a Comissão Regional de Relações Trabalhistas de Gyeonggi concluiu que o apoio financeiro de Hwaseong a um conselho esportivo não comprovava autoridade direta ou final sobre os adicionais e o recrutamento de instrutores esportivos. O financiamento previsto em decretos locais e orçamentos, por si só, era insuficiente.
Em conjunto, esses casos indicam que nem o financiamento público nem a terceirização, isoladamente, resolvem a questão. O ponto decisivo é o que a instituição pode de fato mudar. Kim Wi-sang criticou a diferença entre as orientações restritivas do governo e a opção de algumas instituições por negociar, argumentando que critérios inconsistentes poderiam gerar confusão para órgãos públicos e trabalhadores subcontratados.
Sindicatos contestam o retrato do governo
A Confederação Coreana de Sindicatos apresentou uma avaliação bem mais crítica em uma entrevista coletiva realizada em 13 de outubro, em frente ao Cheong Wa Dae Sarangchae. A entidade contabilizou 644 locais de trabalho entre seus filiados nos quais haviam sido solicitadas negociações com contratantes principais, mas negociações efetivas estavam em andamento em apenas 22, ou 3,4%.
Esse total difere dos 460 locais registrados pelo ministério e dos 142 casos na etapa de negociação. Os números abrangem grupos diferentes e usam descrições distintas do andamento. A contagem do sindicato diz respeito a locais entre seus filiados, enquanto o ministério diferencia negociações formais de conversas de trabalho. Sem definições compatíveis e uma lista comum de locais, não é possível conciliar diretamente os dois conjuntos de dados.
O presidente da confederação, Yang Kyeong-su, argumentou que as regras de implementação e as orientações interpretativas davam aos empregadores meios para evitar negociações. Ele citou os protestos de trabalhadores subcontratados da construção naval na Hanwha Ocean e pediu a revogação das regras e orientações.
Kim Kwang-chang, chefe da federação dos trabalhadores do setor de serviços, mencionou outras barreiras enfrentadas mesmo após o reconhecimento da condição de empregador. Segundo ele, a CJ Logistics levou seis meses para iniciar negociações após uma decisão judicial que reconheceu essa condição. Trabalhadores da distribuição da Nonghyup relataram ter vencido em uma comissão regional antes de a comissão nacional decidir que salários não eram um tema para negociação com o contratante principal. Kim também alegou que a filial da SK Intex se deparou com uma recusa após uma reunião introdutória, porque o contratante principal negou sua condição de empregador.
A confederação também contestou as orientações do ministério sobre o escopo das disputas trabalhistas, divulgadas em 3 de setembro. A crítica aponta para uma segunda camada de divergência: o reconhecimento de um empregador não resolve necessariamente quais assuntos podem ser negociados nem quais podem fundamentar uma ação trabalhista.
O ministério prometeu orientar trabalhadores e empregadores e apoiar as negociações conforme os procedimentos legais. Nenhuma data foi anunciada para revisar as orientações contestadas, resolver os casos pendentes ou divulgar a próxima avaliação abrangente do andamento. Por enquanto, os dados mostram três acordos concluídos, um processo de negociação em expansão e disputas persistentes sobre a responsabilidade dos empregadores, os temas das negociações e os atrasos processuais.
Principais pontos
- Até 1º de outubro, 460 locais de contratantes principais haviam recebido pedidos de negociação envolvendo 185.235 sindicalizados.
- Três locais haviam concluído acordos, uma taxa de 0,65%.
- Os procedimentos continuavam em 222 locais; em 238, não houve novas medidas processuais dos sindicatos após o pedido inicial.
- O ministério registrou 81 locais em negociações formais e 61 em conversas sobre pautas ou cronogramas.
- Hyundai Steel, Hangang EMP e JDC concluíram os primeiros acordos, incluindo o primeiro do setor público.
- Os casos envolvendo o governo e municípios dependem da autoridade efetiva sobre as condições de trabalho em questão.
- A Confederação Coreana de Sindicatos informou que havia negociações em 22 de 644 locais em sua própria contagem e pediu a revogação das regras e orientações contestadas.






