Uma defasagem de sete anos no fornecimento coloca usinas existentes em foco
A Tailândia avalia prorrogar contratos de usinas termelétricas a gás existentes, enquanto os pedidos de eletricidade de data centers chegam a cerca de 35.000 megawatts, diante de uma previsão de aproximadamente 8.800 megawatts na versão preliminar do Plano de Desenvolvimento de Energia 2026. A preocupação imediata é o prazo: novas usinas a gás de grande porte poderiam levar cerca de sete anos para começar a fornecer eletricidade devido à escassez de equipamentos e aos cronogramas de construção.
Conteúdo
- Uma defasagem de sete anos no fornecimento coloca usinas existentes em foco
- Pedidos de energia não são o mesmo que demanda confirmada
- O que inclui a previsão de 8.800 megawatts
- Quais usinas existentes poderiam continuar em operação
- Propostas das empresas vão além de grandes usinas a gás
- O EEC precisa de capacidade de geração e de transmissão
- PEA quer que incorporadores compartilhem o risco dos investimentos
- O crescimento das renováveis não elimina o problema dos prazos
- Contratos de energia limpa e tarifas continuam indefinidos
- As datas e decisões que importam daqui para frente
- Principais pontos
Wattanapong Kurovat, diretor do Escritório de Política e Planejamento Energético (EPPO), descreveu a proposta do setor privado após a consulta pública sobre a versão preliminar do plano, realizada de 8 a 15 de setembro de 2026. O escritório avalia manter em operação grandes produtores independentes de energia, conhecidos como IPPs, cujos contratos estão perto do vencimento. Não foi anunciada nenhuma prorrogação geral nem uma lista final de usinas aprovadas.
A proposta surge enquanto a versão preliminar do PDP 2026 busca ampliar a energia limpa e renovável e, ao mesmo tempo, acomodar data centers e novas indústrias, sobretudo no Corredor Econômico Oriental (EEC). As decisões dependeriam da demanda de eletricidade, da segurança do sistema, da eficiência das usinas e de sua localização, e não apenas da vontade de um operador de continuar vendendo energia.
Warit Rattanachuen, vice-governador de estratégia da Autoridade de Geração de Eletricidade da Tailândia (EGAT), disse que garantir turbinas para uma grande usina poderia exigir um compromisso de dezenas de bilhões de baht e uma espera de cerca de cinco anos. A construção levaria então quase mais dois anos.
Esse cronograma de equipamentos explica por que se discute manter a geração existente. Isso não significa que todos os pedidos de conexão de data centers se transformarão em instalações em operação nem que será necessário prorrogar todos os contratos que estão vencendo.
Pedidos de energia não são o mesmo que demanda confirmada
Os maiores números se referem a solicitações ou manifestações de interesse, e não à eletricidade que já está sendo consumida. Warit estimou em aproximadamente 35.000 megawatts o total de pedidos feitos à Autoridade Provincial de Eletricidade (PEA) e à Autoridade Metropolitana de Eletricidade (MEA), descrevendo esse número como próximo do atual pico de demanda nacional.
Uma avaliação separada aponta pedidos de data centers à PEA de 26.045,2 megawatts, diante de uma capacidade declarada de atendimento de 4.882,7 megawatts. Com base nesses números, os pedidos são cerca de 5,3 vezes superiores à capacidade informada para atendê-los. Essa comparação se refere apenas à PEA e não deve ser entendida como uma medida de todo o sistema nacional.
Songwut Khandee, vice-governador assistente de planejamento e engenharia da PEA, descreveu manifestações de interesse no EEC e nas áreas próximas que chegam a 38.000 a 40.000 megawatts. Seu relato também mencionou um número muito menor, de 3.800 megawatts, sem explicar como essa quantia se relaciona com a faixa superior.
Os relatos também divergem sobre o pico nacional usado como referência. Songwut citou aproximadamente 50.000 megawatts, enquanto Warit comparou os 35.000 megawatts com o pico nacional. Em relação ao número de 50.000 megawatts, pedidos de 38.000 a 40.000 equivaleriam a 76% a 80%. Os relatos não esclarecem as datas, definições ou abrangência geográfica por trás desses números.
Songwut descreveu a faixa superior de pedidos como um cenário otimista apresentado pelos incorporadores e alertou que o consumo real ainda precisava ser determinado. Os projetos podem avançar por etapas, operar abaixo da capacidade solicitada ou nunca chegar à construção. Portanto, construir para atender a todos os pedidos criaria um risco diferente daquele de não atender investimentos confirmados.
O que inclui a previsão de 8.800 megawatts
A previsão nacional da versão preliminar para data centers é de aproximadamente 8.800 megawatts. Warit descreveu seus componentes como cerca de 4.000 megawatts no EEC, 2.600 megawatts fora do corredor, para os quais as concessionárias aceitaram pedidos, e aproximadamente 2.000 megawatts de margem adicional no planejamento.
Esses componentes arredondados somam 8.600 megawatts, e não 8.800. A diferença de 200 megawatts não é explicada no detalhamento divulgado e não deve ser atribuída silenciosamente a outra categoria. Os dois primeiros componentes somam 6.600 megawatts, mas a aceitação pelas concessionárias não garante, por si só, o fornecimento de eletricidade. A alocação ainda depende do Comitê de Política para Negócios de Data Centers.
Um relato separado sobre a versão preliminar aponta premissas de demanda de data centers entre 6.799 e 8.811 megawatts. O valor superior é compatível com uma previsão de aproximadamente 8.800 megawatts, embora os relatos não estabeleçam que todos os números correspondam ao mesmo cenário ou à mesma versão do plano.
Os cerca de 35.000 megawatts em pedidos somados são quase quatro vezes a previsão de 8.800 megawatts do planejamento. Essa comparação é entre o conjunto de projetos em prospecção e a premissa de planejamento, não uma prova de déficit imediato de fornecimento. A questão decisiva é quanto da demanda solicitada se confirmará, onde será conectada e quando precisará de eletricidade.
Quais usinas existentes poderiam continuar em operação
Uma análise identifica quatro usinas a gás ou unidades geradoras cuja operação poderia continuar: Glow IPP, com 713 megawatts; Ratchaburi, com 2.041 megawatts; unidade 3 de Wang Noi, com 446 megawatts; e Nam Phong, com 650 megawatts. As capacidades listadas somam 3.850 megawatts. Trata-se de um conjunto potencial de capacidade existente, não de um pacote de prorrogações aprovado.
Um relato separado usa um agrupamento mais amplo de Ratchaburi, de aproximadamente 3.500 megawatts. Ele inclui as unidades termelétricas 1 e 2, que somam 1.400 megawatts e cujos contratos de compra de energia já terminaram, e os blocos de ciclo combinado 1 a 3, que totalizam cerca de 2.100 megawatts e cujos contratos devem vencer progressivamente em 2027.
Os dois números de Ratchaburi não devem ser tratados como equivalentes. O valor de 3.500 megawatts inclui unidades adicionais às contempladas no número mais restrito de 2.041 megawatts. Somar ambos contaria duas vezes parte da capacidade.
A expectativa é que a Glow IPP, associada à Global Power Synergy (GPSC), chegue ao vencimento do contrato por volta de 2028. A Glow SPP11, uma instalação separada de 150 megawatts, já encerrou seu contrato. Um relato da empresa descreveu usos alternativos para sua capacidade e seu terreno, incluindo sistemas de eletricidade para atender data centers, caso a prorrogação não seja concedida.
A Burapha Power, em Chachoengsao, é outro caso distinto. O projeto de 540 megawatts está programado para fornecer eletricidade em 2029, segundo um acordo contratual existente. Ele não deve ser incluído automaticamente na capacidade cuja renovação contratual está sendo proposta.
Propostas das empresas vão além de grandes usinas a gás
Nopadej Karnasuta, diretor-executivo da B.Grimm Power para Tailândia, Malásia e soluções para negócios industriais, disse que cerca de 22 usinas, com capacidade combinada de 3.000 megawatts, foram propostas para análise. O grupo inclui IPPs e pequenos produtores de energia, ou SPPs. O relato não estabelece que todas as 22 usinas pertençam à B.Grimm nem que constituam um conjunto separado, sem sobreposição com outras propostas.
Kirana Limpaphayom, diretor de operações da Banpu, disse que a empresa pediria a prorrogação da usina a carvão BLCP, de 1.434 megawatts, em Rayong, caso a nova abordagem permita. O contrato deve vencer em 2032. Essa proposta vai além do foco original nas grandes usinas a gás e exigiria uma decisão à parte.
Uma prorrogação de cerca de sete anos foi discutida como período que poderia justificar investimentos em máquinas e mudanças nos equipamentos. As expectativas preliminares são de que os preços da eletricidade nos acordos renovados possam permanecer próximos dos níveis atuais. Nem o prazo nem o preço foram definidos por meio de negociações formais detalhadas.
A proposta de renovar por sete anos e a estimativa de sete anos para equipamentos e construção descrevem coisas diferentes. A duração semelhante ajuda a explicar o interesse em manter usinas em operação enquanto novas capacidades são desenvolvidas, mas não representa um cronograma acordado de substituição.
O EEC precisa de capacidade de geração e de transmissão
A versão preliminar do plano inclui cerca de 4.200 megawatts de nova geração no EEC: aproximadamente 1.400 megawatts na região de Bang Pakong, em Chachoengsao, e 2.800 megawatts na zona de Rayong. Os projetos incluiriam tanto geração da EGAT quanto capacidade aberta a grandes produtores privados.
Essas localidades são importantes porque a eletricidade precisa chegar às áreas onde a demanda cresce. Manter uma usina em outra região da Tailândia não resolve automaticamente uma limitação da rede local em Chachoengsao, Chonburi ou Rayong. Por isso, o EPPO inclui a localização, junto com a eficiência e a segurança do sistema, entre os critérios de avaliação propostos.
A EGAT prepara um investimento de aproximadamente 31 bilhões de baht em transmissão para atender à previsão de 4.000 megawatts de demanda de data centers no EEC. A proposta está sendo analisada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e pela Comissão Reguladora de Energia antes de ser encaminhada ao gabinete, com início previsto para 2027.
O programa de transmissão tem duas fases. A primeira envolve mais de 1 bilhão de baht e é descrita como estando em implementação e planejamento para atender à demanda inicial. Essa distinção importa: algumas atividades preparatórias não significam que o programa completo de 31 bilhões de baht tenha recebido aprovação final.
Warit disse que os data centers individuais variam de aproximadamente 50 a 60 megawatts a 200 a 300 megawatts, e que alguns projetos chegam a 800 a 1.000 megawatts. A EGAT está modelando mudanças no consumo de eletricidade dessas instalações e os equipamentos necessários para manter a estabilidade da rede. Uma proposta para atender data centers diretamente por linhas de transmissão da EGAT acima de 115 quilovolts também exigiria mudanças regulatórias.
PEA quer que incorporadores compartilhem o risco dos investimentos
A PEA descreveu um programa existente de infraestrutura elétrica no EEC, no valor de mais de 15 bilhões de baht, aprovado pelo gabinete em 2020. Mais de 80% do orçamento já foi investido. O sistema desenvolvido pode atender aproximadamente 16 projetos iniciais de data centers e está se aproximando dos limites de sua capacidade atual.
A concessionária estuda um novo plano de investimentos de cerca de 5 bilhões de baht para subestações e ampliação da rede, usando como base de planejamento a previsão nacional de 8.800 megawatts para data centers. Também planeja fornecer energia em 22 quilovolts para a construção de edifícios e atividades industriais relacionadas. A apresentação do projeto depende de regras mais claras para a alocação de eletricidade aos data centers.
Songwut propôs que os incorporadores participem por meio de investimentos conjuntos ou garantias de consumo de eletricidade. Segundo ele, um compromisso financeiro faria dos pedidos um indicador mais confiável da demanda real e reduziria o risco de outros consumidores de eletricidade pagarem por uma infraestrutura não utilizada.
Ele alertou que investimentos baseados em pedidos não confirmados poderiam elevar os custos nas tarifas, mencionando possíveis valores de 4, 6 ou 8 baht por unidade. Esses números foram apresentados como alertas sobre o risco dos investimentos, e não como decisões anunciadas sobre tarifas ou projeções consolidadas.
A PEA também busca recursos para redes elétricas inteligentes por meio de um decreto de empréstimo proposto de 200 bilhões de baht para a transição energética. Entre suas prioridades estão melhorar o monitoramento das condições da rede, seguido de armazenamento, sistemas de controle e revisão das tarifas. Esse valor de empréstimo faz parte de um plano de financiamento mais amplo, não do orçamento da expansão de 5 bilhões de baht proposta para o EEC.
O crescimento das renováveis não elimina o problema dos prazos
A versão preliminar do PDP 2026 abrange o período de 2026 a 2050. Um cenário de demanda mais elevada divulgado prevê um pico de necessidade de eletricidade de 79.696 megawatts, com capacidade total de geração ao fim do plano entre 185.673 e 206.073 megawatts, conforme o cenário. A capacidade instalada não equivale à eletricidade disponível em todos os momentos, sobretudo quando a energia solar e outras fontes variáveis representam uma parcela grande.
A versão preliminar inclui 9.100 megawatts de nova geração a gás e uma nova alocação de 24.300 megawatts para energia solar, dos quais 14.300 megawatts seriam destinados a produtores privados. Esses são volumes previstos no planejamento. Os cronogramas de contratação, as conexões e a conclusão dos projetos determinarão quando essa capacidade poderá ser utilizada.
Um exemplo usado na discussão sobre prorrogações considera uma demanda média de eletricidade de cerca de 25.000 megawatts e uma geração solar diurna de aproximadamente 10.000 megawatts. Nesse exemplo, outras fontes de geração fornecem cerca de 15.000 megawatts durante o dia, mas precisam cobrir uma parcela maior da demanda quando a produção solar cai. É uma ilustração das mudanças nas necessidades de fornecimento, não um registro verificado da geração em um momento específico.
Usinas a gás de ciclo combinado usam uma turbina a gás para produzir eletricidade e, em seguida, recuperam o calor dos gases de escape para gerar mais energia por meio de uma turbina a vapor. Manter essas usinas poderia preservar uma geração controlável durante a transição. Compromissos mais longos com combustíveis fósseis, porém, também expõem o sistema aos custos dos combustíveis e ao risco de os ativos se tornarem menos econômicos antes do fim de sua vida útil.
Armazenamento, redes mais robustas e gestão da demanda de eletricidade fazem parte, portanto, da mesma decisão de planejamento. A EGAT e as autoridades do EEC também estudam pequenos reatores modulares, com capacidade potencial de aproximadamente 9.000 megawatts mencionada na versão preliminar. Esse número não corresponde a um programa de construção aprovado nem a uma solução com prazo de entrega definido.
Contratos de energia limpa e tarifas continuam indefinidos
Uma estimativa divulgada para a tarifa média no plano é de 3,8364 baht por quilowatt-hora. Quilowatt-hora é a unidade usada na cobrança da eletricidade consumida. A estimativa resulta das premissas do planejamento, não de uma promessa de que as contas residenciais ou as tarifas dos data centers permanecerão nesse nível durante todo o período do plano.
Os valores efetivamente cobrados dependerão dos preços do gás e do gás natural liquefeito, dos investimentos na rede, do financiamento, dos contratos e das decisões regulatórias. O aumento dos custos para outros consumidores em razão do crescimento dos data centers também dependerá de quem pagará pelas novas conexões, pela capacidade reservada e pelo fornecimento de reserva. O aumento das tarifas residenciais não é uma consequência automática da chegada de cada novo data center.
A EGAT estuda modalidades que abrangem a eletricidade da rede convencional, a Tarifa Verde de Serviços Públicos (UGT), os contratos diretos de compra de energia (Direct PPA) e cobranças de reserva para empresas que geram sua própria eletricidade. O Direct PPA permite que um cliente elegível contrate diretamente com um gerador, enquanto o acesso à rede e as tarifas de serviço ainda precisam ser regulamentados.
A PEA descreveu um marco de política de 2.000 megawatts envolvendo Direct PPA e UGT e defende um projeto-piloto no EEC. Outro relato descreve 2.000 megawatts como a capacidade prevista para o projeto-piloto de Direct PPA e afirma que ela não é reservada exclusivamente a data centers. Essas descrições não estabelecem alocações separadas que possam ser somadas.
A EGAT também citou preços de eletricidade para data centers de aproximadamente 6 a 7 baht por unidade nas Filipinas e mais de 8 baht em Singapura. Esses preços divulgados não podem ser comparados diretamente com a média prevista para o plano tailandês sem considerar condições equivalentes para consumidores e cobrança. Certificados de energia renovável entre países da ASEAN também estão em discussão. Esses certificados representam atributos renováveis, que são distintos da eletricidade física fornecida ao cliente.
As datas e decisões que importam daqui para frente
A sequência imediata reúne a consulta pública, contratos próximos do vencimento, investimentos propostos na rede e uma nova usina com início programado. A Tailândia usa o calendário budista nas datas divulgadas; a cronologia abaixo apresenta os equivalentes no calendário gregoriano.
- 2020: aprovação pelo gabinete do investimento da PEA em infraestrutura elétrica para o EEC.
- 8 a 15 de setembro de 2026: consulta pública sobre a versão preliminar do PDP 2026.
- 12 de outubro de 2026: relatos descrevem o debate sobre prorrogações de usinas e propostas atualizadas de investimento na rede.
- 2027: a EGAT prevê iniciar seu programa mais amplo de transmissão no EEC, sujeito a aprovação. Os contratos das unidades de ciclo combinado de Ratchaburi começam a vencer.
- 2028: expectativa de vencimento do contrato da Glow IPP.
- 2029: previsão para o início do fornecimento de eletricidade pela Burapha Power.
- 2032: vencimento do contrato da BLCP, segundo os relatos.
Não há uma data final indicada para a adoção do PDP 2026, a aprovação de prorrogações específicas ou a definição das tarifas de data centers. A PEA espera regras mais claras nos próximos um a dois anos, mas essa expectativa não é um prazo vinculante para aprovação.
As decisões ainda necessárias são concretas: quais pedidos terão direito a eletricidade, quais usinas continuarão sendo necessárias, por quanto tempo seus contratos devem vigorar, quais melhorias serão exigidas e quem pagará pela expansão da rede. Resolver essas questões em conjunto ajudaria a distinguir uma resposta temporária ao atraso no aumento da capacidade de um compromisso desnecessariamente longo com as usinas existentes.
Principais pontos
- O EPPO avalia individualmente prorrogar contratos de usinas a gás; não foi anunciada nenhuma aprovação geral.
- Os pedidos de data centers, de cerca de 35.000 megawatts no total, são quase quatro vezes superiores à previsão de 8.800 megawatts do plano preliminar.
- Os números divulgados sobre pedidos e pico nacional divergem, e as solicitações não equivalem a consumo confirmado.
- Novas usinas a gás de grande porte poderiam levar cerca de sete anos, devido aos prazos de entrega das turbinas e de construção.
- Discute-se a renovação de contratos por cerca de sete anos, mas as condições e tarifas continuam indefinidas.
- A EGAT propõe investir cerca de 31 bilhões de baht em transmissão no EEC; a PEA estuda uma expansão separada de 5 bilhões de baht.
- Garantias dos incorporadores, regras para energia limpa e divisão dos custos ajudarão a determinar quanto dos investimentos avançará e quem pagará por eles.






