Submarino dos EUA afunda navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka, deixa 87 mortos e põe à prova a neutralidade de Colombo

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US Submarine Sinks Iranian Warship Off Sri Lanka, Leaving 87 Dead and Testing Colombo's Neutrality

Um ataque com torpedo leva a guerra à porta do Sri Lanka

Um submarino dos EUA afundou o navio de guerra iraniano IRIS Dena na costa sul do Sri Lanka em 4 de março de 2026, deixando às equipes de resgate cingalesas a tarefa de recuperar 87 corpos e levar 32 sobreviventes para terra. O ataque perto de Galle estendeu os combates entre os Estados Unidos e o Irã ao oceano Índico, longe da costa iraniana, e colocou o Sri Lanka no centro de uma difícil operação de resgate e diplomacia.

Conteúdo
  1. Um ataque com torpedo leva a guerra à porta do Sri Lanka
  2. O que as equipes de resgate encontraram na costa de Galle
  3. As versões sobre a localização não coincidem
  4. Um navio de guerra voltava de eventos na Índia
  5. Pane>Pane no motor do Bushehr cria uma segunda crise
  6. Por que resgate e custódia militar são diferentes
  7. A neutralidade não resolve todas as questões jurídicas
  8. A campanha naval mais ampla e a participação da Austrália
  9. Relatos posteriores revelam um problema marítimo ainda sem solução
  10. Principais pontos

O Dena voltava de eventos navais organizados pela Índia quando foi atingido. Poucos dias depois, o Sri Lanka também assumiu a custódia de um segundo navio da Marinha iraniana, o IRIS Bushehr, depois que seu capitão pediu ajuda após uma pane no motor. Os dois incidentes criaram responsabilidades distintas: salvar pessoas na água, tratar os feridos e decidir como um país neutro deveria lidar com um navio militar estrangeiro e sua tripulação.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, confirmou publicamente o ataque do submarino durante uma coletiva no Pentágono e descreveu o Dena como o "navio de prestígio" do Irã. Ele apresentou o afundamento como parte da campanha americana contra a Marinha iraniana.

Um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano que achava estar seguro em águas internacionais. Em vez disso, foi afundado por um torpedo.

Imagens divulgadas pelo Departamento de Defesa dos EUA mostraram uma explosão subaquática sob o navio iraniano, seguida por uma grande coluna de água. O navio pareceu se partir. As imagens documentaram o ataque, mas não esclareceram as versões divergentes sobre quantas pessoas estavam a bordo nem o local exato do ataque.

O que as equipes de resgate encontraram na costa de Galle

O ministro das Relações Exteriores do Sri Lanka, Vijitha Herath, disse ao Parlamento em 4 de março que um navio da Marinha iraniana estava em perigo a cerca de 40 milhas náuticas do porto de Galle. A Marinha e a Força Aérea do Sri Lanka enviaram navios e aeronaves após receberem o sinal de socorro.

O porta-voz da Marinha, comandante Buddhika Sampath, disse que o navio de guerra havia desaparecido quando os socorristas chegaram ao local. Ele descreveu ter encontrado "apenas algumas manchas de óleo e botes salva-vidas", e não uma embarcação intacta.

Encontramos pessoas boiando na água.

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Os 32 sobreviventes foram internados em um hospital em Galle. O médico Anil Jasinghe, alto funcionário do Ministério da Saúde, disse que um deles estava em estado crítico, sete recebiam atendimento de emergência e os demais tinham ferimentos leves. Os corpos recuperados foram levados para terra e encaminhados ao necrotério temporário do hospital.

Os números do resgate foram consistentes nos relatos iniciais: 87 corpos recuperados e 32 pessoas resgatadas, totalizando 119 pessoas. Já o número total de pessoas a bordo não foi confirmado. As autoridades cingalesas inicialmente informaram que havia 180 tripulantes, enquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse depois que o Dena transportava "quase 130" tripulantes.

Com base no número informado pelo Sri Lanka, 61 pessoas não constavam dos totais iniciais de resgate. Um relato arredondou esse número para cerca de 60. A estimativa mais baixa de Araghchi deixaria uma diferença bem menor. Nenhum dos números deve ser tratado como balanço final de desaparecidos sem uma lista de passageiros confirmada e uma avaliação atualizada das buscas.

As versões sobre a localização não coincidem

A distância em relação ao Sri Lanka é outro detalhe ainda sem esclarecimento. Na primeira declaração ao Parlamento, Herath afirmou que o navio em perigo estava a cerca de 40 milhas náuticas do porto de Galle. Um relato do anúncio inicial da Marinha indicou aproximadamente a mesma distância.

Mais tarde, o presidente Anura Kumara Dissanayake disse que o Dena havia sido atacado a cerca de 19 milhas náuticas do porto de Galle e que o sinal de socorro tinha sido enviado daquela área. Reportagens baseadas nessa localização situaram o incidente na zona contígua próxima ao mar territorial do Sri Lanka, enquanto outros relatos o descreveram, de forma mais ampla, como ocorrido em águas internacionais.

Essas descrições não são necessariamente contraditórias do ponto de vista jurídico. Em geral, o mar territorial se estende por até 12 milhas náuticas a partir da linha de base legal de um Estado costeiro. A zona contígua pode se estender por até 24 milhas náuticas e permite certos controles limitados, mas não equivale às águas territoriais.

Uma distância medida a partir do porto de Galle não corresponde automaticamente à distância medida a partir da linha de base legal. Sem coordenadas verificadas, não é possível conciliar com segurança as versões de 19 e 40 milhas náuticas. Ambas mostram, porém, que o Sri Lanka estava perto o suficiente para se tornar a autoridade responsável pelo resgate imediato.

Um navio de guerra voltava de eventos na Índia

O Dena era um dos navios de guerra mais novos do Irã, equipado para operações longe de sua base. Seu armamento incluía canhões de grosso calibre, mísseis superfície-ar, mísseis antinavio e torpedos. Também transportava um helicóptero.

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Antes de afundar, participou de eventos navais organizados pela Índia e estava a caminho do Irã. O Ministério da Defesa da Índia informou que pelo menos 74 países participaram desses eventos. A Marinha dos EUA também esteve presente, realizando exercícios de reconhecimento aéreo e patrulha marítima.

A Índia recebeu um sinal de socorro do Dena, mas, segundo o relato do ministério, a operação de resgate do Sri Lanka já estava em andamento quando a Índia iniciou sua própria busca e salvamento.

O Dena havia sido incluído na lista de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA em fevereiro de 2023. Essa designação era independente da questão de saber se um ataque contra o navio era legal durante um conflito armado. As sanções restringem transações com uma entidade ou um bem designado; por si só, não autorizam um ataque militar.

Araghchi chamou o afundamento de "atrocidade no mar" e disse que os Estados Unidos "se arrependeriam amargamente" do ataque. Sua reação contrastou com a apresentação de Hegseth do afundamento como um sucesso militar e evidenciou a profunda divergência sobre um ataque contra um navio que voltava de um encontro naval internacional.

Pane>Pane no motor do Bushehr cria uma segunda crise

Depois que o Dena afundou, o navio logístico iraniano IRIS Bushehr pediu ajuda enquanto estava ancorado fora das águas do Sri Lanka. Dissanayake disse que um dos motores havia falhado e que as autoridades cingalesas discutiram o pedido com autoridades iranianas e com o capitão antes de decidir assumir o controle do navio.

O comandante Sampath informou inicialmente que 204 marinheiros iranianos foram transferidos para a Base Naval de Welisara, perto de Colombo. Eles passaram por procedimentos de imigração e exames médicos, que não identificaram problemas de saúde. Cerca de 15 permaneceram a bordo para ajudar os funcionários cingaleses a interpretar instruções operacionais, manuais e registros.

O plano era transferir o Bushehr para Trincomalee, na costa leste do Sri Lanka, e mantê-lo sob custódia cingalesa até novo aviso. Reportagens posteriores informaram que o navio estava ancorado lá desde 9 de março.

Dissanayake explicou que a autorização para entrar no porto exigia considerar as obrigações internacionais do Sri Lanka, e não simplesmente escolher entre apoiar o Irã ou os Estados Unidos.

Precisamos entender que esta não é uma situação comum. Trata-se do pedido de um navio pertencente a uma das partes para entrar em nosso porto. Temos de analisar isso de acordo com os tratados e as convenções internacionais.

Os acontecimentos se desenrolaram ao longo de vários meses:

  • 4 de março de 2026: Um submarino dos EUA afundou o Dena na costa de Galle. O Sri Lanka iniciou uma operação de resgate.
  • 5 de março: Dissanayake explicou a decisão de ajudar o Bushehr após a pane no motor.
  • 6 de março: O Sri Lanka informou que havia levado para terra 204 marinheiros do Bushehr.
  • 9 de março: Reportagens posteriores apontaram essa data como o início da permanência do Bushehr em Trincomalee.
  • 11 de setembro: O Parlamento discutiu a tripulação iraniana que ainda permanecia a bordo e os pedidos para substituí-la.
  • 15 de setembro: Uma observação do tráfego marítimo identificou 21 embarcações ligadas ao Irã perto do Sri Lanka.
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Por que resgate e custódia militar são diferentes

Herath disse que o Sri Lanka agiu com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, conhecida pela sigla UNCLOS. Kusal Kavinda Amarasinghe, advogado e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Colombo, apontou o artigo 98(2) e a Convenção Internacional sobre Busca e Salvamento Marítimo de 1979 como referências pertinentes às responsabilidades de resgate do Sri Lanka.

O artigo 98(2) trata do dever de um Estado costeiro de promover serviços de busca e salvamento adequados e eficazes. A distinção central está entre prestar assistência de emergência no mar e determinar a situação dos militares depois que chegam a terra. Salvar marinheiros de um naufrágio não significa, por si só, entrar na guerra do país deles.

H.M.G.S. Palihakkara, ex-secretário de Relações Exteriores do Sri Lanka e ex-representante permanente do país nas Nações Unidas, disse que o Sri Lanka agiu com responsabilidade e imparcialidade ao responder ao pedido de socorro e prestar atendimento médico.

Não era possível ignorar o pedido de socorro. Nem as potências que atacam podem deixar marinheiros naufragados morrerem. Isso é o que determina a lei.

Amarasinghe disse que o tratamento posterior dos militares iranianos também envolvia o direito internacional humanitário. Ao explicar as proteções e obrigações de internamento aplicáveis a Estados neutros, ele citou o artigo 5 da Segunda Convenção de Genebra e o artigo 4(B)(2) da Terceira Convenção de Genebra.

Internamento significa manter militares sob custódia para impedir que voltem ao combate. É diferente de punição criminal. Amarasinghe disse que os marinheiros poderiam receber as proteções associadas a prisioneiros de guerra, mesmo que não fossem tecnicamente classificados como tais.

Ele também citou o artigo 118 da Terceira Convenção de Genebra para defender que a libertação deveria ocorrer após o fim das hostilidades ativas. Essa é uma interpretação jurídica, não uma decisão publicada do Sri Lanka sobre a situação de cada marinheiro. Relatos posteriores de repatriação tornam particularmente relevante a fundamentação jurídica exata do governo.

A neutralidade não resolve todas as questões jurídicas

Dissanayake disse que as decisões do Sri Lanka foram orientadas pela neutralidade e por princípios humanitários. Ele rejeitou a ideia de que prestar assistência exigisse se submeter a um dos lados.

Adotamos uma posição muito clara. Não seremos tendenciosos em favor de nenhum Estado nem nos submeteremos a nenhum Estado.

Marc-André Franche, coordenador residente da ONU no Sri Lanka, elogiou a intervenção, que, segundo ele, refletia o compromisso do país com a neutralidade, a paz e a cooperação multilateral.

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Houve avaliações jurídicas divergentes sobre o que aconteceu depois que o Bushehr entrou no porto. Katsuya Yamamoto, diretor do Programa de Estratégia e Dissuasão da Fundação Sasakawa para a Paz, em Tóquio, disse que um Sri Lanka neutro poderia permitir a entrada do navio. Ele argumentou que a embarcação continuaria sob jurisdição iraniana depois de atracar e que as autoridades cingalesas não teriam motivos para inspecioná-la, a menos que Colombo tomasse o lado de Washington.

Essa avaliação se soma à descrição do Sri Lanka de que assumiu a custódia do navio. A entrada no porto, a jurisdição sobre um navio de guerra estrangeiro, o controle físico da embarcação e a situação de sua tripulação são questões relacionadas, mas distintas. Não foi identificado nenhum acordo detalhado que resolvesse essas questões.

Amarasinghe disse que o Sri Lanka poderia notificar as Nações Unidas caso outro Estado ameaçasse sua soberania em relação aos detidos e, potencialmente, iniciar um processo na Corte Internacional de Justiça. Ainda assim, qualquer processo exigiria uma base válida para a jurisdição da Corte. Ele disse não ter observado esse tipo de ameaça na ocasião de sua avaliação.

A campanha naval mais ampla e a participação da Austrália

O presidente dos EUA, Donald Trump, apontou a destruição da Marinha iraniana como um dos objetivos da guerra. O almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos EUA, disse que pelo menos 17 navios iranianos haviam sido afundados. O general Dan Caine apresentou um número diferente: 20 embarcações destruídas desde o início dos ataques dos EUA e de Israel.

Os números se referem a categorias diferentes, navios afundados e navios destruídos, e podem corresponder a momentos distintos. Não devem ser somados. Uma avaliação do Instituto Naval Australiano afirmou que a Marinha iraniana tinha mais de 18.500 integrantes e mais de 100 navios e submarinos, mas esses números, por si só, não revelam quanto de sua capacidade operacional sobreviveu.

Donald Rothwell, professor de direito internacional da Universidade Nacional da Austrália, avaliou que o Dena era um alvo que os Estados Unidos poderiam atacar segundo as regras de engajamento aplicáveis. Ele também disse que o ataque ampliou as operações de combate para uma região distante do oceano Índico. Sua avaliação não constitui uma decisão judicial sobre a legalidade do ataque.

A afirmação de Hegseth de que nenhum submarino afundava um navio de guerra desde a Segunda Guerra Mundial foi contrariada por exemplos anteriores. O HMS Conqueror, do Reino Unido, afundou um navio de guerra argentino durante a Guerra das Malvinas, em 1982, e um submarino paquistanês lançou um torpedo contra uma fragata indiana em 1971.

A Austrália confirmou que três australianos estavam a bordo do submarino americano no âmbito do acordo de treinamento AUKUS, que envolve Austrália, Reino Unido e Estados Unidos. A presença deles não demonstra que tenham escolhido o alvo ou disparado a arma. Neil James, diretor-executivo da Associação de Defesa Australiana, disse não acreditar que um australiano tenha desempenhado a função de disparar o torpedo.

Relatos posteriores revelam um problema marítimo ainda sem solução

Em setembro, a emergência imediata do resgate havia se transformado em uma questão diplomática mais prolongada. Reportagens posteriores disseram que 208 marinheiros do Bushehr haviam sido repatriados por via aérea após permanecerem em Welisara, enquanto 13 continuavam a bordo para proteger a embarcação.

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Esses números diferem do relato inicial, segundo o qual 204 marinheiros foram levados para terra e cerca de 15 ficaram a bordo. As reportagens não explicam se a diferença reflete uma revisão dos números ou movimentações posteriores de pessoal. Também não especificam as condições jurídicas da repatriação.

Em 11 de setembro, o parlamentar Rauff Hakeem disse que havia sido solicitada autorização para substituir todos os 13 marinheiros que ainda estavam a bordo, mas o Ministério da Defesa havia aprovado a substituição de apenas três. Ele comparou essa decisão à autorização que a Índia teria concedido para a troca de cerca de 30 marinheiros iranianos. O vice-ministro das Relações Exteriores, Arun Hemachandra, disse que o Sri Lanka cuidou da segurança e do bem-estar dos marinheiros e estava coordenando esforços com as agências pertinentes para resolver as questões pendentes. Não foi informado nenhum prazo para a conclusão do processo.

Uma observação separada do tráfego marítimo, por volta das 03h30 GMT de 15 de setembro, identificou 21 embarcações ligadas ao Irã perto da costa, entre Matara, Galle, Colombo e Negombo. Segundo os relatos, elas estavam na região desde julho e eram alvo de sanções dos EUA. As embarcações eram Stream, Halti, Dream II, Sea Cliff, Snow, Helm, Diamond II, Deep Sea, Dino I, Herby, Sevin, Amber, Henna, Huge, Dore, Sonia I, Felicity, Dune, Hero II, Daisy e Shiba.

Em 8 de setembro, Herath havia dito que as autoridades identificaram 47 embarcações na região, incluindo navios iranianos, além dos limites marítimos do Sri Lanka. Os números de 21 e 47 se referiam a grupos diferentes e a datas distintas, por isso não permitem calcular com confiabilidade a proporção de embarcações iranianas em um mesmo total.

Herath disse que nenhuma delas havia solicitado instalações ao Sri Lanka e que nenhuma tinha recebido esse tipo de apoio. Ele também disse que a Embaixada dos EUA havia perguntado se o Sri Lanka sabia da presença das embarcações iranianas e as estava monitorando. O Departamento de Estado dos EUA discutiu preocupações com atividades iranianas, incluindo o comércio ilegal de combustível, mas se recusou a comentar conversas diplomáticas privadas.

Reportagens posteriores também atribuíram ao Comando Central o anúncio de ataques a oito navios iranianos de combustível em 5 e 8 de setembro, com um deles afundado. Esses acontecimentos diziam respeito a uma área próxima a uma rota marítima internacional supostamente utilizada por mais de 60 mil embarcações por ano. Eles não demonstraram que os navios comerciais perto do Sri Lanka estivessem sob proteção cingalesa nem que alguma embarcação específica enfrentasse um ataque iminente.

Principais pontos

  • Um submarino dos EUA afundou o IRIS Dena na costa de Galle em 4 de março de 2026.
  • O Sri Lanka recuperou 87 corpos e resgatou 32 pessoas. O total de pessoas a bordo continuou sendo motivo de divergência.
  • Os relatos iniciais situaram o navio a cerca de 40 milhas náuticas do porto de Galle; mais tarde, o presidente indicou cerca de 19 milhas náuticas.
  • O Sri Lanka prestou assistência ao IRIS Bushehr após uma pane no motor e levou sua tripulação para terra antes de transferir o navio para Trincomalee.
  • As obrigações de resgate, o internamento de militares e a jurisdição a bordo do Bushehr envolviam questões jurídicas distintas.
  • Relatos posteriores mencionaram a repatriação da tripulação e a permanência de 13 marinheiros a bordo, sem prazo divulgado para resolver a situação.
  • Observações feitas em setembro identificaram 21 embarcações ligadas ao Irã perto do Sri Lanka, enquanto o governo negou ter fornecido instalações a elas.
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