Hospitais da Tailândia enfrentam aperto de caixa com diferenças de financiamento e regras financeiras mais rígidas

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Thai Hospitals Face Cash Squeeze as Funding Gaps Meet Stricter Financial Rules

Contas hospitalares não cobrem a lacuna de financiamento

A disputa sobre o financiamento dos hospitais da Tailândia envolve dois conjuntos de números preocupantes: os fundos de manutenção restantes caíram de 60.078 bilhões de baht em 2023 para 46.499 bilhões de baht no segundo trimestre do ano fiscal de 2025, enquanto a Rede de Hospitais Universitários calculou em cerca de 13.000 baht o custo do tratamento hospitalar, diante de um reembolso de 8.350 baht. Uma contabilidade mais rigorosa pode expor essas pressões, mas não consegue, por si só, cobrir a diferença.

Conteúdo
  1. Contas hospitalares não cobrem a lacuna de financiamento
  2. O que exigem as seis diretrizes
  3. Falhas contábeis nem sempre significam ocultação
  4. Reservas caíram enquanto o volume de tratamentos aumentou
  5. Como os reembolsos ficam abaixo dos custos hospitalares
  6. Por que as reservas nacionais não encerram a disputa
  7. Proteger o acesso sem esgotar os prestadores
  8. Tecnologia para pedidos e reforma dos pagamentos tratam de problemas diferentes
  9. Cronologia e decisões ainda em aberto
  10. Principais pontos

Esse é o alerta central de Anukool Thaithanand, ex-presidente da Associação de Hospitais Regionais e Gerais. Ele afirmou que seis diretrizes do Ministério da Saúde Pública podem tornar as finanças dos hospitais mais transparentes, sem resolver uma crise de liquidez enraizada em pagamentos da saúde universal que não correspondem aos custos reais.

Essa distinção importa para os pacientes. Liquidez significa ter dinheiro suficiente disponível para pagar as contas no vencimento. Um hospital pode registrar uma receita que espera receber e, ainda assim, não ter o dinheiro necessário para comprar medicamentos, pagar fornecedores ou substituir equipamentos. Anukool alertou que hospitais com pouco dinheiro em caixa podem adiar a substituição de equipamentos ou reduzir o uso de medicamentos caros, mas necessários.

A disputa também envolve prestação de contas. Inspeções do ministério identificaram lançamentos contábeis ausentes, dívidas não registradas e gastos fora dos planos aprovados. Representantes dos hospitais argumentam que esses problemas precisam ser investigados sem que toda falta de recursos seja tratada como prova de má gestão. Vários fatores podem ocorrer ao mesmo tempo: valores de pagamento insuficientes, reembolsos atrasados, pedidos rejeitados e decisões de gastos que excedem os recursos do hospital.

A cronologia exige atenção. Os dados financeiros e a disputa sobre reembolsos descritos aqui dizem respeito, em grande parte, a 2025. As notícias sobre as seis diretrizes datam sua assinatura em 9 de outubro de 2569 no calendário budista tailandês, equivalente a 9 de outubro de 2026, e mencionam um esclarecimento em 11 de outubro de 2026. Elas não devem ser interpretadas como medidas anteriores aos dados de 2025.

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O que exigem as seis diretrizes

As instruções assinadas pelo secretário permanente do Ministério da Saúde Pública, dr. Somruek Jungsaman, tratam tanto da precisão das contas quanto do controle dos gastos. Elas foram dirigidas às regiões de saúde de 1 a 12, aos chefes provinciais de saúde pública e aos diretores de hospitais regionais e gerais, com exigências de supervisão que também abrangem hospitais comunitários.

  • Registrar com precisão e rapidez os valores a receber por tratamentos em todos os modelos de cobertura e cobrar indenizações pendentes de fundos e outros devedores.
  • Reconhecer imediatamente as contas a pagar a fornecedores quando os produtos forem inspecionados e aceitos, conforme as regras de compras públicas.
  • Registrar todas as categorias de receita segundo as normas de contabilidade do setor público e verificar os procedimentos de arrecadação.
  • Manter os gastos dentro das regras aplicáveis, dos planos aprovados e da capacidade financeira do hospital.
  • Elaborar planos anuais de receitas e despesas dos fundos de manutenção, acompanhar sua execução e informar os resultados mensalmente à administração.
  • Exigir que os gestores hospitalares cumpram as leis de disciplina fiscal e os regulamentos relacionados, sob supervisão provincial e regional.

Valores a receber são quantias devidas ao hospital, incluindo pagamentos por tratamentos que ainda não foram recebidos. Valores a pagar são quantias que o hospital deve aos fornecedores. Omitir qualquer um deles pode distorcer o quadro financeiro: valores a receber ausentes ocultam receitas esperadas, enquanto valores a pagar não registrados fazem o hospital parecer ter mais dinheiro disponível do que realmente tem.

As instruções proíbem o uso de materiais ou o início de trabalhos por empreiteiros antes da aprovação do compromisso financeiro. Também alertam contra obras ou reformas fora dos planos aprovados que comprometam o pagamento de medicamentos e materiais médicos.

O marco legal citado inclui a Lei de Disciplina Fiscal e Financeira do Estado de 2018 e a Lei de Compras Públicas e Administração de Materiais de 2017. Negligência que provoque falta de liquidez ou acúmulo de obrigações pode levar a medidas legais. Gestores também podem ser afastados de suas funções caso sua permanência ameace o atendimento aos pacientes.

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Falhas contábeis nem sempre significam ocultação

A preocupação do ministério decorre de um problema prolongado de auditoria. A diretriz afirma que o Escritório Estatal de Auditoria deixou de emitir uma opinião sobre as demonstrações financeiras do Gabinete do Secretário Permanente desde o ano fiscal de 2020, porque as informações de apoio estavam incompletas, imprecisas ou em desacordo com as normas de contabilidade do setor público.

Deixar de emitir uma opinião de auditoria significa que o auditor não dispõe de base suficiente para avaliar as demonstrações. Isso, por si só, não significa que todo erro contábil represente corrupção. Ainda assim, inspeções internas encontraram registros desatualizados, falta de reconhecimento de credores e devedores e compras substanciais fora dos planos, sobretudo para construção e reformas.

No esclarecimento datado de 11 de outubro de 2026, Somruek afirmou que os planos anuais de gastos, conhecidos como Plan fin, precisam ser aprovados pelos órgãos provinciais de saúde pública e pelos inspetores do ministério. Ele também descreveu problemas no registro de edifícios, equipamentos e outros ativos e reconheceu que alguns hospitais comunitários não têm profissionais de contabilidade dedicados. Disse acreditar que a maioria dos erros não envolvia corrupção deliberada.

Somruek citou um caso anterior em Maha Sarakham como exemplo dos riscos associados à omissão intencional de credores. Sua equipe jurídica ainda reunia as leis e os regulamentos aplicáveis quando irregularidades são constatadas. Uma denúncia sobre a gestão orçamentária do Hospital Photharam, em Ratchaburi, também estava sob análise do ministério, mas não foi apresentada nenhuma conclusão sobre o caso.

Anukool estabeleceu uma distinção entre ocultação deliberada e atrasos que podem ocorrer durante atendimentos urgentes. Um hospital talvez precise de um equipamento cirúrgico de tamanho especial antes que o fornecedor conclua a documentação de entrega, afirmou. Situações assim exigem apuração, e não uma presunção automática de desonestidade. No entanto, a ocultação intencional de obrigações para fazer as contas parecerem melhores deve ser investigada e punida.

Reservas caíram enquanto o volume de tratamentos aumentou

Em 22 de abril de 2025, o secretário permanente adjunto dr. Montien Kanasawat descreveu a redução dos fundos de manutenção em meio à crescente demanda por tratamentos. Os recursos restantes após os compromissos financeiros caíram de 60.078 milhões de baht em 2023 para 46.498,9 milhões de baht no segundo trimestre do ano fiscal de 2025, de janeiro a março.

Esses valores representam uma queda de 13.579,1 milhões de baht, ou cerca de 22,6%. O mesmo relato descreveu a redução como 9,5%, percentual que não corresponde aos valores apresentados. Sem outro período de comparação ou uma explicação, os dois números não podem representar o mesmo cálculo.

Os episódios de tratamento hospitalar aumentaram de 6.927.714 em 2021 para 7.886.477 em 2024, uma alta de 13,84%. O ministério informou crescimento médio anual de 4,42%. O peso relativo ajustado total, medida que reflete os recursos necessários para diferentes casos hospitalares, subiu de 7.835.757 para 9.757.937, ou 24,53%. Isso indica crescimento da carga de trabalho medida além do aumento no número de internações.

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As consultas ambulatoriais passaram de 149.430.077 em 2023 para 158.260.335 em 2024. O relato informou aumento de 5,58%, embora o cálculo em relação ao total de 2023 resulte em cerca de 5,91%. A diferença não altera a direção da tendência, mas reforça a necessidade de consistência nos dados financeiros e de atividade.

Montien também informou que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, conhecido pela sigla EBITDA, foi de 20.009 milhões de baht, cerca de 9% abaixo do mês anterior. Essa medida contábil não equivale ao dinheiro disponível para pagar contas. Quatro hospitais foram classificados no nível 7 de crise financeira, a categoria mais grave mencionada.

Como os reembolsos ficam abaixo dos custos hospitalares

A estimativa da Rede de Hospitais Universitários de 13.000 baht por tratamento hospitalar, comparada ao reembolso de 8.350 baht do NHSO, indica uma diferença de 4.650 baht. Com base nesses valores, o reembolso cobre cerca de 64,2% do custo estimado, deixando aproximadamente 35,8% sem cobertura. A estimativa não determina o custo ou o pagamento de cada internação, mas ilustra por que contas precisas, por si sós, talvez não restabeleçam a estabilidade financeira.

Hospitais específicos relataram pressões de pagamento mais imediatas. Em um relato publicado em 5 de novembro de 2025, o Hospital Surat Thani informou uma dedução retroativa de 52 milhões de baht e uma transferência recente de apenas 161,33 baht. As despesas mensais com medicamentos, materiais, exames laboratoriais e outras necessidades foram estimadas em 170 milhões de baht.

Segundo relatos, o Hospital Buddhachinaraj, em Phitsanulok, recebeu 15 milhões de baht diante de uma fatura de 238 milhões de baht. Esse pagamento equivale a cerca de 6,3% do valor cobrado. O relato não esclarece quanto do saldo foi rejeitado em definitivo, contestado ou está aguardando pagamento, portanto a diferença total não pode ser considerada automaticamente uma perda final.

O senador dr. Veerapun Suvannamai, vice-presidente do comitê de saúde pública do Senado, atribuiu os problemas a deduções retroativas, atrasos e revisões nos valores de compensação. Ele alertou que muitos hospitais públicos poderiam esgotar suas reservas em três anos se os problemas de reembolso continuassem. Foi um alerta, não um cronograma confirmado de fechamento de hospitais.

Os pesos relativos ajustados atribuem valores diferentes aos tratamentos conforme os recursos que se espera que exijam. Eles ajudam a distinguir uma operação complexa de uma internação menos exigente. Alterar o valor pago com base nesses pesos pode modificar a receita do hospital mesmo depois de realizado o tratamento, dificultando o planejamento de gastos e o pagamento a fornecedores.

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Por que as reservas nacionais não encerram a disputa

Em junho de 2025, o governo apresentou uma avaliação mais tranquilizadora. O ministro da Saúde Pública, Somsak Thepsutin, afirmou que os hospitais tinham cerca de 46 bilhões de baht em reservas após descontadas as obrigações e rejeitou alegações de que o programa do cartão dourado estivesse passando por uma crise financeira.

Somsak disse que 13 hospitais cadastrados no programa tinham reservas negativas e que equipes investigariam as circunstâncias. Esse número não pode ser equiparado ao dos quatro hospitais no nível 7 de crise financeira, divulgado em abril. As datas e classificações são diferentes, e reservas negativas não são necessariamente equivalentes a uma categoria específica de risco financeiro.

O dr. Wichai Khovakheawat, integrante do conselho do NHSO, também citou reservas líquidas de 46 bilhões de baht, ao reconhecer que os valores de reembolso do cartão dourado costumavam ser menores que os de outros programas públicos de saúde. O total nacional, portanto, sustenta o argumento do governo de que os recursos da rede não haviam se esgotado, mas não demonstra que cada hospital pudesse pagar suas próprias contas.

Também há diferenças nos números de utilização dos serviços. Somsak afirmou que cerca de 220 milhões das 304 milhões de consultas ambulatoriais de beneficiários do programa no ano fiscal de 2024 foram reembolsadas pelo NHSO. O relato de novembro de 2025 citou dados do NHSO que apontavam cerca de 176 milhões de consultas ambulatoriais e quase 7 milhões de internações até 30 de setembro, encerramento do ano fiscal então em discussão.

Esses totais se referem a períodos de apuração diferentes e podem usar critérios de contagem distintos. Nenhum deles pode ser combinado diretamente com a série de atividade hospitalar do ministério. Somsak também observou que os hospitais recebem recursos do Fundo de Previdência Social, dos benefícios dos funcionários públicos e dos pagamentos dos pacientes. Portanto, a avaliação das finanças de um hospital exige analisar todas as receitas e obrigações, e não apenas um programa de cobertura.

Proteger o acesso sem esgotar os prestadores

O Programa de Cobertura Universal atende cerca de 47 milhões de pessoas. O relato de novembro de 2025 estimou sua dotação anual em 264 bilhões de baht, incluindo cerca de 65 bilhões de baht para salários de funcionários hospitalares. Os salários representavam, portanto, aproximadamente 24,6% dessa dotação. O orçamento total não era apenas um fundo para reembolsar despesas de tratamento.

A proteção oferecida pelo programa às famílias continua no centro do debate. Dados divulgados mostram que o número de pessoas levadas à falência por despesas médicas caiu de 663.000 em 2002 para 357.600 em 2023, uma redução de 305.400, ou cerca de 46,1%. Segundo relatos, hospitais do Ministério da Saúde Pública, por sua vez, usaram até 18,79 bilhões de baht de suas reservas para financiar o atendimento pelo programa.

A dra. Pawinee Eamchan, diretora do Hospital Saraburi e presidente da Associação de Hospitais Regionais e Gerais da Tailândia, afirmou que os médicos defendiam uma reforma, não a extinção do programa:

"Ninguém quer acabar com o programa. Só precisamos discutir os problemas relacionados à sua implementação", disse ela.

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Pawinee defendeu consultas antes da introdução de novas políticas, para que sejam considerados o financiamento, o quadro de funcionários e a capacidade operacional. Críticos da ampliação que permite aos beneficiários buscar tratamento em mais locais usando o documento nacional de identidade disseram que a medida aumentou a pressão sobre hospitais secundários e terciários. Também alertaram que ampliar o acesso não significa que todo tratamento prescrito por um médico seja elegível para reembolso.

Essas preocupações ligam a política de acesso ao modelo de pagamento. Um benefício pode proteger os pacientes de cobranças diretas e, ao mesmo tempo, deixar os prestadores responsáveis por custos não cobertos pelas regras de reembolso. O alerta de Anukool é que a pressão financeira contínua pode acabar afetando os serviços que os pacientes conseguem receber.

Tecnologia para pedidos e reforma dos pagamentos tratam de problemas diferentes

A resposta do ministério em abril de 2025 teve quatro frentes: gestão urgente da liquidez e planejamento de longo prazo, maior eficiência nos pedidos de reembolso, melhor uso de recursos e compras, e disciplina financeira mais rigorosa. As unidades consideradas de alto risco seriam monitoradas a cada duas semanas.

Uma função planejada para o Financial Data Hub, chamada FDH Smart Pre-audit Claim, usaria inteligência artificial para verificar documentos antes do envio e compará-los com os requisitos dos fundos. O ministério estimou que pedidos incompletos ou incorretos custavam às unidades de atendimento entre 12% e 18% da receita anual e projetou que o sistema poderia reduzir essas perdas em até 60%.

Se ambas as estimativas se confirmassem, o valor recuperável corresponderia a cerca de 7,2% a 10,8% da receita. Trata-se de uma ilustração das projeções do ministério, não de um resultado medido. Um sistema de verificação documental pode reduzir erros evitáveis nos pedidos, mas não aumenta automaticamente o valor pago por um tratamento documentado corretamente.

O dr. Surapong Suebwonglee, que ajudou a conceber o programa original quando era vice-ministro da Saúde, em 2001, propôs usar a tecnologia para um objetivo mais amplo: fazer com que a compensação reflita os custos com maior precisão. Ele explicou como as ferramentas atuais diferem das disponíveis quando o programa foi lançado:

"Quando lançamos o programa, há mais de duas décadas, não tínhamos a tecnologia disponível hoje. Se a tecnologia mais recente for aplicada, a compensação poderá refletir melhor os custos reais e reduzir os erros", disse ele.

Em junho de 2025, o secretário-geral do NHSO, dr. Jadet, anunciou planos para que PwC, EY, Deloitte e KPMG revisassem a distribuição do orçamento, com um relatório previsto para três meses depois. Ele também anunciou um comitê presidido pelo ministro das Finanças, Pichai Chunhavajira, para avaliar os valores de reembolso dos fundos públicos de saúde. Os relatos aqui não confirmam se a revisão foi concluída nem quais mudanças foram adotadas pelo comitê.

Cronologia e decisões ainda em aberto

O debate avançou por meio de divulgações financeiras, propostas de reforma e instruções contábeis posteriores. Manter essas etapas separadas evita tratar promessas como medidas concluídas ou números antigos de hospitais como constatações atuais.

  • A partir do ano fiscal de 2020: segundo a diretriz, o Escritório Estatal de Auditoria deixou de emitir uma opinião sobre as demonstrações financeiras do gabinete do secretário permanente.
  • 22 de abril de 2025: Montien divulgou a queda dos fundos de manutenção, informou que quatro hospitais estavam no nível 7 de crise e anunciou planos para tecnologia aplicada aos pedidos de reembolso.
  • Junho de 2025: Somsak citou 46 bilhões de baht em reservas líquidas e 13 hospitais com reservas negativas; Jadet anunciou uma revisão da distribuição do orçamento, com conclusão prevista para três meses depois.
  • 5 de novembro de 2025: relatos detalharam as disputas de pagamento dos hospitais Surat Thani e Buddhachinaraj e os apelos por uma reforma dos reembolsos.
  • 9 e 11 de outubro de 2026: relatos datam desses dias as seis diretrizes e o esclarecimento posterior de Somruek.
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Várias questões continuam em aberto: a resolução final das disputas de pagamento de cada hospital, os resultados da revisão prometida da distribuição do orçamento, a economia efetiva gerada pela tecnologia para pedidos de reembolso e as conclusões legais das investigações sobre a gestão hospitalar. Não foi indicada uma audiência, votação ou data-limite de implementação futura confirmada.

Anukool também alertou que contas mais completas poderiam revelar outros hospitais na categoria mais grave de crise financeira. Assim, um aumento dos casos registrados de dificuldade financeira poderia refletir tanto dívidas recém-reconhecidas quanto uma piora das finanças. O teste central é saber se a reforma produzirá contas confiáveis e pagamentos que sustentem o atendimento necessário, em vez de tratar um como substituto do outro.

Principais pontos

  • Seis diretrizes do ministério exigem contas precisas, controle de gastos e acompanhamento mensal dos planos dos fundos de manutenção hospitalar.
  • Anukool Thaithanand afirma que a transparência, sozinha, não resolve reembolsos inferiores aos custos dos tratamentos.
  • Os saldos informados dos fundos de manutenção caíram de 60,078 bilhões de baht para 46,499 bilhões de baht, cerca de 22,6% com base nos valores apresentados.
  • A Rede de Hospitais Universitários estimou em 13.000 baht o custo de um tratamento hospitalar, diante de um reembolso de 8.350 baht.
  • Os quatro hospitais no nível 7 de crise em abril de 2025 e os 13 com reservas negativas em junho correspondem a indicadores diferentes.
  • A tecnologia para pedidos pode reduzir perdas causadas por documentação, enquanto a reforma dos valores de pagamento enfrenta a diferença de custos.
  • O programa atende cerca de 47 milhões de pessoas, e representantes dos hospitais defendem uma reforma, não sua extinção.
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