Rohit Sharma e Virat Kohli serão avaliados por condicionamento físico e desempenho para a Copa do Mundo de 2027

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Rohit Sharma and Virat Kohli face fitness and performance test for 2027 World Cup

Dois veteranos do bastão, um critério de seleção

Rohit Sharma terá 40 anos quando começar a Copa do Mundo de ODI de 2027, e Virat Kohli completará 39 durante o torneio. O presidente do BCCI, Mithun Manhas, afirma que as chances de ambos representarem a Índia devem depender do condicionamento físico, das corridas marcadas e das contribuições para as vitórias, e não da idade.

Conteúdo
  1. Dois veteranos do bastão, um critério de seleção
  2. Resultados recentes fortalecem suas candidaturas
  3. Como a transição chegou a este momento
  4. Gill pode liderar com jogadores experientes ao seu lado
  5. Um painel de seleção em transição terá de tomar as decisões
  6. Condicionamento físico envolve recuperação, além de disponibilidade
  7. Jogadores mais jovens disputam as mesmas oportunidades
  8. A Nova Zelândia será a próxima avaliação
  9. Principais pontos

As declarações foram feitas antes da turnê da Índia pela Nova Zelândia, que começa em 22 de outubro e inclui cinco partidas de um dia, entre 4 e 15 de novembro. Como os dois jogadores agora disputam apenas partidas de ODI em nível internacional, esses jogos serão mais uma oportunidade para fortalecer suas candidaturas a uma competição prevista para ocorrer de 4 de outubro a 21 de novembro de 2027, na África do Sul, no Zimbábue e na Namíbia.

Manhas, presidente do Conselho de Controle de Críquete da Índia, deu sua opinião pessoal e atribuiu aos selecionadores e treinadores a responsabilidade pelas escolhas.

No que diz respeito ao BCCI, não estamos em posição de comentar, pois tudo depende dos selecionadores e dos treinadores.

Em seguida, ele explicou o critério que, em sua opinião, deve orientar essas decisões.

Mas, na minha opinião, o condicionamento físico e o desempenho devem ser os critérios de seleção, definitivamente não a idade. Se alguém está em condições de jogar, tem bom desempenho e vence partidas para o país, esse deve ser o único critério a que devemos dar atenção.

A tarefa da Índia é preparar uma equipe capaz de vencer a Copa do Mundo e, ao mesmo tempo, dar espaço para que jogadores mais jovens se desenvolvam. Rohit e Kohli trazem a experiência de integrar a equipe que chegou à final de 2023, mas suas vagas dependerão do desempenho enquanto a preparação continua.

Nenhuma decisão final sobre a convocação de qualquer um dos dois para a Copa do Mundo foi anunciada. A posição de Manhas mantém ambos na disputa, mas deixa as escolhas do elenco a cargo das pessoas responsáveis por avaliar a fase, o condicionamento físico e o equilíbrio da equipe.

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Resultados recentes fortalecem suas candidaturas

Kohli e Rohit entram na discussão depois de marcarem muitos pontos recentemente contra as Índias Ocidentais. A Índia venceu a série de ODI por 2 a 1, e os dois ex-capitães fizeram séculos.

Kohli marcou 139 corridas sem ser eliminado em 88 bolas em Thiruvananthapuram, alcançando seu 55º século em ODI e ultrapassando a marca de 15 mil corridas no formato. Sua entrada teve nove sixes, combinando um marco importante na carreira com uma pontuação rápida.

Rohit marcou 32, 101 e 92 corridas nas três partidas, totalizando 225. Seu século em Guwahati veio em 75 bolas, seguido por 92 corridas em 85 bolas em Nova Chandigarh. Ele também se tornou o quarto jogador a abrir o bastão e chegar a 10 mil corridas em ODI nessa posição.

As marcas de 101 e 92 corridas de Rohit corresponderam a 193 de suas 225 corridas, cerca de 86% do total na série. Essas duas entradas deram aos selecionadores exemplos consecutivos de sua capacidade de fazer contribuições expressivas, em vez de uma única atuação de destaque.

Para quem conhece menos o críquete, em uma partida de ODI cada equipe pode rebater por no máximo 50 overs. Por isso, os selecionadores consideram tanto quantas corridas um jogador marca quanto a velocidade com que as consegue, além das exigências da defesa em campo e da recuperação entre partidas.

Como a transição chegou a este momento

A mudança na liderança da Índia começou antes do debate mais recente sobre as vagas na Copa do Mundo. Shubman Gill substituiu Rohit como capitão de ODI em outubro de 2025, antes de uma série na Austrália, dando à Índia tempo para preparar um novo líder para 2027.

Rohit e Kohli já haviam deixado os outros dois formatos internacionais. Com isso, reduziram suas agendas internacionais, e a seleção para ODI se tornou a questão central na reta final de suas carreiras pela Índia.

  • Junho de 2024: Rohit, Kohli e Ravindra Jadeja se aposentaram dos T20 internacionais após a vitória da Índia na Copa do Mundo.
  • Março de 2025: Rohit e Kohli integraram a equipe da Índia que venceu o Troféu dos Campeões.
  • 2025: Rohit e Kohli se aposentaram do críquete de Teste.
  • Outubro de 2025: Gill assumiu a capitania de ODI antes de três partidas na Austrália, com início em 19 de outubro, em Perth.
  • Outubro e novembro de 2026: A turnê pela Nova Zelândia oferece mais uma avaliação em ODI antes da Copa do Mundo de 2027.

Segundo relatos, as convocações anteriores para a Austrália levaram em conta o desempenho de Rohit e Kohli no Troféu dos Campeões, e as vagas seguintes dependeriam do mérito. As declarações mais recentes de Manhas descrevem uma abordagem semelhante: avaliar o que os jogadores podem oferecer à medida que o próximo torneio se aproxima.

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Gill pode liderar com jogadores experientes ao seu lado

A nomeação de Gill separa a decisão sobre a capitania da seleção dos dois veteranos do bastão. Ele pode se desenvolver como líder da equipe de ODI da Índia enquanto Rohit e Kohli disputam vagas como jogadores.

Manhas apontou a experiência de Gill como capitão do Gujarat Titans como uma preparação útil. Também argumentou que um capitão se beneficia de ter companheiros experientes disponíveis quando uma partida fica difícil.

O presidente do BCCI citou Kohli, Rohit e Hardik Pandya como jogadores que poderiam apoiar Gill, enquanto Jasprit Bumrah assumiria responsabilidades no grupo de arremessadores.

Ter Virat, Hardik (Pandya) e Rohit na equipe certamente vai ajudá-lo. Há também jogadores como (Jasprit) Bumrah, que poderia assumir a liderança entre os arremessadores, enquanto outra pessoa poderia comandar a unidade de defesa em campo. No fim, trata-se de distribuir a carga de trabalho.

Um líder entre os arremessadores pode ajudar a discutir estratégias com eles, enquanto outro jogador experiente pode ajudar a organizar as posições em campo. Gill continuaria como capitão, contando com companheiros que já enfrentaram situações exigentes.

Manhas disse que essa experiência é especialmente valiosa sob pressão.

Eles já estiveram sob pressão e corresponderam tantas vezes em momentos decisivos. É uma boa combinação.

Um painel de seleção em transição terá de tomar as decisões

O mandato de Ajit Agarkar como chefe dos selecionadores terminou em 4 de outubro. O ex-arremessador de spin da Índia Pragyan Ojha atuou inicialmente como presidente interino antes de ser nomeado para o cargo em caráter permanente na segunda-feira. A própria transição do painel acrescenta outro elemento à preparação da Índia.

O BCCI confirmou a saída de Agarkar e a nomeação interina de Ojha, que presidiu a recente reunião de seleção do elenco para a turnê da Índia pela Nova Zelândia. Em uma homenagem publicada em 7 de outubro, a entidade agradeceu a Agarkar por seu compromisso, convicção e contribuição, observando que seu mandato, iniciado em julho de 2023, incluiu três troféus da ICC, dois títulos da Copa da Ásia e medalhas de ouro consecutivas nos Jogos Asiáticos.

"O BCCI registra seu reconhecimento a Ajit Agarkar por seu compromisso, convicção e contribuição durante seu mandato como presidente do Comitê de Seleção Masculino", disse o secretário do BCCI, Devajit Saikia, em comunicado.

Manhas elogiou o trabalho de Agarkar e disse que a saída foi uma decisão dele. Atribuiu ao período do comitê de seleção as vitórias da Índia nas Copas do Mundo de 2024 e 2026 e o título da Copa da Ásia de 2025, além de destacar a cooperação entre selecionadores e treinadores.

Gautam Gambhir, que assumiu como técnico principal em julho de 2024, trabalhou com Agarkar no planejamento para o torneio de 2027. Relatos anteriores sobre esse processo mencionaram preocupações com a forma como a Índia reagiria caso o desempenho de qualquer um dos dois veteranos caísse antes da Copa do Mundo.

A nomeação de Gill deu à Índia uma direção definida para a capitania durante esse período. Agora, os selecionadores podem avaliar as vagas de Rohit e Kohli no bastão sem também precisar decidir quem deve liderar a equipe.

Manhas também diferenciou a primeira convocação de um jogador do seu retorno à equipe.

Na primeira vez que você é convocado para uma equipe, é pela promessa que demonstra. Quando volta, é pelo desempenho.

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Condicionamento físico envolve recuperação, além de disponibilidade

As recentes preocupações com lesões de Rohit tornam o condicionamento físico um aspecto prático da discussão sobre a seleção. Para os dois jogadores, a exigência vai além de poder começar uma partida: eles também precisam defender em campo, correr entre os wickets e se recuperar para o jogo seguinte.

Manhas disse que o planejamento da carga de trabalho deve levar em conta as diferenças entre cada jogador, em vez de aplicar a mesma programação a todos.

Cada pessoa é diferente. Precisamos avaliar como cada um se sente e, então, traçar um plano.

A participação de V.V.S. Laxman nas discussões sobre seleção poderia ajudar a relacionar essas avaliações às decisões sobre o elenco. Como chefe do Centro de Excelência do BCCI e supervisor das equipes Índia A, ele acompanha o condicionamento físico e o desenvolvimento dos jogadores além da equipe principal que disputa competições internacionais.

Manhas disse que o conhecimento de Laxman poderia ajudar os selecionadores a fazer escolhas bem fundamentadas, sobretudo quando há torneios simultâneos e a comissão técnica principal está ocupada em outro lugar.

O cálculo da idade também importa para descrever o desafio com precisão. Rohit completa 40 anos em 30 de abril de 2027. Kohli começa a Copa do Mundo com 38 e completa 39 em 5 de novembro, durante o torneio previsto. Ambos precisariam manter o condicionamento físico ao longo de uma competição que dura várias semanas.

Jogadores mais jovens disputam as mesmas oportunidades

A transição da Índia vai além de Rohit e Kohli. Mohammed Shami caiu na ordem de seleção para ODI, apesar dos bons desempenhos no críquete doméstico, enquanto opções mais jovens para o ritmo, incluindo Harshit Rana e Gurnoor Brar, estão sendo avaliadas.

Essas escolhas mostram o desafio mais amplo dos selecionadores: manter uma equipe competitiva agora e, ao mesmo tempo, descobrir quais jogadores poderiam contribuir em 2027. As oportunidades dadas a atletas em ascensão permitem avaliar se estão prontos para o críquete internacional.

Manhas disse que a profundidade do elenco da Índia pode ajudar a administrar lesões e torneios simultâneos. Também argumentou que a disputa por vagas incentiva atuações melhores.

Para Rohit e Kohli, um grupo amplo de jogadores significa que a experiência deles concorre com as credenciais de outros candidatos. Para Gill, significa que a equipe pode desenvolver alternativas e manter o apoio dos veteranos onde os selecionadores considerarem útil.

O críquete doméstico também faz parte dessa preparação. Manhas disse que os jogadores mais experientes devem entrar em campo quando estiverem disponíveis, tanto para manter a própria fase quanto para dar aos companheiros mais jovens a chance de aprender ao lado deles.

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A Nova Zelândia será a próxima avaliação

A turnê da Índia pela Nova Zelândia deve incluir cinco partidas de T20 internacional, cinco de ODI e duas de Teste, com início em 22 de outubro. A série de ODI, de 4 a 15 de novembro, é a disputa relevante para Rohit e Kohli, já que eles se aposentaram dos outros formatos internacionais.

Cinco partidas oferecem aos selecionadores várias oportunidades para avaliar o desempenho com o bastão, a defesa em campo e a recuperação ao longo de uma série. Também dão a Gill mais tempo para liderar uma equipe de ODI que conta com jogadores experientes que já foram capitães da Índia.

Os desempenhos recentes de Rohit e Kohli contra as Índias Ocidentais lhes dão um bom ponto de partida. O próximo desafio é continuar produzindo entradas úteis e permanecer disponíveis à medida que a Índia se aproxima da Copa do Mundo.

As declarações de Manhas colocam essas exigências mensuráveis no centro da discussão. A Índia pode manter jogadores experientes e preparar uma nova geração ao mesmo tempo, com decisões de seleção pautadas pelos desempenhos dos próximos meses.

Principais pontos

  • O presidente do BCCI, Mithun Manhas, afirma que o condicionamento físico e o desempenho, e não a idade, devem orientar a seleção de Rohit Sharma e Virat Kohli.
  • As decisões finais de seleção cabem aos selecionadores e treinadores.
  • O BCCI confirmou a saída de Ajit Agarkar após o fim de seu mandato em 4 de outubro; Pragyan Ojha assumiu inicialmente como presidente interino antes de ser nomeado para o cargo em caráter permanente na segunda-feira.
  • Kohli marcou 139 corridas sem ser eliminado, e Rohit fez 225 corridas na recente vitória da Índia por 2 a 1 sobre as Índias Ocidentais na série de ODI.
  • Shubman Gill está se preparando para liderar a Índia, e Manhas defende que conte com o apoio de companheiros experientes.
  • As cinco partidas de ODI da Índia na Nova Zelândia estão previstas para ocorrer de 4 a 15 de novembro.
  • A Copa do Mundo de 2027 está prevista para ocorrer de 4 de outubro a 21 de novembro, na África do Sul, no Zimbábue e na Namíbia.
  • Rohit terá 40 anos durante o torneio; Kohli completará 39 durante a competição.
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