Dois meses para inspecionar todas as instituições registradas
A Tailândia determinou a inspeção de todas as 1.203 instituições registradas que cuidam de idosos e pessoas dependentes de terceiros, após denúncias de confinamento e agressão e a revogação da licença de uma casa de repouso em Kanchanaburi. As verificações devem ser concluídas em dois meses e vão avaliar as instalações, a segurança e os serviços, inclusive se os operadores estão oferecendo tratamento psiquiátrico além do que a lei permite.
Conteúdo
- Dois meses para inspecionar todas as instituições registradas
- Como a investigação se ampliou
- Licença de Kanchanaburi revogada após irregularidades na capacidade
- Denúncias de confinamento e números divergentes de residentes
- Inspeção em Nonthaburi encontra outras instalações
- Regras vigentes exigem proteção contra abusos
- O atendimento psiquiátrico tem limites, mesmo em uma instituição licenciada
- As penalidades dependem da infração
- Totais do cadastro e fiscalização ainda precisam ser esclarecidos
- Principais pontos
A resposta nacional ocorre após inspeções na Sothornchai Nursing Home, no distrito de Tha Muang, onde as autoridades relataram 129 leitos, ante os 50 declarados no pedido de licença, e em instalações de atendimento em Nonthaburi, onde uma investigação se estendeu a outros dois prédios que funcionavam sem licença.
A vice-porta-voz do governo, Ploythalay Laksameesaengjan, detalhou o programa nacional de inspeções em 11 de outubro de 2026. O ministro da Saúde Pública, Pattana Promphat, determinou que o Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde, seu escritório central e todos os 12 centros regionais de apoio trabalhem com os escritórios provinciais de saúde pública.
As inspeções seguirão a Lei de Estabelecimentos de Serviços de Saúde de 2016 e as normas ministeriais publicadas em 2020. Essas regras vão além das condições dos prédios: exigem avaliações regulares dos residentes, proteção contra abusos, equipes adequadas e encaminhamentos de emergência. A questão imediata é se o atendimento efetivamente prestado corresponde tanto a esses requisitos quanto à licença de cada estabelecimento.
As medidas relativas às licenças e as investigações criminais estão sendo conduzidas separadamente. As autoridades relataram irregularidades operacionais em Kanchanaburi e Nonthaburi, enquanto a polícia reúne provas sobre denúncias de agressão e detenção ilegal. As acusações contra funcionários e operadores específicos não devem ser tratadas como condenações criminais.
Como a investigação se ampliou
A sequência começou com uma denúncia sobre uma instituição em Kanchanaburi, levou a inspeções de instalações relacionadas em Nonthaburi e resultou em uma determinação nacional. Os principais acontecimentos foram:
- 5 de outubro de 2026: agentes da Divisão de Supressão de Crimes inspecionaram o centro de atendimento em Tha Muang depois que uma ex-residente denunciou agressão e confinamento.
- 6 de outubro: autoridades de saúde e assistência social examinaram a instituição em Kanchanaburi, as condições de sua licença e o bem-estar dos residentes.
- 7 de outubro: o Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde revogou a licença de funcionamento da casa em Kanchanaburi, após a inspeção do dia anterior.
- 8 de outubro: autoridades inspecionaram a Baan Sermsuk Nursing Home e instalações de atendimento relacionadas na Soi Rewadee, distrito de Mueang Nonthaburi.
- 11 de outubro: o governo detalhou a determinação para inspecionar todas as 1.203 instituições registradas de cuidado de idosos e pessoas dependentes no prazo de dois meses.
Em 7 de outubro, as autoridades já descreviam a determinação para realizar inspeções em todo o país. O anúncio de 11 de outubro informou o total exato de instituições registradas e as três áreas que seriam examinadas pelos inspetores. Não foi divulgada uma data exata para a conclusão, portanto o prazo de dois meses não deve ser convertido em uma data-limite fixa sem confirmação adicional.
Licença de Kanchanaburi revogada após irregularidades na capacidade
O diretor-geral do Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde, Dr. Puwadet Surakhot, inspecionou a Sothornchai Nursing Home em 6 de outubro e assinou a notificação de revogação no dia seguinte. As autoridades relataram instalações e atendimento abaixo dos padrões, serviços psiquiátricos não autorizados, confinamento ilegal e prontuários médicos sem o nível de detalhe e precisão exigido.
A inspeção encontrou 129 leitos, ante os 50 especificados no pedido de licença. São 79 leitos a mais, ou 2,58 vezes o número declarado. Cerca de 4.300 metros quadrados estavam em uso, ante os 1.600 declarados, aproximadamente 2,69 vezes a área informada. Essas diferenças dizem respeito à escala e à organização da operação, não apenas às condições de quartos individuais.
Puwadet disse que a medida abrangeu as licenças da instituição e da administração, que estavam em nome da mesma pessoa. A licença havia sido renovada on-line segundo as regras da Comissão de Desenvolvimento do Setor Público. Embora o departamento realize visitas anuais, a próxima inspeção programada só ocorreria em novembro.
O proprietário havia dito à polícia que a licença foi renovada pela última vez em 3 de agosto e que o centro passava por inspeções anuais. Autoridades de assistência social identificaram uma data de autorização de 28 de outubro de 2021. O proprietário disse que a casa começou a funcionar no endereço atual por volta de 2006 e passou a atender idosos e pessoas dependentes em 2021.
Um registro empresarial separado identificou a Sothonchai Nursing Home Co Ltd como registrada em 17 de setembro de 2024, com capital de 2 milhões de baht. Sua receita mais recente informada foi de 7,43 milhões de baht, com lucro líquido de 474.102 baht. Esses dados se referem à empresa e não devem ser confundidos com as datas anteriores informadas para o funcionamento da instituição de atendimento ou para sua licença.
Denúncias de confinamento e números divergentes de residentes
A investigação em Kanchanaburi começou depois que uma ex-residente denunciou que seu filho e sua nora a internaram contra a vontade dela por mais de dois anos. Ela relatou agressões, ameaças e administração forçada de medicamentos, e disse que entrou em contato às escondidas com a irmã para pedir ajuda. A alegação de que os parentes queriam controlar sua empresa também continua sendo uma denúncia.
Imagens da inspeção policial mostraram grades ou jaulas de ferro em torno das áreas de dormir, quartos trancados com cadeados pelo lado de fora, arame farpado e estruturas reforçadas de aço ao redor das instalações. Os investigadores estavam reunindo imagens de câmeras de segurança e depoimentos, entrevistando funcionários e residentes e considerando possíveis acusações de detenção ilegal e maus-tratos.
Os relatos divergem quanto ao número e à classificação dos residentes. Os dados da inspeção policial apontaram 92 residentes, sendo 75 homens e 17 mulheres, e 19 funcionários. Relatos separados de inspeções de saúde descreveram cerca de 100 pessoas, incluindo 92 pacientes psiquiátricos. Um relato posterior mencionou mais de 100 outros pacientes, dos quais mais de 90 seriam pacientes psiquiátricos, em sua maioria com idades entre 18 e 59 anos. Outro mencionou quase 90 pacientes psiquiátricos.
Esses números não podem ser tratados como um único censo confirmado. Eles podem se referir a etapas ou grupos diferentes, mas não foi divulgada nenhuma reconciliação. Também mostram por que a investigação diz respeito a mais do que o cuidado de idosos: muitas pessoas que, segundo os relatos, recebiam serviços psiquiátricos eram adultos em idade ativa.
Teerapop Rangsisukanon, filho do proprietário, disse que projetou as estruturas metálicas trancadas para impedir que os residentes machucassem a si mesmos ou outras pessoas. Também afirmou que assumiria a responsabilidade por falhas nas avaliações e na revisão dos prontuários médicos. Segundo ele, cinco residentes haviam saído, incluindo três integrantes de uma mesma família.
O proprietário defendeu os quartos gradeados, dizendo que eram destinados a residentes considerados propensos à violência ou a ferir a si mesmos. Essa explicação não determina se as restrições eram legais ou clinicamente adequadas. As autoridades estavam examinando as condições e os registros de tratamento de cada pessoa, em vez de aceitar a existência de uma licença como prova de que todas as práticas eram permitidas.
Inspeção em Nonthaburi encontra outras instalações
A inspeção de 8 de outubro na Soi Rewadee 22 começou após relatos de que a Baan Sermsuk Nursing Home abrigava mais de 81 pacientes psiquiátricos sem médicos ou equipe especializada. O Dr. Sirisak Thitidilokrat, vice-diretor-geral do Departamento de Saúde Mental, liderou a inspeção com órgãos reguladores de saúde, autoridades provinciais, policiais e outras agências.
Supachai Singho, diretor do Centro de Apoio aos Serviços de Saúde 4, disse inicialmente que a instituição licenciada tinha autorização para nove leitos, enquanto informações preliminares indicavam capacidade para 81. As autoridades verificavam a validade da licença, as condições dos serviços, o número de leitos e a possível existência de prédios relacionados.
Um relato posterior da inspeção descreveu três instalações. O prédio original, de um andar, tinha 14 leitos e 11 pessoas recebendo atendimento, apesar da autorização para nove leitos. As autoridades informaram que o local não atendia aos padrões de instalações, segurança e serviços.
Um prédio adjacente de três andares foi descrito como oferecendo 66 leitos além da operação autorizada e abrigando 59 pacientes psiquiátricos. Uma casa separada de dois andares, a cerca de 200 metros dali, tinha 19 leitos e 14 pacientes psiquiátricos. As autoridades disseram que nenhum desses dois prédios adicionais tinha licença para funcionar como estabelecimento de saúde.
A estimativa preliminar de capacidade para 81 pessoas, o relato de mais de 81 pacientes psiquiátricos e os números posteriores detalhados por prédio são diferentes. O relato posterior contabilizou 73 pacientes psiquiátricos nos dois prédios sem licença, além de 11 pessoas nas instalações originais. Não explicou como esses números se relacionavam com as estimativas anteriores.
Residentes denunciaram que eram acorrentados, tinham a liberdade de movimento restringida, sofriam agressões e não recebiam medicação adequada. Um deles disse que foi contido ao chegar, mas não sofreu agressões. Outro, que afirmou morar no local desde 2023, denunciou espancamentos e falta de medicação quando seu diabetes piorou. Disse que os pais forneciam seus remédios, enquanto a casa oferecia três refeições por dia.
As denúncias também incluíam privação de alimentos e contenções escondidas ao lado de uma escada. Essas alegações não foram confirmadas de forma independente no relato inicial da inspeção. Posteriormente, as autoridades informaram que havia violações de licenciamento e dos padrões, reuniram provas para medidas legais e se preparavam para considerar a suspensão ou revogação da licença. Nenhuma decisão criminal definitiva foi anunciada.
Regras vigentes exigem proteção contra abusos
O documento sobre instituições de atendimento do Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde, hospedado pelo Departamento de Pessoas Idosas, reúne informações sobre licenciamento, a lei de 2016 e as normas ministeriais de 2020. Ele define de forma ampla as atividades regulamentadas, abrangendo atividades diurnas, ajuda nas tarefas cotidianas, hospedagem, reabilitação e atendimento de apoio a idosos ou pessoas dependentes com problemas de saúde.
A definição exclui serviços prestados em estabelecimentos médicos sujeitos à legislação sobre unidades de saúde. Essa distinção é importante porque a autorização para administrar uma instituição de atendimento não permite automaticamente que o operador mantenha uma unidade de tratamento psiquiátrico.
Os padrões de serviços de 2020 exigem uma avaliação das necessidades de atendimento e da capacidade de comunicação quando a pessoa é admitida, seguida de novas avaliações a cada três meses. As regras também exigem respeito à privacidade e à dignidade humana, além de medidas para prevenir abusos físicos, psicológicos, financeiros e de outros tipos, inclusive abuso sexual.
Os funcionários pertinentes devem receber treinamento sobre a proteção dos direitos das pessoas idosas. Instituições que oferecem estadias prolongadas ou atividades durante a noite devem contar com profissionais adequados, eficazes e em número suficiente para acompanhar os residentes à noite. Também é obrigatório haver um sistema de encaminhamento de emergência.
Para a categoria específica que oferece atendimento noturno e tratamento de apoio, as regras exigem coordenação com profissionais de diferentes áreas, de acordo com o plano de tratamento elaborado por um profissional. Também estabelecem o limite máximo de cinco pessoas atendidas por cuidador. Essa proporção se aplica a essa categoria, não sendo uma regra universal para todos os tipos de instituição.
Essas disposições dão aos inspetores aspectos concretos a verificar, além de limpeza, acessibilidade de entradas e saídas, alarmes, equipamentos de combate a incêndios, materiais de primeiros socorros e medidas contínuas de segurança. Um prédio pode ter equipamentos básicos e ainda assim descumprir os padrões de atendimento se os residentes não forem avaliados, protegidos ou cuidados por profissionais qualificados.
O atendimento psiquiátrico tem limites, mesmo em uma instituição licenciada
As declarações iniciais da inspeção em Kanchanaburi disseram que uma instituição de cuidado de idosos ou pessoas dependentes poderia atender pacientes psiquiátricos classificados no nível verde permitido. As autoridades descreveram esse nível como não envolvendo agitação grave, perturbação séria ou risco de ferir outras pessoas. Pacientes acima desse nível devem ser transferidos para uma unidade médica ou psiquiátrica devidamente licenciada.
Essa distinção é mais precisa do que tratar todo residente com diagnóstico psiquiátrico como automaticamente proibido. A questão legal é a condição da pessoa, os serviços prestados e se esses serviços exigem autorização médica e profissionais especializados.
O diretor-geral do Departamento de Saúde Mental, Dr. Kittisak Aksornwong, disse que alguns pacientes agressivos ou em estado de agitação grave que precisam de contenção comportamental necessitam de quartos de isolamento específicos, com portas resistentes e interiores adaptados à segurança dos pacientes. Segundo ele, cercar leitos com jaulas ou manter em jaulas pacientes psiquiátricos sem sintomas anormais não é um tratamento padrão e não pode ser feito.
O vice-diretor-geral do Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde, Arkhom Praditsuwan, também disse que casas de repouso não são unidades médicas especializadas e não devem admitir pacientes psiquiátricos com sintomas graves ou que precisem de contenção especial quando não contam com médicos e enfermeiros psiquiátricos residentes.
O Departamento de Saúde Mental planejava realizar avaliações individuais antes das transferências de Kanchanaburi. Em Nonthaburi, os operadores foram instruídos a entrar em contato com os familiares. Autoridades de saúde mental, o Ministério do Desenvolvimento Social e da Segurança Humana e as autoridades provinciais de saúde deveriam ajudar a organizar atendimento adequado para pessoas cujos familiares não pudessem ser localizados. O número final de transferências não foi anunciado.
As penalidades dependem da infração
O governo alertou que a violação da Lei de Estabelecimentos de Serviços de Saúde de 2016 pode resultar em até seis meses de prisão, multa de até 50.000 baht ou ambas as penas. O documento oficial identifica essa penalidade no artigo 42 para a violação do artigo 12, portanto não se deve presumir que toda falha no cumprimento de um padrão de atendimento receba exatamente a mesma punição.
A oferta de tratamento psiquiátrico como unidade médica sem licença pode acarretar uma pena máxima separada de cinco anos de prisão, multa de 100.000 baht ou ambas as penas, conforme a legislação sobre unidades de saúde de 1998. Relatos em inglês chamam essa lei de Medical Facilities Act ou Sanatorium Act; os relatos em tailandês identificam a mesma lei de 1998.
Esses são limites máximos de pena, não sentenças já aplicadas. A revogação de licenças, as determinações de correção e a suspensão são medidas regulatórias. As denúncias de agressão ou detenção ilegal exigem investigação separada e decisões sobre eventuais processos criminais.
Totais do cadastro e fiscalização ainda precisam ser esclarecidos
O governo informou que a meta atual das inspeções é de 1.203 instituições registradas, enquanto declarações anteriores arredondavam o total para cerca de 1.200. Puwadet descreveu assim o escopo planejado:
O DHSS vai inspecionar os padrões de todos os 1.200 centros de atendimento a idosos registrados em todo o país e concluir as verificações nos próximos dois meses,
O documento oficial sobre licenciamento apresenta um total diferente, de 927, com números por categoria de cinco, 17 e 905. Outra linha do mesmo documento lista quatro, 16 e 888, que somam 908. O documento não resolve essa divergência interna nem estabelece uma data de referência diretamente comparável ao total de 1.203 informado em outubro.
A diferença entre 927 e 1.203 é de 276 instituições, mas não é responsável descrevê-la como crescimento medido sem que as datas e definições sejam comparadas. O documento também lista instituições por província, incluindo a categoria, o número de telefone e a data de autorização, o que permite verificar os dados de licenciamento registrados de um operador.
O ministro do Desenvolvimento Social e da Segurança Humana, Nikorn Somklang, designou o vice-ministro Chanok Chanthathong e órgãos de assistência social para a visita a Kanchanaburi em 6 de outubro. O ministério planejava levar o caso ao Comitê Nacional sobre Pessoas Idosas para revisar a fiscalização de instituições de atendimento públicas e privadas.
O ministério também propôs aprimorar o sistema de monitoramento de atendimento Nirun para acompanhar instituições privadas e compartilhar informações. Não foi anunciada uma data para a reunião do comitê nem um prazo de implementação. Ainda faltam respostas sobre o número final de residentes, as transferências concluídas, as decisões sobre acusações criminais e os resultados das inspeções nacionais.
É possível denunciar instituições sem licença ou abaixo dos padrões ao Departamento de Apoio aos Serviços de Saúde ou ao escritório provincial de saúde pública. Questões relacionadas a violações de direitos, negligência, violência ou atendimento inadequado também podem ser denunciadas pelo telefone gratuito 1300 do Ministério do Desenvolvimento Social e da Segurança Humana, disponível 24 horas por dia.
Principais pontos
- A Tailândia determinou a inspeção, em dois meses, de todas as 1.203 instituições registradas de cuidado de idosos e pessoas dependentes.
- Inspetores em Kanchanaburi relataram 129 leitos, ante os 50 declarados, e a licença foi revogada em 7 de outubro de 2026.
- A investigação em Nonthaburi identificou leitos excedentes em instalações licenciadas e outros dois prédios de atendimento sem licença.
- As regras de 2020 exigem avaliações a cada três meses, proteção contra abusos, equipe noturna adequada e encaminhamentos de emergência.
- O atendimento psiquiátrico deve respeitar os limites permitidos; casos graves exigem uma unidade médica devidamente licenciada.
- Os números de residentes divergem entre os relatos, e as investigações policiais sobre denúncias de confinamento e agressão são separadas das medidas de licenciamento.
- Denúncias sobre direitos e bem-estar podem ser feitas a qualquer momento pelo telefone gratuito 1300.






