Pequenas empresas enfrentam prazo definido e preparativos inacabados
A Indonésia está ampliando o apoio financeiro, a orientação técnica e os serviços regionais de inspeção antes que a certificação halal obrigatória entre em sua próxima fase, em 18 de outubro de 2026. O governo descartou um novo adiamento, embora o Ministério da Indústria reconheça que produtores menores ainda precisam de ajuda para pagar os custos de adequação e administrar os sistemas de produção exigidos pela certificação.
Conteúdo
- Pequenas empresas enfrentam prazo definido e preparativos inacabados
- 17 de outubro é o prazo de adequação; 18 de outubro marca o início
- Quais produtos e empresas estão abrangidos?
- Semarang oferece inspeções com prazo de atendimento definido
- Apoio regional vai além da emissão de certificados
- Certificação gratuita não elimina todos os custos
- Ingredientes e importações põem toda a cadeia de suprimentos à prova
- Indicadores de prontidão medem coisas diferentes
- Regras especiais estão em elaboração, não um novo adiamento
- Certificação também é estratégia de exportação
- Pontos principais
A dimensão do esforço é significativa. O programa de certificação gratuita SEHATI tem uma cota de 1,35 milhão de certificados para 2026, ante 1 milhão no ano anterior. A BPJPH, Agência de Garantia de Produtos Halal, também anunciou uma meta nacional de 10 mil certificações por dia. Ainda assim, o ministério não confirmou qual porcentagem das pequenas indústrias concluiu a certificação.
Essa lacuna separa a prontidão declarada pelo governo daquela das empresas. A BPJPH afirma que mais de 15 milhões de produtos foram certificados, mas a contagem de produtos não indica quantas empresas estão em conformidade nem se seus ingredientes e processos de produção atendem aos requisitos de forma consistente.
O Ministério da Indústria está usando suas unidades técnicas regionais para integrar a certificação a serviços industriais mais amplos. Em Semarang, Java Central, a BBSPJPPI realiza inspeções halal para produtores de alimentos e bebidas, além de oferecer serviços de ensaios, calibração e gestão da qualidade. A expansão planejada para um nível superior de acreditação de inspeção em 2027 também mostra que a capacidade de atendimento continuará se desenvolvendo depois do prazo de outubro.
17 de outubro é o prazo de adequação; 18 de outubro marca o início
A base legal é a Lei nº 33 de 2014 sobre a Garantia de Produtos Halal, complementada pelo Regulamento Governamental nº 42 de 2024. A implementação ocorreu em etapas. Empresas de médio e grande porte dos setores de alimentos e bebidas estão sujeitas aos requisitos de certificação desde outubro de 2024, enquanto categorias específicas, incluindo produtos de micro e pequenas empresas e importações, receberam mais tempo.
O comunicado sobre certificação halal da Administração de Comércio Internacional dos EUA, datado de 4 de fevereiro de 2025, informa que o Regulamento Governamental nº 42 de 2024 foi publicado em 18 de outubro de 2024 e estendeu o prazo de adequação até, no máximo, 17 de outubro de 2026. A BPJPH aponta 18 de outubro como a data de início da próxima fase obrigatória. Essas datas descrevem etapas consecutivas, não prazos conflitantes.
O chefe da BPJPH, Ahmad Haikal Hasan, reiterou a posição em uma declaração de 10 de outubro:
A política de obrigatoriedade halal entrará em vigor em 18 de outubro, como planejado. Não haverá adiamentos.
A sequência das mudanças legais e dos marcos de implementação é:
- 2014: A Indonésia promulgou a Lei nº 33 sobre a Garantia de Produtos Halal.
- Outubro de 2024: Os requisitos de certificação passaram a valer para empresas de médio e grande porte dos setores de alimentos e bebidas.
- 18 de outubro de 2024: O Regulamento Governamental nº 42 estendeu o prazo de adequação para categorias específicas até 17 de outubro de 2026.
- 21 de janeiro de 2026: Autoridades em Padang discutiram como acelerar os serviços regionais de certificação.
- 10 de outubro de 2026: A BPJPH reiterou que a implementação não seria adiada.
- 18 de outubro de 2026: A próxima fase de certificação obrigatória entra em vigor.
- 2027: A BBSPJPPI pretende obter o nível Utama para inspeção halal.
Quais produtos e empresas estão abrangidos?
Alimentos e bebidas estão no centro dos preparativos para outubro, incluindo produtos fabricados por micro e pequenas empresas. Também foi informado que a prorrogação abrange produtos importados, produtos de origem animal abatidos e serviços de abate. As empresas precisam distinguir a categoria de seus produtos, o porte do negócio e a fase de implementação aplicável, em vez de presumir que todos os produtores têm o mesmo prazo.
A unidade técnica do Ministério da Indústria em Yogyakarta, a BBSPJIKB, identifica uma gama mais ampla de produtos em suas orientações sobre produtos para 2026. A lista inclui alimentos processados, bebidas, alimentos congelados, molhos, produtos de panificação, medicamentos tradicionais, suplementos, cosméticos e produtos de higiene pessoal. Também inclui determinados artigos domésticos que podem entrar em contato com alimentos, como utensílios e embalagens, além de produtos químicos de uso doméstico.
As orientações alertam que produtos vendidos sem certificação depois do prazo aplicável podem estar sujeitos a sanções. O documento não apresenta um calendário detalhado de implementação para todas as categorias listadas; por isso, a lista abrangente não deve ser interpretada como prova de que todos os itens seguem o mesmo cronograma.
Também há isenções. O comunicado do governo dos EUA identifica como isentos da certificação halal obrigatória os produtos proibidos aos muçulmanos, como carne suína e bebidas alcoólicas, e os itens minimamente processados que constam da lista positiva halal. Entre os exemplos dessa lista estão produtos agrícolas frescos, soja convencional e frutos do mar. A isenção da certificação halal não deve ser confundida com uma isenção de outras regras relativas a produtos ou rotulagem.
Hasan descreveu os rótulos halal e não halal como uma forma de proteger os consumidores e deixar claras suas opções. Portanto, a política trata tanto da verificação de alegações halal quanto da identificação de produtos que não são halal, e não de exigir que produtos proibidos obtenham um certificado halal.
Semarang oferece inspeções com prazo de atendimento definido
A BBSPJPPI de Semarang é acreditada como Organismo de Inspeção Halal de nível Pratama, conhecido na Indonésia como LPH. A instituição apoia pequenas e médias indústrias de alimentos e bebidas em Java Central e planeja solicitar o nível Utama em 2027, com o objetivo de ampliar sua cobertura de atendimento nos âmbitos nacional e internacional.
Seu serviço oficial de inspeção halal descreve sua função como examinar ou testar os produtos submetidos à certificação, com o apoio de auditores halal. A página identifica a BPJPH, os organismos de inspeção halal e o Conselho Indonésio de Ulemás, ou MUI, como participantes do sistema de garantia halal.
Essa distinção é importante para quem solicita a certificação: um organismo de inspeção executa uma etapa específica do processo. O prazo de atendimento desse organismo não corresponde automaticamente ao prazo de todas as etapas, desde a primeira solicitação da empresa até a emissão do certificado.
A BBSPJPPI informa um prazo de conclusão de 15 dias úteis, contado a partir do momento em que a BPJPH encaminha os documentos do operador da empresa ao organismo de inspeção. O prazo está previsto na decisão de 2025 da BBSPJPPI sobre padrões mínimos de atendimento. A preparação dos documentos e o período anterior ao encaminhamento não estão incluídos nesse ponto inicial.
As solicitações são enviadas por ptsp.halal.go.id. A página do serviço cita o Regulamento nº 57 de 2021 do Ministério das Finanças e a Decisão nº 141 de 2021 do chefe da BPJPH para as taxas e os procedimentos de pagamento, mas não informa um preço único aplicável a todos os solicitantes. O contato para marketing e cooperação é 082134525006.
Apoio regional vai além da emissão de certificados
A Agência de Padronização e Políticas de Serviços Industriais do Ministério da Indústria, liderada por Emmy Suryandari, apresenta a certificação como um meio de aumentar o valor dos produtos e a competitividade. As unidades técnicas regionais oferecem orientações e ajudam os produtores a se preparar para as inspeções realizadas por organismos LPH que trabalham com a BPJPH.
Na BBSPJPPI, a inspeção halal é oferecida junto com ensaios de produtos, calibração, certificação de produtos e certificação de sistemas de gestão segundo as normas ISO 9001 e ISO 14001. Essas normas tratam, respectivamente, da gestão da qualidade e da gestão ambiental. Outros serviços incluem certificação de indústria verde, verificação do conteúdo de componentes nacionais, verificação de importação de materiais perigosos e consultoria técnica.
A unidade também audita sistemas de monitoramento contínuo de emissões e Sistemas de Monitoramento Adaptativo, ou AiMS. Esses serviços são distintos da certificação halal, mas mostram que o ministério está organizando seu apoio em torno de necessidades mais amplas de produção e regulamentação, e não apenas da obtenção de um certificado.
O chefe da BBSPJPPI, Sofyari Rahman, afirma que a assistência inclui a transferência de conhecimentos sobre sistemas de garantia da qualidade. Para um produtor, isso significa desenvolver a capacidade de manter os padrões na operação cotidiana, e não apenas reunir documentos para uma inspeção.
Há uma coordenação semelhante em outras regiões. Uma declaração oficial de coordenação em Padang registra uma reunião em 21 de janeiro de 2026 com a participação de Dindin Syafruddin, chefe da BSPJI Padang; Sukismanto Aji, chefe do Departamento de Assuntos Gerais e Finanças da BPJPH; Ikrar Abdi, chefe do escritório PJPH de Sumatra Ocidental; e Risani, chefe do Centro de Capacitação Religiosa de Padang.
A discussão se concentrou nas responsabilidades institucionais, na capacitação de pessoal e nos serviços para pequenas e médias indústrias. Sukismanto anunciou a meta de 10 mil certificações por dia em todo o país. Dindin afirmou que o Ministério da Indústria oferece assistência anual gratuita para certificação halal, especialmente a pequenas e médias indústrias. Nenhuma das declarações demonstra que a meta diária já tenha sido alcançada.
Certificação gratuita não elimina todos os custos
A cota de 1,35 milhão de certificados do SEHATI para 2026 representa um aumento de 350 mil, ou 35%, em relação ao 1 milhão do ano anterior. Mais de 11 mil facilitadores do Processo de Produtos Halal foram mobilizados para ajudar empresas com as solicitações.
A cota maior representa uma expansão mensurável do apoio. Por si só, porém, ela não mostra que parcela das empresas elegíveis poderá ser atendida, pois não foi divulgado um número nacional confirmado de quantas ainda precisam de certificação.
Dewi Setiawati, chefe do Centro da Indústria Halal do Ministério da Indústria, apontou o financiamento e a orientação para implementar o Sistema de Garantia de Produtos Halal, ou SJPH, como necessidades ainda existentes. Ela descreveu a diferença entre grandes e pequenos produtores:
No entanto, as indústrias menores ainda precisam de nossa assistência.
O SJPH é o sistema operacional usado para manter a conformidade halal. Ele exige o controle da gestão das matérias-primas, uma produção que evite a contaminação por substâncias não halal e a atuação de um supervisor halal competente. Portanto, o apoio à certificação precisa contemplar o funcionamento cotidiano da empresa, não apenas o custo da solicitação.
Erwin Aksa, vice-presidente da Kadin, aponta despesas com auditorias, adaptações na produção, treinamento de funcionários, documentação e verificação de ingredientes. O peso dos custos varia conforme o número de produtos, a complexidade dos ingredientes e as condições das instalações de produção.
Para empresas com margens de lucro estreitas, essas despesas levam a uma escolha prática: absorver o custo, mudar fornecedores ou processos, ou repassar parte dele aos clientes. Muhammad Nurianto Al Arif, professor de economia islâmica da UIN, argumenta que a certificação pode fortalecer a reputação e o acesso ao mercado, e defende um apoio fácil de obter e de baixo custo ou gratuito para pequenas empresas.
Ingredientes e importações põem toda a cadeia de suprimentos à prova
Certificar um produto acabado pode ser difícil quando a condição de seus ingredientes é incerta. Pequenas padarias, confeitarias e vendedores de almôndegas podem comprar carne, temperos e outros insumos a granel em mercados tradicionais, sem embalagem, marca ou documentação halal clara.
Isso torna a verificação de fornecedores parte do desafio. Ajudar o vendedor final a preencher uma solicitação não resolve automaticamente a falta de informações sobre materiais comprados em etapas anteriores da cadeia de suprimentos.
Erwin Aksa aponta a rastreabilidade, os aditivos alimentares e os componentes importados como obstáculos. Medicamentos tradicionais e suplementos podem trazer outras complicações, pois os princípios ativos, as cápsulas e os auxiliares de processamento podem exigir verificação individual.
A Indonésia firmou acordos de reconhecimento mútuo com mais de 114 instituições halal estrangeiras. Abd Syakur, vice-diretor de Parcerias e Padronização da BPJPH, afirma que essa cooperação busca simplificar a certificação de produtos importados e fortalecer o reconhecimento internacional do sistema de garantia indonésio.
Os acordos de reconhecimento são apenas parte das exigências para importações. O comunicado dos EUA informou que cinco organismos norte-americanos de certificação halal haviam sido acreditados recentemente e que ainda havia dificuldades com a plataforma de registro de certificados SiHalal da BPJPH. Também afirmou que a prorrogação permitia que a maioria dos produtos norte-americanos de alimentos e bebidas continuasse sendo vendida sem certificação halal durante a transição, mas que essa descrição não abrangia carnes nem produtos à base de carne.
A BPJPH e a Agência Indonésia de Quarentena, Barantin, também integraram a fiscalização de importações por meio de um acordo de cooperação. Inspeções-piloto foram realizadas na Tailândia, Malásia, Vietnã, China e Coreia do Sul, com o objetivo de combater alegações halal sem verificação suficiente.
Indicadores de prontidão medem coisas diferentes
Vários números indicam avanços, mas não podem ser combinados em uma única taxa nacional de conformidade. A afirmação da BPJPH de que mais de 15 milhões de produtos foram certificados conta produtos. Sua declaração de prontidão de 100% diz respeito à capacidade da agência de oferecer serviços, não prova que todas as empresas estejam em conformidade.
Dewi afirmou que mais de 90% dos produtos de alimentos e bebidas são halal. Ela não apresentou dados verificados sobre a taxa de conformidade com a certificação nas grandes indústrias e disse que não podia confirmar a porcentagem de pequenas empresas que atenderam à exigência, pois o setor está mudando e a assistência continua. Ser considerado halal e possuir um certificado válido são medidas diferentes.
A Associação Indonésia de Empreendedores de Suplementos para a Saúde, APSKI, oferece um retrato mais restrito. Seu presidente, Decky Yao, diz que cerca de 87% dos associados estão relativamente preparados, embora os materiais importados continuem sendo um obstáculo. Essa é uma estimativa de prontidão da associação, não uma taxa nacional de certificação.
A empresa tailandesa Specialty Natural Products Public Company, ou SNPS, afirma que cerca de 98% de seu portfólio de ingredientes e produtos tem certificação halal para a Tailândia, a Malásia e a Indonésia. Laure Desforges, chefe da divisão internacional, diz que a empresa trabalha com distribuidores indonésios para acompanhar mudanças regulatórias. A porcentagem de seu portfólio não pode ser comparada diretamente à porcentagem de associados da APSKI.
O comunicado dos EUA também citou uma pesquisa em supermercados de alto padrão, segundo a qual até 25% dos produtos não atendiam aos requisitos de certificação e rotulagem. Esse levantamento anterior do varejo não é uma estimativa nacional atual. Em conjunto, os números mostram por que contagens de produtos, preparação das empresas e conformidade legal comprovada precisam ser analisadas separadamente.
Regras especiais estão em elaboração, não um novo adiamento
A BPJPH afirma que o governo está preparando regras especiais para determinadas circunstâncias, sobretudo para produtos de micro e pequenas empresas e certas importações. Reportagens também apontam matérias-primas e alguns produtos entre os casos em análise.
A agência apresenta esse trabalho como uma forma de introduzir a exigência de maneira proporcional, preservando a continuidade dos negócios. As regras detalhadas e a data de publicação ainda não foram definidas, por isso as empresas não devem presumir que elas criem uma isenção geral ou uma nova prorrogação.
Entre as possíveis consequências administrativas mencionadas para violações estão advertências, multas, revogação de certificados e retirada de produtos do mercado. São medidas possíveis, não uma indicação de que toda violação receberá automaticamente a mesma penalidade.
Hasan afirma que o governo não pretende realizar batidas ou operações semelhantes de fiscalização após a implementação. Ele também alertou contra pessoas ou grupos que aleguem falsamente representar a BPJPH e exijam dinheiro sob o pretexto de fiscalização.
Mufti Mubarok, presidente da Agência Nacional de Proteção ao Consumidor e vice-presidente da Kadin, apoia a exigência, mas alerta contra a criação de novas dificuldades para microempresas, especialmente vendedores ambulantes com pouco capital e acesso limitado à informação. Sua preocupação aponta para o principal desafio da implementação: manter a proteção ao consumidor e, ao mesmo tempo, tornar o apoio à conformidade acessível aos menores operadores.
Certificação também é estratégia de exportação
O ministério associa a exigência de outubro a um esforço mais amplo para fortalecer a estrutura industrial da Indonésia e competir nos mercados interno e internacional. A certificação pode apoiar essa ambição, mas os problemas da cadeia de suprimentos e do financiamento mostram por que o certificado não substitui sistemas de produção confiáveis.
As exportações indonésias de produtos halal somaram US$ 41,42 bilhões de janeiro a outubro de 2024, com superávit de US$ 29,09 bilhões e predominância de alimentos processados nas vendas externas. Esses números indicam uma base exportadora consolidada. Não medem o comércio adicional que as regras de outubro de 2026 poderiam gerar.
O Relatório sobre a Economia Islâmica Global classifica a Indonésia em terceiro lugar no ecossistema da indústria halal, atrás da Malásia e da Arábia Saudita. Arief Wibisono, funcionário do Ministério do Comércio, pediu que representantes comerciais indonésios no exterior promovam produtos halal e expliquem as políticas do país aos parceiros comerciais.
Ele também convidou os representantes a participar da Trade Expo Indonesia, programada para outubro de 2026. Com a promoção das exportações e a implementação interna ocorrendo no mesmo mês, a Indonésia busca apresentar a certificação tanto como proteção ao consumidor quanto como base para o acesso a mercados. O desafio imediato continua sendo prático: saber se as empresas conseguirão verificar seus materiais, arcar com as mudanças necessárias e obter assistência confiável antes do prazo aplicável.
Pontos principais
- O período prorrogado para adequação termina em 17 de outubro de 2026, e a próxima fase obrigatória começa em 18 de outubro.
- A BPJPH afirma que não haverá adiamento, enquanto regras especiais para determinados produtos e circunstâncias estão em elaboração.
- A cota do SEHATI para 2026 é de 1,35 milhão de certificados, 35% acima da do ano anterior.
- Pequenas indústrias ainda precisam de financiamento, verificação de ingredientes e ajuda para operar sistemas de garantia halal.
- A BBSPJPPI informa um prazo de atendimento de 15 dias úteis, contado a partir do encaminhamento dos documentos do solicitante pela BPJPH.
- Não foi anunciada uma porcentagem nacional confirmada de pequenas indústrias em conformidade com a certificação.
- O governo afirma que a implementação contará com orientação, assistência e fiscalização, e não com batidas policiais.






