Por que a Zona Econômica Especial Nacional de Bangladesh continua quase toda vazia

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Why Bangladesh's National Special Economic Zone Is Still Mostly Vacant

Um vasto plano industrial, apenas 16 fábricas em produção

A Zona Econômica Especial Nacional de Bangladesh desenvolveu apenas 5.500 acres dos 33.804,76 acres planejados, enquanto o emprego direto está em cerca de 8.000 postos, ante uma meta de 238.000 até 2026. Dados atribuídos à Autoridade de Zonas Econômicas de Bangladesh (BEZA, na sigla em inglês), em 8 de setembro de 2026, mostram 16 empresas em produção comercial e outras 15 em construção, apesar de 134 lotes terem sido alocados.

Conteúdo
  1. Um vasto plano industrial, apenas 16 fábricas em produção
  2. As metas não contam todas a mesma história
  3. As alocações de terrenos superaram a oferta de lotes utilizáveis
  4. Água e energia continuam limitando as operações
  5. Moradia e segurança afetam o recrutamento
  6. O portal on-line não eliminou a necessidade de aprovações separadas
  7. Uma empresa desenvolvedora principal assumiria responsabilidades mais amplas
  8. Planos para píeres buscam transformar o litoral em vantagem
  9. O contrato da Rancon estabelece prazos de entrega por escrito
  10. Os próximos marcos são práticos, não apenas financeiros
  11. Principais pontos

Estendendo-se por áreas costeiras de Chattogram e Feni, o projeto foi concebido para se tornar o maior polo industrial do país. Uma década após o início dessa iniciativa, investidores descrevem um desafio mais básico: obter terrenos prontos para construir, abastecimento confiável de água e energia e lugares seguros para os trabalhadores morarem.

Um novo compromisso permite avaliar se isso pode mudar. Em 5 de outubro de 2026, a Rancon Lubricants assinou um contrato de arrendamento de 6,5 acres de terreno desenvolvido, com a promessa de construir uma fábrica de mistura de lubrificantes de US$ 19,65 milhões e gerar mais de 250 empregos. O acordo estabelece prazos para a entrega do terreno, a construção e o início da produção. Esses marcos são importantes porque o principal problema da zona tem sido transformar as alocações em fábricas em funcionamento.

A dimensão da lacuna exige uma interpretação cuidadosa. O plano diretor da NSEZ da BEZA divide o empreendimento em 12 setores, incluindo moradia, logística, áreas verdes e serviços públicos. Nunca se pretendeu cobrir toda a área com fábricas. Ainda assim, a área desenvolvida corresponde a apenas cerca de 16,3% da área total do plano diretor, e investidores afirmam que os serviços essenciais continuam incompletos nas áreas destinadas à indústria.

As metas não contam todas a mesma história

Os dados de setembro indicam investimentos nacionais de Tk 12.815 crore e investimento estrangeiro direto de US$ 147 milhões. Um crore equivale a 10 milhões, portanto o total nacional é de Tk 128,15 bilhões. Esses valores não podem ser somados em dólares sem uma taxa de câmbio e uma base contábil comum, por isso não permitem determinar com precisão quanto da meta de investimento de US$ 5,5 bilhões para 2026 foi alcançado.

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A comparação do emprego é mais direta: cerca de 8.000 empregos diretos correspondem a aproximadamente 3,4% da meta de 238.000 para 2026. Projeções anteriores de partes interessadas sugeriam que o investimento poderia superar US$ 19 bilhões até o fim da década, mas isso era uma expectativa, não dinheiro já investido.

As metas de exportação variam conforme a fonte. O plano diretor da BEZA estabelece uma meta de exportações de US$ 15 bilhões, enquanto reportagens sobre os planos iniciais do projeto mencionam US$ 40 bilhões até 2030. O total de exportações informado até agora é de US$ 47,2 milhões. Os números revelam uma lacuna substancial, mas as reportagens não esclarecem se todas as metas e resultados de exportação usam a mesma base anual ou acumulada.

Os números de fábricas também divergem. Uma reportagem de abril de 2026 sobre um píer proposto, citando a BEZA, descreveu pelo menos 20 indústrias em produção e pelo menos 30 em construção. Os dados de setembro, por sua vez, registram 16 em produção comercial e 15 em construção. Não há explicação sobre se os números abrangem diferentes partes da zona ou usam definições distintas, portanto não podem ser interpretados com segurança como evidência de que fábricas fecharam.

As alocações de terrenos superaram a oferta de lotes utilizáveis

O parque de confecções ilustra a distância entre um acordo e um local em operação. O plano diretor da BEZA registra cerca de 500 acres destinados à Associação de Fabricantes e Exportadores de Vestuário de Bangladesh (BGMEA, na sigla em inglês), com a contratação de uma empresa para desenvolver o parque. O documento prevê investimentos de US$ 2 bilhões e 500.000 empregos. São resultados planejados, não conquistas atuais.

Parte desse terreno ainda não foi demarcada nem formalmente entregue. Rakibul Alam Chowdhury, ex-vice-presidente da BGMEA, afirma que investidores pagaram pelos terrenos e cumpriram os requisitos, mas continuam sem poder avançar. Segundo ele, a entrega dos lotes, as estradas e a eletricidade são condições necessárias antes que os empresários possam considerar o início das obras.

Outras alocações estão em diferentes estágios. Uma reportagem sobre o Green Factory Hub proposto afirmou que a BEZA havia tomado posse de aproximadamente 17.500 acres. Segundo a reportagem, a Bashundhara estava perto de concluir três fábricas, o Grupo PHP havia tomado posse de seu terreno e a BSRM começava a aterrá-lo. Posse, desenvolvimento e produção são marcos distintos e não devem ser tratados como equivalentes.

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Os próprios números de alocação variam. O plano diretor da BEZA lista 1.150 acres para a Autoridade de Zonas de Processamento de Exportação de Bangladesh (BEPZA, na sigla em inglês), enquanto outra reportagem informa 1.138 acres. A autoridade cancelou o arrendamento de 500 acres do consórcio SBG Economic Zone por não ter iniciado o desenvolvimento, e a proposta de uma Zona Econômica Indiana de 900 acres continuava paralisada. Esses casos mostram por que a área alocada, por si só, é um indicador fraco do progresso industrial.

Água e energia continuam limitando as operações

Para as fábricas que já investiram, o desafio é manter a produção viável. A Modern Syntex investiu cerca de Tk 1.700 crore. Safal Barua, gerente-geral sênior da empresa, afirma que o fornecimento ininterrupto de eletricidade, água e gás é essencial para operar com lucro um projeto dessa dimensão. Ele também diz que as fábricas continuam fortemente dependentes de água subterrânea.

A BEZA informa que 15 das 38 casas de bombeamento de água planejadas estão em operação, cerca de 39% do total previsto. Uma estação de tratamento está em construção, com a primeira fase prevista para ser concluída até março de 2027. Essa fase deve fornecer 50 milhões de litros por dia; uma segunda fase acrescentaria outros 50 milhões de litros. Não há data de conclusão para a segunda fase.

Os dados de eletricidade indicam uma infraestrutura instalada considerável, mas não esclarecem a questão da confiabilidade. A BEZA informa uma capacidade de transformação de 2.280 megavolt-ampères em toda a zona. Na área atendida pela Eletrificação Rural, a carga conectada é de cerca de 230 megawatts, ante uma demanda de pico de aproximadamente 60 megawatts.

Megavolt-ampères medem a capacidade dos equipamentos elétricos, enquanto megawatts medem a potência ativa. Não é possível equiparar diretamente as duas unidades sem informações técnicas adicionais. A carga conectada tampouco comprova que todas as fábricas recebem eletricidade ininterruptamente. As queixas dos investidores dizem respeito à confiabilidade do fornecimento nas fábricas, e não apenas à presença de transformadores.

A Companhia de Distribuição de Gás Karnaphuli instalou três estações que fornecem cerca de 4 milhões de pés cúbicos por dia. O plano diretor descreve estruturas destinadas a fornecer 200 milhões de pés cúbicos diários a futuros clientes industriais. O volume atualmente informado corresponde a um quinquagésimo da oferta planejada, embora isso não meça a demanda não atendida hoje. À medida que mais fábricas entrarem em operação, tanto a rede de gás quanto o abastecimento nacional precisarão dar conta delas.

Moradia e segurança afetam o recrutamento

A localização costeira da zona faz parte de seu apelo comercial, mas também cria dificuldades operacionais diárias. Investidores afirmam que as fábricas ficam de 20 a 25 quilômetros da rodovia principal. A SQ Electricals, que investiu cerca de Tk 400 crore, relata dificuldades para recrutar trabalhadores.

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Ehsanul Kabir Nizami, funcionário do departamento de recursos humanos da empresa, afirma que a região fica silenciosa e escura à noite, deixando os trabalhadores desconfortáveis e preocupados com a segurança. Isso é um problema de recrutamento, além de uma questão de segurança: as fábricas precisam de funcionários que consigam chegar ao trabalho e voltar para casa em segurança.

Moradias a preços acessíveis para trabalhadores estão em construção na Subzona 18. Amirul Haq, presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Chattogram, afirma que ainda faltam acomodações adequadas e instalações sociais nas proximidades. Segundo ele, a habitação precisa avançar junto com o fornecimento confiável de gás, eletricidade e água para que a zona atraia investimentos.

O plano diretor reserva 4.606,57 acres para áreas residenciais e serviços de apoio e outros 1.778,59 acres para uso misto e desenvolvimento residencial. Essas alocações mostram que moradias para trabalhadores e serviços urbanos faziam parte do projeto original, e não são necessidades que surgiram inesperadamente após a chegada das fábricas.

Vários edifícios de apoio estão perto de ser concluídos, mas ainda não foram finalizados. A BEZA informa que as obras do Centro de Desenvolvimento de Competências e do Centro de Educação Infantil estão 87% concluídas, as do Laboratório Ambiental, 94%, e as do Centro de Resposta a Emergências, 72%. Os percentuais de construção não indicam quando essas instalações terão equipes e começarão a funcionar.

Ashik Chowdhury, presidente da Invest Bangladesh, espera que a segurança melhore em um ou dois meses e afirma que está sendo planejada uma vigilância digital. A reportagem não informa uma data fixa a partir da qual esse período possa ser calculado. Um hospital planejado pouco avançou, e as autoridades avaliam converter edifícios existentes em instalações de saúde.

O portal on-line não eliminou a necessidade de aprovações separadas

Investidores também relatam que precisam recorrer a vários órgãos governamentais para obter licenças ambientais, aprovações de segurança contra incêndios, alvarás comerciais e outras autorizações. Nizami afirma que o serviço de aprovação precisa se tornar mais simples e eficaz, apesar da existência do portal on-line da BEZA.

A BEZA afirma que seu portal de Atendimento Integrado oferece 62 serviços on-line. A integração com o Balcão Único Nacional da Autoridade Nacional de Receita está quase concluída, enquanto a integração com o sistema do Departamento do Meio Ambiente continua em andamento. A proposta de um balcão único é permitir que as empresas enviem informações por um único canal, em vez de repetir o processo em diferentes órgãos.

A diferença está entre disponibilizar um serviço on-line e concluir uma aprovação por meio de um processo coordenado. O número de serviços no portal, por si só, não comprova que os investidores deixaram de precisar contatar órgãos diferentes ou enviar documentos separadamente.

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A estrutura institucional também mudou. Reportagens afirmam que a Invest Bangladesh começou a operar em 23 de agosto de 2026, com base na Lei da Invest Bangladesh de 2026, incorporando a BEZA, a Autoridade de Desenvolvimento de Investimentos de Bangladesh e a Autoridade de Parcerias Público-Privadas. Essa consolidação reúne funções de investimento em uma única instituição, mas as conexões ainda incompletas do portal mostram que a coordenação com outros órgãos reguladores continua sendo uma tarefa à parte.

Uma empresa desenvolvedora principal assumiria responsabilidades mais amplas

A BEZA propôs destinar 500 acres a uma empresa internacional para desenvolver um Green Factory Hub por meio de uma parceria público-privada. Em vez de apenas arrendar lotes individuais, a empresa seria responsável pelo desenvolvimento do terreno, pelas instalações, pelos serviços públicos e pela alocação dos lotes aos investidores.

Abdullah Al Mahmud Faruk, diretor do Projeto de Desenvolvimento da NSEZ, descreveu a mudança de abordagem:

Deixamos para trás a alocação de pequenos lotes. Nosso foco agora é desenvolver zonas maiores com infraestrutura completa.

Esperava-se que a estatal Companhia de Facilitação de Investimentos em Infraestrutura realizasse um estudo de viabilidade antes das licitações internacionais. A seleção e a alocação deveriam levar cerca de dois anos. Faruk também manifestou a expectativa de que aproximadamente 1.500 acres estivessem prontos para uso industrial em dois anos, mas a reportagem não apresenta um prazo fixo no calendário.

A proposta aborda uma fragilidade recorrente: o investidor que recebe um terreno ainda pode ter de esperar que vários órgãos forneçam os serviços necessários para utilizá-lo. Uma empresa desenvolvedora principal assumiria uma responsabilidade mais ampla pela preparação de um local industrial completo. O modelo, porém, continua sendo uma proposta, e o estudo de viabilidade, a licitação e a seleção precisam ocorrer antes da entrega.

Planos para píeres buscam transformar o litoral em vantagem

O plano diretor descreve um litoral de 25 quilômetros ao longo do Canal de Sandwip e situa a zona a cerca de 70 quilômetros do Porto de Chattogram e do Aeroporto Internacional Shah Amanat. O plano inclui uma área portuária e logística de 1.802,29 acres e uma estrada de acesso planejada de 10 quilômetros. São elementos de infraestrutura previstos, não prova de que todas as conexões estejam prontas.

Um acordo para a construção de um píer entre a BEZA e a Autoridade de Transporte Aquaviário Interior de Bangladesh (BIWTA, na sigla em inglês) estava previsto para 9 de abril de 2026. O integrante executivo da BEZA, major-general da reserva Md Nazrul Islam, afirmou que a BEZA forneceria o terreno e a BIWTA construiria e operaria o píer perto do mar, a oeste de Mirsarai.

Nurunnahar Chowdhury, secretária do Ministério dos Transportes Marítimos, afirmou que o terreno havia sido escolhido e que o processo de licitação estava em andamento. O píer apoiaria o transporte de cargas por embarcações pequenas. Os planos iniciais preveem três píeres, um operado pela BIWTA e dois construídos com investimentos privados, além de um terminal de contêineres e conexões ferroviárias, rodoviárias e marítimas.

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Essas conexões poderiam dar às fábricas mais opções de transporte, mas a reportagem não estabelece uma data de inauguração. A assinatura prevista não deve ser tratada como prova de que o acordo foi concluído ou de que as obras terminaram.

O contrato da Rancon estabelece prazos de entrega por escrito

O acordo de outubro da Rancon Lubricants oferece um compromisso concreto de investimento nesse cenário mais amplo. A empresa planeja uma capacidade anual de produção de 25 milhões de litros, usando matérias-primas importadas para misturar lubrificantes localmente destinados ao mercado interno. Seu negócio comercializa lubrificantes da Shell há mais de duas décadas e começou recentemente a comercializar produtos da Motul.

Al-Amin Talukder, coordenador e gerente do projeto, afirma que a fábrica terá instalações laboratoriais e receberá óleo básico por estrada e por tubulações a partir de embarcações. Esse plano torna conexões confiáveis de transporte e serviços públicos importantes para o projeto desde o início.

O arrendamento renovável terá duração de 50 anos a partir da posse do terreno. A entrega está prevista para até 90 dias após a assinatura. A reportagem mais detalhada especifica que a construção deve começar em até 120 dias após o recebimento do terreno, e a produção, em até 36 meses após a entrega. Outra reportagem informa o prazo para a construção sem deixar igualmente claro quando ele começa a contar.

A Invest Bangladesh deverá ajudar com as conexões aos serviços públicos e com o acesso aos incentivos anunciados de imposto alfandegário, IVA e tributos. A Rancon deverá obter as aprovações, cumprir os requisitos ambientais, trabalhistas e de segurança e instalar sistemas de tratamento de resíduos e esgoto conectados aos sistemas comuns da zona. O acordo prevê monitoramento do desempenho, prazo para corrigir violações e arbitragem conforme a Lei de Arbitragem de 2001.

Nahian Rahman Rochi, identificado na reportagem de outubro como integrante responsável pelo desenvolvimento de investimentos, descreveu o acordo como o primeiro contrato de arrendamento de terreno da Invest Bangladesh após a fusão. Os US$ 19,65 milhões continuam sendo um investimento planejado, não prova de que a fábrica já foi construída. Da mesma forma, os empregos prometidos não devem ser somados ao total de empregos de setembro.

Os próximos marcos são práticos, não apenas financeiros

O projeto agora tem vários prazos em andamento. Os acontecimentos datados e os prazos informados são:

  • 9 de abril de 2026: estava prevista a assinatura do acordo para o píer entre a BEZA e a BIWTA.
  • 23 de agosto de 2026: segundo relatos, a Invest Bangladesh começou a operar após a fusão dos órgãos.
  • 8 de setembro de 2026: o retrato operacional divulgado registrava 16 empresas em produção e cerca de 8.000 empregos diretos.
  • 5 de outubro de 2026: a Rancon assinou o contrato de arrendamento do terreno, cuja entrega deve ocorrer em até 90 dias.
  • Março de 2027: a primeira fase da estação de tratamento de água deve ser concluída.
  • Após a entrega do terreno à Rancon: a construção deve começar em até 120 dias e a produção, em até 36 meses.

As ambições de longo prazo são muito maiores. O plano diretor da BEZA prevê 1,5 milhão de empregos em 15 anos, enquanto Abdul Kader Khan, ex-consultor da NSEZ, estima até 1,4 milhão de empregos diretos se a zona estiver plenamente equipada. Nenhum dos números é uma previsão de empregos já garantidos.

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Khan defende o desenvolvimento coordenado de estradas internas, distribuição de água, gasodutos e redes elétricas. Chowdhury aponta um limite adicional: a escassez de energia em Bangladesh é um problema nacional que não pode ser resolvido atuando em uma única zona.

Os próximos sinais de progresso serão, portanto, físicos e operacionais: terrenos entregues, água fornecida, conexões de energia confiáveis, moradias ocupadas por trabalhadores e aprovações concluídas. A zona mantém compromissos importantes de grandes empresas, incluindo extensas áreas de terra nas mãos de grupos industriais de Bangladesh e da China. Transformar esse interesse em produção depende da entrega dos serviços necessários para cumprir esses compromissos.

Principais pontos

  • Os dados de setembro de 2026 registram 16 empresas em produção comercial, 15 em construção e cerca de 8.000 empregos diretos.
  • Apenas 5.500 acres foram desenvolvidos, cerca de 16,3% da área do plano diretor.
  • Os números de fábricas e as metas de exportação divulgados divergem, sem explicação clara sobre seu escopo.
  • A entrega de terrenos, a confiabilidade dos serviços públicos, a moradia, a segurança e as aprovações separadas continuam limitando o progresso.
  • A primeira fase da estação de tratamento de água deve ficar pronta até março de 2027, com capacidade planejada de 50 milhões de litros por dia.
  • O Green Factory Hub e os três píeres propostos continuam sendo iniciativas em desenvolvimento, não instalações concluídas.
  • O compromisso da Rancon com uma fábrica de US$ 19,65 milhões inclui prazos para a entrega do terreno, a construção e o início da produção.
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