Aeroporto de Western Sydney é inaugurado com primeiro voo da Jetstar, enquanto atraso da ferrovia põe sua promessa à prova

15 min de leitura
Western Sydney Airport Opens With First Jetstar Flight as Rail Delays Test Its Promise

Primeiros passageiros decolam do novo aeroporto de Sydney

O Aeroporto Internacional de Western Sydney recebeu passageiros pela primeira vez no domingo, 25 de outubro de 2026, com um voo da Jetstar lotado com destino à Gold Coast, inaugurando uma nova alternativa ao tradicional aeroporto de Sydney, em Mascot. O voo JQ362 partiu por volta das 11h20, após o início do check-in às 8h, dando início às operações de passageiros em um aeroporto construído para receber 10 milhões de viajantes por ano.

Conteúdo
  1. Primeiros passageiros decolam do novo aeroporto de Sydney
  2. Voos domésticos começam com poucas opções, mas novos serviços virão
  3. Auckland lidera a expansão internacional até 2027
  4. A falta de ferrovia muda o trajeto
  5. Os passageiros vão realmente pagar menos?
  6. O que muda com o funcionamento noturno
  7. O investimento público vai além do terminal
  8. O crescimento depende de passageiros, companhias aéreas e empresas da região
  9. Uma inauguração que levou oito décadas para acontecer
  10. Principais pontos

A partida do Airbus A320 marcou o primeiro serviço de passageiros de um grande aeroporto australiano novo em mais de 50 anos. O voo JQ363 da Jetstar, vindo da Gold Coast, chegou por volta das 15h10. A programação de abertura também incluiu o voo JQ375 para Melbourne, previsto para as 18h.

O Aeroporto Internacional de Western Sydney, oficialmente denominado Aeroporto Internacional de Western Sydney (Nancy-Bird Walton), foi inaugurado sem a ligação ferroviária direta que deveria facilitar o acesso. Inicialmente, os passageiros dependem de ônibus, ônibus rodoviários e vias terrestres, o que põe à prova desde o primeiro momento se o estacionamento mais barato, as novas rotas e o funcionamento ininterrupto compensam viagens mais longas para alguns viajantes.

Francis, passageiro do voo inaugural, foi de trem até St Marys e, em seguida, pegou um ônibus. A viagem levou cerca de uma hora e 20 minutos. Ele disse que estava animado por participar da inauguração e que consideraria usar o aeroporto novamente, especialmente porque ele pode funcionar 24 horas por dia.

Simon Hickey, diretor-executivo do aeroporto, descreveu a inauguração como um marco para a aviação australiana:

Este é um marco gigantesco; uma mudança geracional para a aviação.

O primeiro-ministro Anthony Albanese, a ministra da Infraestrutura e dos Transportes Catherine King e o líder da oposição Angus Taylor participaram da inauguração. Para as comunidades próximas, a ocasião trouxe oportunidades de trabalho e viagens, mas também renovou a preocupação com o barulho das aeronaves à noite.

Publicidade

Voos domésticos começam com poucas opções, mas novos serviços virão

A Jetstar começa com rotas que ligam Western Sydney a Melbourne, à Gold Coast e a Brisbane. O anúncio da data de inauguração do governo federal, divulgado em 10 de junho, previa até 14 voos semanais para Melbourne, quatro para a Gold Coast e três para Brisbane.

A página de venda de passagens do aeroporto informa as mesmas frequências para Melbourne e Brisbane, mas anuncia voos diários para a Gold Coast. Assim, os viajantes encontram programações publicadas diferentes para a Gold Coast e precisam conferir os voos disponíveis nas datas desejadas.

A QantasLink planeja começar a operar em 28 de março de 2027, com aeronaves Embraer E190 em quatro voos semanais para Brisbane e quatro para Melbourne. O aeroporto informa que esses serviços dependem de aprovação governamental e regulatória, e que os horários estão sujeitos a alterações.

A malha inicial oferece aos passageiros outro ponto de partida, mas não a variedade de opções já disponível em Kingsford Smith. Três voos semanais para Brisbane, por exemplo, oferecem menos flexibilidade do que uma rota com partidas ao longo do dia. Uma tarifa baixa só é vantajosa quando o voo se encaixa nos planos do passageiro.

Aglaya Papadokokolakis, piloto criada em Blacktown e escolhida para o voo inaugural, descreveu o significado da ocasião para ela:

É uma honra enorme e algo de que vou me lembrar pelo resto da minha carreira.

Auckland lidera a expansão internacional até 2027

A Air New Zealand deve iniciar o primeiro serviço internacional de passageiros do aeroporto na segunda-feira, 26 de outubro, com três voos matinais semanais para Auckland. O aeroporto informa que o serviço depende de aprovação regulatória. A Singapore Airlines começa em 23 de novembro, com um voo diário à noite para Changi.

Os serviços para Singapura e, posteriormente, Doha darão aos passageiros acesso a conexões em redes muito maiores. Hickey prevê que mais de 250 destinos poderão ser alcançados com conexões em pouco mais de um ano. A maioria dessas viagens envolverá troca de aeronave, em vez de voos diretos de Western Sydney.

A expansão anunciada vai muito além do fim de semana de inauguração:

  • 26 de julho de 2026: Começaram as operações de carga, com voos regulares da Qantas Freight previstos para a noite seguinte.
  • 25 de outubro de 2026: A Jetstar iniciou os serviços de passageiros com o voo inaugural para a Gold Coast.
  • 26 de outubro de 2026: Está previsto o início do serviço da Air New Zealand para Auckland.
  • 23 de novembro de 2026: A Singapore Airlines planeja começar voos diários para Singapura.
  • Janeiro de 2027: A Vietjet planeja oferecer dois voos semanais para Ho Chi Minh, aumentando a frequência para três em março.
  • Março de 2027: A Fiji Airways planeja oferecer três voos semanais para Nadi, enquanto a QantasLink inicia suas rotas para Melbourne e Brisbane em 28 de março.
  • Novembro de 2027: A Thai Vietjet planeja iniciar voos para Bangkok.
  • 15 de dezembro de 2027: A Qatar Airways planeja oferecer três voos semanais para Doha, com venda de passagens prevista para começar em 19 de dezembro de 2026.

Com a expansão gradual, nos primeiros meses os passageiros terão à disposição uma malha de voos diretos bem menor do que a de quem viajar no fim de 2027.

Publicidade

A falta de ferrovia muda o trajeto

A estação de St Marys é o principal ponto de integração ferroviária para passageiros que usam o transporte público até o novo terminal. Um ônibus gratuito entre a estação e o aeroporto deve passar a cada 30 minutos, enquanto linhas de ônibus locais conectam os centros urbanos próximos. Ônibus expressos, táxis, veículos por aplicativo e carros particulares são outras opções.

A ligação do metrô de Sydney continua em construção. As previsões de inauguração vão do fim de 2027 a 2028, sem uma data definida. Quando estiver em operação, a linha de 23 quilômetros deverá ligar St Marys ao aeroporto em cerca de 15 minutos.

A distância, por si só, pode dar aos viajantes uma ideia enganosa da conveniência. Uma comparação de trajetos publicada indicou que a viagem da estação de Werrington ao Aeroporto Internacional de Western Sydney leva cerca de uma hora e 15 minutos, quase o mesmo tempo necessário para chegar ao Aeroporto de Sydney, uma hora e 14 minutos, embora o novo aeroporto fique muito mais perto de Werrington.

As tarifas divulgadas para o ônibus expresso são de A$ 25 por trecho ou A$ 45 ida e volta saindo de Parramatta, A$ 55 por trecho ou A$ 80 ida e volta saindo do centro de Sydney e A$ 65 por trecho ou A$ 90 ida e volta saindo de Kingsford Smith. Esses custos pesam especialmente para visitantes hospedados perto do centro da cidade ou passageiros em conexão entre aeroportos.

Motoristas podem usar a nova rodovia M12 sem pagar pedágio nesse trecho, embora outras partes do trajeto possam ter cobrança. O aeroporto conta com cerca de 6 mil vagas de estacionamento. A FlixBus também anunciou dois serviços diários entre Canberra e o aeroporto.

Nathan Clissold, morador de Western Sydney, descreveu o planejamento necessário para aproveitar as conexões de transporte existentes:

Preciso mesmo me planejar com antecedência para tentar descobrir minhas opções de transporte.

Os passageiros vão realmente pagar menos?

As primeiras comparações de tarifas mostram que a economia depende do destino, da data da viagem e do custo para chegar ao terminal. Em uma simulação de viagem de ida e volta entre 1º e 12 de dezembro, as tarifas para Melbourne começavam em A$ 187 saindo de Western Sydney e A$ 258 de Kingsford Smith, uma diferença de A$ 71. As tarifas para a Gold Coast eram de A$ 131 e A$ 192, respectivamente, uma economia de A$ 61 saindo do novo aeroporto.

Na mesma comparação, Brisbane apresentou o resultado inverso: A$ 236 ida e volta saindo de Western Sydney, contra A$ 207 de Kingsford Smith. Outra comparação, feita pela empresa de eSIM de viagem Holafly, encontrou uma passagem da Jetstar para Brisbane em 3 de novembro por A$ 116 saindo de Western Sydney e A$ 138 de Kingsford Smith. Em datas diferentes, o resultado também muda.

Harry Deacon, especialista em viagens da Holafly, resumiu o cálculo:

O voo mais barato nem sempre significa a viagem mais barata.

As tarifas internacionais apresentaram variações semelhantes. As passagens de ida e volta para Auckland começavam em A$ 602 em ambos os aeroportos, embora os dias limitados de operação em Western Sydney exigissem alterações no itinerário proposto. Para uma viagem ao Vietnã em dezembro, via Singapura, o itinerário de ida e volta saindo de Western Sydney custava A$ 2.249,82, contra A$ 1.889,84 de Kingsford Smith. O itinerário de Western Sydney também incluía uma troca para um voo da Scoot em parte do trajeto.

O estacionamento pode mudar o resultado para quem vai de carro. Na mesma comparação para dezembro, o estacionamento P2 de Western Sydney custava A$ 147 em uma oferta de lançamento, contra A$ 213,40 no estacionamento doméstico de Kingsford Smith e A$ 248,80 no terminal internacional. Isso representa economias de A$ 66,40 e A$ 101,80, respectivamente, sem contar combustível e pedágios.

Para o passageiro, a comparação útil inclui o custo total de passagens, bagagem, estacionamento e transporte terrestre, além do tempo de deslocamento. A data da reserva também importa, devido ao desconto promocional no estacionamento.

Publicidade

O que muda com o funcionamento noturno

Kingsford Smith funciona sob um toque de recolher das 23h às 6h e um limite de 80 movimentos de aeronaves por hora. Um movimento de aeronave corresponde a uma decolagem ou aterrissagem. O Aeroporto Internacional de Western Sydney tem autorização para funcionar 24 horas por dia, dando às companhias aéreas mais liberdade para programar voos de passageiros e de carga.

O anúncio do governo de junho apontou 1º de novembro de 2026 como a data prevista para a publicação oficial das regras de operações noturnas, conforme a Lei de Toque de Recolher do Aeroporto de Sydney de 1995. A medida também deve encerrar as operações noturnas de carga atualmente permitidas em Kingsford Smith, exceto em emergências ou casos de autorização especial.

As empresas de carga decidirão quanto do tráfego será transferido para o novo aeroporto. O aeroporto não informou quantos voos ou qual volume de carga será redirecionado. Os planos de longo prazo preveem capacidade para até 1,8 milhão de toneladas de carga aérea por ano.

Salim Hijazeen, professor de aviação da Universidade Swinburne, disse que a ausência de toque de recolher cria oportunidades indisponíveis em Mascot. Ele citou, por exemplo, a possibilidade de espectadores de eventos esportivos voltarem de Melbourne sem pagar por mais uma noite de hospedagem, dependendo dos horários dos voos.

As operações noturnas também afetam o cotidiano das comunidades vizinhas. Carolyn Wong, moradora de Luddenham, disse que o barulho das aeronaves levou ela e a filha a considerar uma mudança. Ela também manifestou preocupação com o isolamento acústico, o acesso a ônibus locais e a falta de definições sobre o planejamento da vila de Luddenham.

Wong, cuja família vive em Luddenham há 70 anos, descreveu sua reação à inauguração:

Fico triste que o aeroporto esteja prestes a entrar em plena operação; é realmente o fim de uma era e da vida que conhecemos.

O investimento público vai além do terminal

O governo federal estima em A$ 5,3 bilhões os gastos com a construção do aeroporto; outra estimativa de construção aponta um custo de A$ 5,6 bilhões. O investimento público mais amplo inclui rodovias e ferrovias. No anúncio de junho, o governo descreveu um pacote de quase A$ 18 bilhões para toda a região de Western Sydney.

Uma estimativa do Commonwealth Bank calcula em cerca de A$ 22 bilhões o custo da infraestrutura de transportes e de apoio ao aeroporto. Essa estimativa mais ampla abrange um conjunto de projetos diferente do mencionado pelo governo em seu anúncio de investimentos. A ferrovia do aeroporto, sozinha, tem custo estimado em cerca de A$ 11 bilhões, financiados conjuntamente pelos governos da Commonwealth e de Nova Gales do Sul.

Segundo o governo, todo o projeto aeroportuário gerou mais de 12.800 empregos, cerca de metade deles ocupados por trabalhadores locais. Hickey estimou separadamente em cerca de 10 mil o número de pessoas que ajudaram a construir o aeroporto. Durante as principais obras, mais de A$ 500 milhões foram destinados a mais de 360 empresas sediadas em Western Sydney, segundo o governo.

O desenvolvimento de rotas internacionais também recebe apoio público. Nova Gales do Sul e o aeroporto estão subsidiando a Air New Zealand, a Singapore Airlines, a Vietjet e a Qatar Airways por meio do fundo Take-Off, de A$ 16 milhões. Os valores pagos a cada companhia e o prazo do apoio não foram divulgados.

Para as comunidades próximas, o teste prático é saber se o investimento criará empregos duradouros e transporte acessível em torno do terminal. Hickey prevê até 8.500 empregos ligados às operações em todo o complexo quando o tráfego anual atingir 10 milhões de passageiros.

Publicidade

O crescimento depende de passageiros, companhias aéreas e empresas da região

O terminal tem capacidade para 10 milhões de passageiros por ano, mas Hickey espera que o tráfego só se aproxime desse nível no início ou em meados da década de 2030. A programação inicial fica bem abaixo da capacidade do edifício, dando tempo às companhias aéreas para desenvolver rotas e atrair clientes frequentes.

Novos terminais e outra pista poderiam, no futuro, elevar a capacidade para 82 milhões de passageiros por ano até a década de 2060. Isso seria 8,2 vezes a capacidade inicial. Para alcançar esse patamar, seriam necessárias décadas de obras adicionais, compromissos das companhias aéreas e crescimento do número de passageiros.

Andrew Barker, diretor de programas de infraestrutura do Instituto Grattan, disse que os benefícios econômicos vão além da concorrência nas tarifas. Conexões melhores podem ajudar as empresas a chegar a clientes, transportar mercadorias e atrair investimentos.

Barker descreveu as evidências que relacionam conexões aéreas e atividade econômica:

No cenário internacional, há cada vez mais evidências de que o crescimento das conexões aéreas impulsiona a produtividade, a pesquisa e o desenvolvimento, o investimento estrangeiro direto e a especialização comercial.

Kevin Stanley, diretor de imóveis comerciais do Commonwealth Bank, identificou cerca de 5,5 milhões de metros quadrados de área industrial proposta em 205 projetos ao redor do aeroporto, com valor estimado em A$ 24 bilhões. O desenvolvimento pode levar de 10 a 12 anos, e cerca de dois terços da área ficam em Badgerys Creek e Kemps Creek.

Esses planos conectam o terminal de passageiros ao distrito de empregos mais amplo. Mais empresas podem elevar a demanda por transporte de cargas e de passageiros, enquanto serviços aéreos confiáveis podem tornar os terrenos próximos mais atraentes. Para os passageiros, o crescimento ficará evidente com mais horários de partida, destinos e opções de transporte.

Uma inauguração que levou oito décadas para acontecer

O debate sobre um segundo aeroporto para Sydney começou em 1946. Foram avaliados 19 locais antes de o governo Hawke escolher Badgerys Creek, em 1986, e começar a adquirir terrenos. Entre as propostas anteriores estavam Towra Point e Galston, enquanto um relatório de 1976 da Associação Internacional de Transporte Aéreo defendia que um segundo aeroporto era desnecessário.

O governo Abbott confirmou Badgerys Creek em 2014. As obras começaram em 2018 e exigiram que trabalhadores movimentassem mais de 25 milhões de metros cúbicos de terra e rocha. O aeroporto concluído conta com uma pista de 3,7 quilômetros. As principais obras foram entregues em 2025, seguidas de testes antes da inauguração em 2026.

As reações locais mudaram ao longo dessas décadas. Wayne Willmington, presidente da Associação de Desenvolvimento de Luddenham, se opôs ao aeroporto nos anos 1980, mas depois aceitou que ele seria construído. Ele reservou um assento no voo inaugural para a Gold Coast e agora considera o aeroporto um espaço para os moradores de Western Sydney.

O terminal também apresenta a cultura indígena local aos passageiros que chegam. O artista Adam Laws, dos povos Dharug e Darkinjung, criou as esculturas do pátio de entrada, Barayabinyang, ou Pássaros canoros, inspiradas na flora e na fauna locais.

Laws explicou a importância dessa presença:

Ter a cultura Dharug representada ali para todos esses visitantes é muito bom: ajuda a nos colocar no mapa e a divulgar nossas histórias e tradições. Mostra às pessoas que ainda estamos aqui, ainda somos resilientes.

O dia da inauguração encerra a longa espera pelos voos de passageiros. A próxima etapa traz critérios de sucesso mais imediatos: saber se os viajantes voltarão, se as companhias aéreas ampliarão os serviços, se os trabalhadores conseguirão chegar ao emprego e se os moradores próximos receberão respostas práticas às mudanças ao seu redor.

Publicidade

Principais pontos

  • O voo JQ362 da Jetstar para a Gold Coast iniciou as operações de passageiros em 25 de outubro de 2026, com partida por volta das 11h20.
  • O serviço da Air New Zealand para Auckland está previsto para começar em 26 de outubro, seguido pelo da Singapore Airlines em 23 de novembro.
  • O aeroporto é inaugurado sem ligação ferroviária direta. Um ônibus gratuito liga o terminal a St Marys a cada 30 minutos.
  • As primeiras comparações mostram passagens e estacionamento mais baratos em alguns casos, mas a economia depende das datas, dos destinos e dos custos de transporte terrestre.
  • O governo indicou 1º de novembro como data prevista para a publicação das regras de operações noturnas, que transferirão para longe de Kingsford Smith as operações de carga noturnas atualmente permitidas.
  • A capacidade inicial é de 10 milhões de passageiros por ano, e a previsão é de que o tráfego se aproxime desse nível no início ou em meados da década de 2030.
  • A expansão futura promete mais voos e empregos, enquanto moradores próximos continuam preocupados com o barulho e a infraestrutura local.
Compartilhar esta matéria

Você também pode gostar