Corrida da China pela recarga de veículos elétricos em quatro minutos se volta para baterias, armazenamento e rede elétrica

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China's Four Minute EV Charging Race Shifts to Batteries, Storage and the Power Grid

A Geely corta 30 segundos, mas a disputa maior é pelo acesso

A Geely anunciou uma recarga de 10% a 70% em quatro minutos e 30 segundos, usando um sistema com potência nominal de até 2.250 quilowatts por conector. Apresentado em Ningbo, na província de Zhejiang, o sistema reduz em 30 segundos os cinco minutos anunciados pela BYD para a mesma faixa de carga da bateria. Ainda assim, o executivo da Geely Zhang Dewang fez um alerta junto com o resultado mais rápido.

Conteúdo
  1. A Geely corta 30 segundos, mas a disputa maior é pelo acesso
  2. O que os números de recarga realmente medem
  3. Por que as montadoras disputam segundos
  4. As metas de rede da BYD exigem obras contínuas
  5. Um carregador de 2,25 megawatts precisa de mais que uma tomada
  6. A Geely usa previsões de temperatura para controlar o desgaste da bateria
  7. O prazo oficial de segurança é julho de 2026
  8. A demanda nos feriados mostra por que a capacidade nas rodovias importa
  9. Coreia do Sul e Estados Unidos enfrentam escolhas diferentes
  10. Principais pontos

Ao falar no lançamento, Zhang descreveu os limites para novos ganhos de velocidade de recarga:

A velocidade de recarga já está se aproximando de um limite físico.

A comparação reflete uma mudança na concorrência entre veículos elétricos na China. O tempo de recarga anunciado pela Geely é 10% menor que o da BYD no intervalo de 10% a 70%, enquanto a potência máxima por conector é 50% superior aos 1.500 kW da BYD. Esses números descrevem coisas diferentes, tempo decorrido e potência máxima, mas, juntos, mostram por que uma potência nominal maior do carregador não reduz o tempo de espera na mesma proporção.

A próxima disputa é cada vez mais sobre levar esse desempenho para além de uma demonstração: baterias compatíveis, número suficiente de pontos de recarga, sistemas de refrigeração, armazenamento estacionário e conexões elétricas capazes de atender vários veículos ao mesmo tempo. A BYD busca chegar a 20.000 estações de recarga ultrarrápida até o fim de 2026, enquanto a Geely integra o controle da recarga a baterias, armazenamento e rede elétrica.

Um detalhe regulatório também muda o cenário. O registro oficial da China indica 1º de julho de 2026 como data de entrada em vigor do novo padrão de segurança de baterias, e não um 1º de julho sem ano especificado, como dizem alguns relatos. Distinguir prazos verificados de alegações de desempenho das empresas é importante à medida que o setor passa de demonstrações impressionantes de recarga para serviços confiáveis no dia a dia.

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O que os números de recarga realmente medem

A Geely afirma que seu sistema carrega de 10% a 97% em oito minutos e 40 segundos. A BYD anuncia nove minutos para esse intervalo. O anúncio da CATL em abril vai além: a empresa afirma que sua tecnologia de terceira geração para baterias Shenxing carrega de 10% a 80% em três minutos e 44 segundos e de 10% a 98% em seis minutos e 27 segundos.

Esses testes não são diretamente comparáveis. Carregar de 10% a 70% acrescenta 60 pontos percentuais, enquanto chegar a 80% acrescenta 70. A capacidade da bateria também importa: o mesmo aumento percentual pode corresponder a quantidades diferentes de energia em veículos distintos. A potência máxima do carregador é um valor de pico, não uma garantia de que a bateria receba essa potência durante toda a sessão.

Testes divulgados com os modelos Lynk & Co 10 e Zeekr 001, da Geely, atingiram os tempos anunciados de quatro minutos e 30 segundos até 70% e oito minutos e 40 segundos até 97%, com a bateria Shendun Golden. A bateria admite uma taxa máxima de recarga de 12C. Em termos simples, 12C representa uma taxa que, teoricamente, carregaria uma bateria em cinco minutos se fosse mantida durante todo o processo; na prática, a recarga varia conforme a bateria se carrega e sua temperatura muda.

Segundo relatos, a marca Hongqi, da FAW, também demonstrou em um teste de julho uma recarga de 10% a 70% em três minutos e 41 segundos. Não foi anunciada uma data para o início da produção em série. Esse resultado torna inadequado descrever o anúncio da Geely como um recorde absoluto de velocidade. Um resultado de teste, um recurso de um veículo comercial e um serviço de recarga disponível em toda uma rede são conquistas distintas.

Por que as montadoras disputam segundos

A China tem mais de 100 marcas nacionais de automóveis de passeio, o que aumenta a pressão para diferenciar os veículos por algo além do preço. Stephen Chan, analista da S&P Global Ratings, descreve a redução da diferença entre o tempo de recarga e os cerca de cinco minutos necessários para abastecer um veículo a gasolina como uma forma de lidar com o receio de ficar sem autonomia.

Os números de vendas da BYD em setembro mostram por que as montadoras buscam outro argumento de venda. As vendas globais chegaram a 463.561 veículos, alta de 17% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas domésticas foram de 282.861, queda de 13%. As vendas no exterior aumentaram 153,6%. Subtraindo as vendas domésticas do total global, chega-se a 180.700 veículos vendidos no exterior, aproximadamente 39% do total.

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As vendas domésticas acumuladas de janeiro a setembro caíram 30%, segundo relatos. A divergência significa que o crescimento do total global pode coexistir com uma pressão considerável no mercado interno. A recarga mais rápida oferece um benefício prático a ser promovido quando descontos e autonomias anunciadas maiores já não bastam para garantir uma compra.

A disputa vem na esteira dos amplos cortes de preços da BYD em maio de 2025, quando os descontos chegaram a 34% em 22 modelos. A pressão financeira veio à tona mais tarde com o colapso do valor de mercado da BYD, noticiado em fevereiro de 2026, após mais de US$ 60 bilhões em patrimônio de investidores terem desaparecido desde maio do ano anterior. Construir infraestrutura de recarga acrescenta outro grande compromisso a um mercado que já enfrenta pressão sobre os lucros.

As metas de rede da BYD exigem obras contínuas

Segundo relatos, a rede de recarga ultrarrápida da BYD chegou a 11.586 pontos em 341 cidades até setembro. A empresa também anunciou sua 2.000ª estação de recarga em rodovias e cobertura de recarga de megawatts ao longo da via expressa entre Pequim e Xangai. A distância média informada entre os pontos nas rodovias é pouco superior a 100 quilômetros.

Para chegar a 20.000 pontos a partir de 11.586, são necessários outros 8.414, um aumento de cerca de 73%. Uma estimativa de aproximadamente 80 inaugurações por dia ilustra o ritmo necessário, embora a taxa diária exata dependa da data do levantamento de setembro. A meta se refere a pontos, não a conectores individuais, portanto não deve ser comparada diretamente com números nacionais que contabilizam equipamentos de recarga.

Uma análise do Deutsche Bank descreve a instalação de mais 30.000 estações em 2027 e 40.000 em 2028, chegando ao total planejado de 90.000. Relatos que mencionam apenas o fim do ano como prazo inicial são esclarecidos por outras fontes, que especificam o fim de 2026. A Sunwoda, outra fabricante de baterias, planeja, segundo relatos, instalar 10.000 estações capazes de recarga de megawatts até o fim de 2027.

Zhang espera que a recarga avance para um modelo parecido com o de postos de gasolina que atendem veículos de várias marcas. Isso deslocaria o valor de uma rede da associação com uma única montadora para a cobertura e o acesso prático. A expectativa dele não confirma que todos os conectores, veículos ou velocidades de recarga anunciadas funcionarão entre marcas diferentes.

Um carregador de 2,25 megawatts precisa de mais que uma tomada

A potência nominal de 2.250 kW da Geely equivale a 2,25 megawatts. Dividir esse valor por uma potência contratada residencial presumida de 3 kW resulta em 750 residências. Trata-se de uma comparação de capacidade de potência, não do consumo de energia de uma residência ao longo de um dia. Ainda assim, ela ilustra a escala dos equipamentos elétricos necessários para sustentar um único conector em sua potência máxima.

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Vários veículos carregando ao mesmo tempo podem multiplicar a demanda. Chan afirma que a maioria dos postos públicos de recarga na China ainda opera abaixo de um megawatt, o que significa que grande parte da rede existente não consegue oferecer todo o desempenho anunciado para os sistemas mais recentes. Uma bateria compatível, por si só, não elimina essa limitação.

Sistemas de armazenamento de energia ajudam a reduzir essa diferença. Baterias estacionárias podem acumular eletricidade por um período mais longo e liberá-la rapidamente quando os veículos chegam, reduzindo a demanda imediata sobre a rede. Mas o armazenamento não cria energia. Ele precisa de capacidade suficiente, de uma conexão capaz de recarregá-lo e de controles que gerenciem sessões sucessivas de recarga.

Um estudo publicado na Nature Communications analisou 760.000 registros de recarga em Pequim, Xangai e Guangzhou e alertou que a recarga rápida nas cidades pode pressionar a estabilidade da rede elétrica. A relevância do estudo está no padrão coletivo de demanda por recarga, não em comprovar que um carregador novo específico causará uma interrupção. O desafio é coordenar muitas sessões de recarga com a capacidade da rede elétrica local.

A Geely usa previsões de temperatura para controlar o desgaste da bateria

A recarga rápida sobrecarrega tanto a bateria quanto a rede elétrica. Chris Liu, analista sênior baseado em Xangai do grupo de pesquisa tecnológica Omdia, aponta o desempenho repetido como o principal teste:

O verdadeiro desafio é saber se a bateria consegue receber esse nível de corrente de forma rápida e repetida sem superaquecer, sofrer degradação excessiva ou enfrentar gargalos internos.

A Geely afirma que seu sistema Xingrui PowerMind, desenvolvido com a empresa de inteligência artificial StepFun, conecta veículos, baterias, carregadores, serviços em nuvem, a rede elétrica e o armazenamento estacionário. O sistema prevê mudanças na temperatura interna da bateria com até 30 segundos de antecedência e ajusta a potência de recarga. A empresa busca manter a temperatura média abaixo de 55 graus Celsius durante a recarga rápida e os picos abaixo de 65 graus Celsius.

O sistema de refrigeração líquida se estende pelo armazenamento estacionário, carregador, cabo e conector até a bateria do veículo. A Geely também afirma que a regeneração por pulsos e o gerenciamento da recarga podem aumentar em até 20% a vida útil em ciclos da bateria, mas não especificou sua vida útil de referência. Sem essa referência e sem condições detalhadas do teste, não é possível traduzir o percentual em anos de uso.

A BYD afirma que seus próprios testes mantiveram 98,7% da capacidade da bateria após 350 ciclos de recarga rápida. São resultados de testes da empresa, não uma confirmação independente de desempenho comparável ao longo de anos de uso diário. A Geely também está desenvolvendo uma bateria Ultra Short Blade mais barata, compatível com até 6C, com um processo de soldagem a laser que, segundo a empresa, reduz em 10% o calor gerado pela recarga. O foco separado em recarga residencial de menor potência mostra que a velocidade máxima não é a resposta pretendida para todas as situações.

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O prazo oficial de segurança é julho de 2026

A Administração Estatal para Regulação do Mercado da China lista a norma GB 38031-2025, Requisitos de Segurança para Baterias de Tração de Veículos Elétricos, em seu registro nacional de normas. A norma nacional obrigatória foi publicada em 28 de março de 2025 e entra em vigor em 1º de julho de 2026. Ela substitui integralmente a GB 38031-2020.

Alguns relatos dizem que a norma entrou em vigor em 1º de julho, sem especificar o ano. O registro oficial elimina essa ambiguidade. Ele atribui a responsabilidade ao Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, com a implementação delegada ao subcomitê de veículos elétricos do Comitê Técnico Nacional de Normalização Automotiva.

Entre as organizações que participaram da elaboração estão a CATL, a BYD, entidades de testes automotivos e fabricantes como Toyota, Nissan, BMW, Volkswagen e a operação da Tesla em Xangai. A amplitude da participação mostra que a norma vai além das empresas que disputam os menores tempos de recarga.

O padrão de segurança de baterias especifica o teste de ciclo de recarga rápida nas cláusulas 5.1.7 e 8.1.8. Ele se aplica a células de bateria que carregam de 20% a 80% em no máximo 15 minutos, excluindo as que são carregadas somente por meio da energia do veículo. Após 300 ciclos, as células passam por um teste de curto-circuito externo com duração de 10 minutos, com resistência do circuito externo inferior a 5 miliohms, seguido por uma hora de observação. As células não podem pegar fogo nem explodir. Um teste de segurança e uma alegação sobre capacidade preservada medem resultados diferentes: evitar uma falha perigosa, por si só, não determina quanta capacidade útil a bateria manterá.

A demanda nos feriados mostra por que a capacidade nas rodovias importa

Dados da Administração Nacional de Energia divulgados para o período de 1º a 7 de outubro de 2026 indicam que o consumo de recarga de veículos de novas energias nas rodovias chegou a 163 milhões de quilowatts-hora, alta de 51,42% em relação ao ano anterior. Isso equivale a uma média diária de cerca de 23,26 milhões de quilowatts-hora. Os números medem a energia fornecida, ao contrário das potências em quilowatts e megawatts usadas para descrever a potência instantânea de recarga.

As estatísticas divulgadas abrangem 62.700 conectores de recarga rodoviários incluídos na plataforma nacional de monitoramento de instalações de recarga, da meia-noite de 1º de outubro até o fim do dia 7. Foram registradas 6,711 milhões de sessões de recarga e um consumo diário médio de 23,2566 milhões de quilowatts-hora; o aumento de 51,42% se refere a essa média diária. As fontes fornecidas não identificam o comunicado ou conjunto de dados original da Administração Nacional de Energia para todo o período de sete dias. Seu comunicado de 2 de outubro cobre apenas o primeiro dia do feriado e informa 28,0469 milhões de quilowatts-hora, alta de 60,40%, com base na mesma contagem de conectores rodoviários monitorados.

Os totais nacionais divulgados superam 24 milhões de conectores de recarga, com cerca de 89.000 instalações em áreas de serviço de rodovias expressas. Aproximadamente 11.000 unidades capazes de fornecer alta potência foram adicionadas nessas áreas entre janeiro e agosto de 2026, número próximo do total acumulado instalado antes daquele ano.

Segundo relatos, a frota de veículos de novas energias da China chegou a 48,97 milhões, o equivalente a 13,19% de todos os veículos. Essa categoria inclui híbridos plug-in, além dos veículos totalmente elétricos. Os números da frota e da recarga nos feriados mostram que a pressão sobre a infraestrutura de recarga pode continuar crescendo mesmo quando as vendas domésticas de uma montadora caem.

A meta para 2030 é superar 40 milhões de instalações de recarga, incluindo aproximadamente 300.000 unidades de alta potência, para atender mais de 110 milhões de veículos elétricos. As fontes fornecidas não especificam a fonte nem a metodologia por trás dessa meta divulgada. Essas categorias são mais amplas que os pontos de recarga ultrarrápida da marca BYD. Portanto, os totais nacionais de equipamentos não permitem determinar quantos motoristas têm acesso às velocidades de recarga anunciadas mais recentemente.

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Coreia do Sul e Estados Unidos enfrentam escolhas diferentes

O Ioniq 5, da Hyundai Motor Group, e o EV6, da Kia, fabricados na plataforma E-GMP de 800 volts, anunciam aproximadamente 18 minutos para carregar de 10% a 80% usando um carregador adequado de 350 kW. Essa referência acompanhou o lançamento da rede E-pit em 2021. Em março, a SK On apresentou uma tecnologia que promete sete minutos para a mesma faixa de carga, mas ainda não há uma data definida para seu uso em veículos de produção.

Os três minutos e 44 segundos da CATL representam cerca de um quinto do tempo de referência da Hyundai e da Kia. A comparação usa a mesma faixa percentual, mas não comprova equivalência no tamanho das baterias, nas condições climáticas ou na disponibilidade no dia a dia. A BYD Korea acrescentou a instalação e operação de recarga de veículos elétricos e armazenamento de energia aos objetivos de seus negócios, mas afirma que a entrada no mercado doméstico ainda não foi definida.

Nos Estados Unidos, a recarga de 10% a 80% costuma levar aproximadamente de 20 a 40 minutos, segundo a S&P. Modelos mais recentes da Hyundai, Kia e Porsche conseguem chegar a cerca de 18 a 20 minutos em condições ideais. Neal Ganguli, sócio e diretor-gerente da AlixPartners, espera que os Estados Unidos adotem atualizações mais moderadas da rede, em vez de acompanhar a disputa chinesa por megawatts.

Os principais marcos com data definida separam regulação, demonstrações e compromissos futuros:

  • 28 de março de 2025: a China publica a GB 38031-2025.
  • 1º de julho de 2026: entra em vigor o novo padrão de segurança de baterias.
  • De 1º a 7 de outubro de 2026: o consumo de recarga nas rodovias chega a 163 milhões de quilowatts-hora, segundo relatos; o comunicado ou conjunto de dados original para todo o período não foi identificado.
  • Fim de 2026: a BYD pretende chegar a 20.000 estações de recarga ultrarrápida.
  • 2027 e 2028: a BYD planeja instalar mais 30.000 e 40.000 estações, respectivamente.
  • 2030: segundo relatos, a China pretende superar 40 milhões de instalações de recarga; a fonte e a metodologia correspondentes não foram especificadas.

Não foram anunciadas datas de produção para a tecnologia demonstrada pela Hongqi nem para o sistema de sete minutos da SK On. Também faltam confirmações independentes sobre o desempenho repetido das baterias nas alegações das empresas descritas aqui. O teste prático é saber se os motoristas conseguem recarregar rapidamente várias vezes, em locais acessíveis, sem desgaste inaceitável da bateria nem demanda excessiva sobre a infraestrutura elétrica local.

Principais pontos

  • A Geely anuncia recarga de 10% a 70% em quatro minutos e 30 segundos, com um conector de potência nominal de 2,25 megawatts.
  • A CATL afirma que consegue carregar de 10% a 80% em três minutos e 44 segundos; é preciso comparar com cuidado intervalos diferentes de recarga.
  • A rede da BYD, que segundo relatos tinha 11.586 pontos em setembro, precisa crescer em 8.414 para atingir a meta do fim de 2026.
  • A maioria dos postos públicos existentes na China opera abaixo de um megawatt, o que limita o acesso ao desempenho mais recente de recarga.
  • O registro oficial da China estabelece 1º de julho de 2026 como data de implementação da GB 38031-2025; a norma exige que células elegíveis não peguem fogo nem explodam em um teste de curto-circuito externo após 300 ciclos de recarga rápida.
  • Refrigeração das baterias, armazenamento estacionário e capacidade da rede elétrica estão se tornando elementos centrais da disputa pela recarga.
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