Coreia do Sul conquista o quarto ouro consecutivo no futebol dos Jogos Asiáticos em meio a revisão de benefícios militares

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Gol de Eom aos 61 minutos amplia sequência recorde

A Coreia do Sul derrotou o Japão, anfitrião, por 1 a 0 no Toyota Stadium em 3 de outubro de 2026 e garantiu a quarta medalha de ouro consecutiva no futebol masculino dos Jogos Asiáticos com o gol da vitória marcado por Eom Ji-sung aos 61 minutos. O jogador do Swansea City finalizou com o pé esquerdo após cruzamento de Yang Min-hyeok, decidindo uma final em que o Japão criou várias chances e depois acertou a trave.

Conteúdo
  1. Gol de Eom aos 61 minutos amplia sequência recorde
  2. Como a Coreia do Sul transformou a pressão no gol decisivo
  3. As cinco vitórias contam a história do título
  4. O que o quarto título acrescenta à rivalidade
  5. O torneio de Eom e as divergências nos números
  6. Seleção mais jovem do Japão enfrenta preocupação com lesão
  7. Lee Min-sung vence após meses de críticas
  8. O que o benefício do serviço militar significa na prática
  9. Revisão do governo vai além da seleção de futebol
  10. Bandeira parada leva organizadores a pedir desculpas
  11. Principais pontos

A vitória concluiu uma campanha em que a Coreia do Sul venceu os cinco jogos, marcou 13 gols e sofreu apenas dois. Também foi a terceira vitória consecutiva sobre o Japão em uma final dos Jogos Asiáticos, após as decisões em Jacarta-Palembang 2018 e Hangzhou 2022, edição realizada em 2023.

A análise oficial da final do Comitê Olímpico Internacional registra o sétimo título da Coreia do Sul no futebol masculino, e não o sexto indicado em algumas publicações. O levantamento lista os títulos anteriores, conquistados em 1970, 1978 e 1986, antes do início da sequência atual, em Incheon 2014. A China ficou com o bronze, e o Japão recebeu a prata.

O feito esportivo foi seguido por controvérsias fora de campo. A bandeira da Coreia do Sul não subiu durante a execução do hino nacional na cerimônia de premiação, levando os organizadores a pedir desculpas formalmente. As comemorações de vários jogadores pelos benefícios relacionados ao serviço militar também foram criticadas e reacenderam os apelos do governo por uma revisão do sistema.

Os acontecimentos deixam dois resultados distintos dos Jogos: um recorde ampliado por uma equipe que resistiu à pressão constante e um debate sobre como o sucesso esportivo deve ser recompensado. As mudanças militares propostas não foram apresentadas como uma revogação já implementada dos benefícios conquistados por esta seleção.

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Como a Coreia do Sul transformou a pressão no gol decisivo

Eom levou perigo logo aos seis minutos, avançando pela esquerda antes de mandar por cima do travessão um chute de pé direito. O Japão respondeu três minutos depois, em uma cobrança de escanteio, mas seus atacantes não conseguiram aproveitar a cabeçada com precisão.

A pressão japonesa aumentou ao longo do primeiro tempo. O reserva Yuya Fukunaga, que entrou após uma lesão do atacante titular Uche Nwadike, ajudou os anfitriões a encontrar espaços. Ainda assim, as equipes foram para o intervalo com o placar em 0 a 0, e o Japão continuou pressionando após o reinício, com Fukunaga, Yumeki Yokoyama e as bolas paradas.

O gol saiu graças à persistência de Yang pela direita. Ele recuperou a posse depois de perder a bola e cruzou para a área. Segundo o relato do COI, o goleiro Rui Araki chegou à bola, mas só conseguiu afastá-la. Eom pegou a sobra, passou por um defensor e finalizou com o pé esquerdo.

Esse detalhe importa porque o gol foi mais do que uma simples finalização após um cruzamento sem interrupções. A recuperação de Yang criou a oportunidade, enquanto Eom se ajustou após a intervenção do goleiro e o bloqueio de um defensor à sua primeira opção de chute.

Eom, autor do gol da vitória da Coreia do Sul e um dos três jogadores acima do limite de idade permitidos, explicou depois que a equipe esperava ter uma oportunidade, apesar de passar boa parte do jogo se defendendo.

Tivemos que nos defender muito esta noite, mas sempre soubemos que teríamos uma chance e, com o momento certo e o passe certo, ela foi minha.

A Coreia do Sul ainda teve trabalho pela frente. Araki defendeu a finalização de Lee Young-jun após passe de Bae Jun-ho, enquanto o goleiro coreano Kim Jun-hong impediu um chute forte de Yokoyama. Aos 79 minutos, Hisatsugu Ishii acertou a trave. O Japão seguiu atacando nos acréscimos, com Araki também avançando em busca do empate, mas a Coreia do Sul manteve a vantagem.

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As cinco vitórias contam a história do título

O caminho da Coreia do Sul até o ouro combinou vitórias expressivas no início da campanha com resultados mais apertados nas fases decisivas do torneio. Eom marcou três gols na partida de abertura contra o Catar, dando início à contribuição ofensiva que culminou no gol da vitória na final.

O COI registra o seguinte calendário e resultados:

  • 15 de setembro: a Coreia do Sul venceu o Catar por 4 a 1 na estreia do Grupo D, no Nagoya Mizuho Park Rugby Stadium.
  • 22 de setembro: uma vitória por 2 a 0 sobre a Arábia Saudita encerrou a fase de grupos no mesmo estádio.
  • 25 de setembro: a Coreia do Sul derrotou o Vietnã por 4 a 0 nas quartas de final, no Nagoya Mizuho Park Rugby Stadium.
  • 30 de setembro: uma vitória por 2 a 1 sobre a China na semifinal, no Nagai Stadium, garantiu vaga na final.
  • 3 de outubro: o gol de Eom deu à equipe uma vitória por 1 a 0 sobre o Japão no Toyota Stadium.

Ao longo dos cinco jogos, a Coreia do Sul não sofreu gols em três partidas. A diferença total de gols nas vitórias foi de 11, resultado de 13 gols marcados e dois sofridos. As semifinais e a final foram decididas por um gol, em contraste com as margens mais amplas contra Catar e Vietnã.

A China se recuperou da derrota na semifinal e conquistou o bronze: empatou em 2 a 2 com o Uzbequistão e venceu a disputa de pênaltis por 4 a 3. Com isso, o país voltou a ganhar uma medalha no futebol masculino dos Jogos Asiáticos pela primeira vez desde o bronze em Bangcoc 1998, após um intervalo de 28 anos.

O que o quarto título acrescenta à rivalidade

A sequência da Coreia do Sul agora abrange quatro edições: Incheon 2014, Jacarta-Palembang 2018, Hangzhou 2022 e Aichi-Nagoya 2026. Hangzhou manteve a designação de 2022, embora a competição tenha sido realizada em 2023, o que explica por que a sequência de títulos não segue um calendário simples de quatro anos.

A contagem do COI, que atribui sete títulos à Coreia do Sul, deixa o país três à frente do total informado do Irã, de quatro. Relatos também apontam que a Coreia do Sul tem nove vitórias e uma derrota contra o Japão nos Jogos Asiáticos, além de seis triunfos consecutivos nos confrontos entre as seleções na competição.

O Japão buscava seu primeiro ouro no futebol masculino desde 2010. Em vez disso, perdeu a terceira final consecutiva para o mesmo adversário. O resultado amplia um padrão específico dos Jogos Asiáticos, mas não representa um veredito sobre todos os níveis do futebol nos dois países.

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O torneio de Eom e as divergências nos números

Eom, de 24 anos, terminou a competição com quatro gols: três contra o Catar e o gol da vitória contra o Japão. Segundo relatos, ele dividiu a artilharia com o uzbeque Sardorbek Bakhromov. Suas atuações vieram depois de sua participação na campanha da Coreia do Sul na Copa do Mundo durante o verão e de um bom início de temporada pelo Swansea.

Os relatos divergem sobre o número de assistências. Um registra três, enquanto outro atribui quatro a Eom e o descreve como líder do torneio tanto em gols quanto em assistências. A análise da partida pelo COI não esclarece essa divergência estatística. Os quatro gols e a contribuição decisiva na final são confirmados pelos relatos.

O público presente também é motivo de divergência. Vários relatos estimam a torcida em cerca de 30 mil pessoas, e um deles aponta um número superior a 30 mil. Outro afirma que os 45 mil lugares do Toyota Stadium estavam lotados. A análise do COI não informa o público, portanto não é possível confirmar um total único com base nesses relatos.

Após a final, Eom atribuiu o resultado à união do elenco e aos torcedores, que ajudaram a equipe a manter o esforço. Sua contribuição foi especialmente valiosa porque a Coreia do Sul não conseguiu controlar a partida por longos períodos, mas seu principal goleador converteu a chance mais importante.

O futebol de clubes logo voltou à agenda dos jogadores. O próximo jogo do Swansea listado na Championship era em casa contra o Norwich City, em 10 de outubro. Yang voltou ao KVC Westerlo, na Bélgica, onde foi recebido pelos companheiros com aplausos e um buquê em um vídeo publicado em 7 de outubro, horário da Coreia.

Seleção mais jovem do Japão enfrenta preocupação com lesão

O torneio masculino dos Jogos Asiáticos permite seleções com jogadores abaixo de 23 anos e três atletas acima desse limite. A Coreia do Sul usou a exceção para incluir Eom, enquanto o Japão levou uma equipe composta majoritariamente por jogadores do país com menos de 21 anos, como parte da preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Segundo relatos, o técnico do Japão, Go Oiwa, deveria assumir a seleção principal após a Copa da Ásia do ano seguinte. Sua equipe mais jovem criou oportunidades suficientes para ameaçar a Coreia do Sul, mas os gols perdidos e a finalização de Ishii na trave deixaram os anfitriões sem marcar.

A lesão de Nwadike gerou uma preocupação que vai além da final. O atacante de 21 anos e 1,91 metro joga pelo Aalborg, da segunda divisão dinamarquesa. Ele sofreu uma lesão no joelho em uma dividida no primeiro tempo e foi carregado para fora de campo, com Fukunaga entrando em seu lugar.

Os relatos divergem quanto ao momento da lesão. A análise do COI situa o lance por volta dos 22 minutos, enquanto uma reportagem posterior o coloca por volta dos 24 minutos e informa que o jogador deixou o campo aos 28. Segundo relatos, o Aalborg alertou em 4 de outubro que ele poderia ficar afastado por um período prolongado. O diagnóstico, a eventual necessidade de cirurgia e a data de retorno não foram divulgados.

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Lee Min-sung vence após meses de críticas

O técnico da Coreia do Sul, Lee Min-sung, chegou aos Jogos sob pressão após resultados decepcionantes, incluindo o quarto lugar na Copa da Ásia Sub-23, em janeiro. Sua equipe perdeu para o Japão na semifinal e, em seguida, para o Vietnã na disputa pelo bronze.

Depois disso, a Associação de Futebol da Coreia dividiu as responsabilidades pelas seleções dos Jogos Asiáticos e das Olimpíadas. Lee permaneceu no comando da equipe dos Jogos Asiáticos, enquanto Kim Eun-jung assumiu a seleção olímpica. Lee havia dito que renunciaria após os Jogos Asiáticos, transformando o torneio no teste final de sua gestão.

A preparação trouxe outras dificuldades, incluindo disputas em torno da convocação e problemas para reunir jogadores que atuavam na Europa. Lee Young-jun se juntou à equipe apenas depois do início do torneio. Yang Hyun-jun teve um problema no músculo posterior da coxa e não conseguiu se recuperar a tempo da semifinal, enquanto o capitão Lee Gi-hyuk perdeu aquela partida por causa de uma celulite infecciosa, depois de também enfrentar uma fratura por estresse durante a temporada.

Lee Gi-hyuk voltou para a final e atuou ao lado de Lee Seung-won no meio-campo, antes de Hwang Do-yun entrar em seu lugar no segundo tempo. Mais tarde, Lee Min-sung substituiu Yang Min-hyeok por Kang Sang-yun e colocou Kim Myeong-jun e Park Seung-su em campo perto do fim para ajudar a preservar a vantagem.

Após conquistar o ouro, Lee Min-sung pediu desculpas aos jogadores pela pressão que enfrentaram sob sua liderança.

Peço desculpas aos jogadores que sofreram por causa da minha incompetência como técnico.

A vitória ocorreu em meio a uma turbulência mais ampla no futebol sul-coreano. A seleção principal caiu na fase de grupos da Copa do Mundo após perder para a África do Sul, e o técnico Hong Myung-bo renunciou. Em agosto, a polícia fez buscas na sede da Associação de Futebol da Coreia durante uma investigação sobre a nomeação de Hong em 2024. Separadamente, a associação pediu desculpas por acusações envolvendo entretenimento sexual para árbitros estrangeiros. A medalha de ouro não encerrou essas investigações nem resolveu as acusações.

O que o benefício do serviço militar significa na prática

O título tornou 20 jogadores sul-coreanos elegíveis a benefícios relacionados ao serviço militar. Três integrantes da seleção, Lee Young-jun, Lee Seung-won e Kim Jun-hong, já haviam cumprido o serviço.

Em geral, os homens sul-coreanos precisam cumprir de 18 a 21 meses de serviço militar ativo antes dos 28 anos. Medalhistas de ouro dos Jogos Asiáticos e medalhistas olímpicos podem se qualificar para uma modalidade alternativa. Embora muitas vezes descrita como uma isenção, ela não elimina todas as obrigações: os beneficiários ainda fazem treinamento militar básico, que, segundo relatos, dura menos de um mês, e precisam cumprir horas obrigatórias de serviço público.

A diferença ganhou destaque depois que o capitão Lee Gi-hyuk comemorou dizendo que não iria para o Exército. Yang Min-hyeok também afirmou que havia se concentrado na isenção, enquanto Park Seung-su publicou uma foto usando um boné associado a soldados que concluíram o serviço.

Lee e Yang pediram desculpas. Yang explicou que representar a Coreia do Sul e conquistar o título eram importantes para ele e que os benefícios militares eram uma entre várias motivações, não seu único objetivo. Os jogadores também apagaram publicações e fotos que geraram controvérsia. A polêmica dizia respeito às palavras e comemorações deles, não a uma constatação de que não se qualificavam segundo as regras vigentes.

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Revisão do governo vai além da seleção de futebol

O ministro da Cultura, Esportes e Turismo, Choi Hwi-young, classificou os comentários de Lee Gi-hyuk como “totalmente imaturos” e afirmou que seria necessário reduzir os benefícios concedidos por isenção. Em uma audiência da Comissão de Cultura, Esportes e Turismo da Assembleia Nacional, ele reconheceu a contribuição da política para atletas e artistas, mas argumentou que as expectativas da população haviam mudado.

No entanto, os valores ligados à justiça e a percepção pública sobre o serviço militar mudaram. Concordo que o sistema deve ser submetido novamente a uma revisão abrangente.

Cho Kye-won, deputado do Partido Democrático, afirmou que 44 pessoas se qualificaram para o benefício nesta edição dos Jogos, entre elas 36 jogadores de futebol e beisebol. Portanto, esses dois esportes representaram cerca de 82% do total, proporção calculada com base em 36 dos 44 beneficiados. Ele também apontou a diferença entre as recompensas para campeões dos Jogos Asiáticos e para atletas que vencem campeonatos mundiais fora das competições que dão direito ao benefício.

A seleção de beisebol, que venceu o Japão e conquistou seu quinto ouro consecutivo nos Jogos Asiáticos, também foi criticada por comentários feitos nas comemorações. Apelos por reformas vieram dos dois lados do espectro político, incluindo Ahn Gyu-back, do Partido Democrático, e Park Seong-hoon, porta-voz do Partido do Poder Popular.

Em 6 de outubro, Jeong Bit-na, porta-voz do Ministério da Defesa, disse que o governo pretendia incluir em seu plano de reforma da Defesa a redução gradual e a eventual extinção de modalidades de serviço alternativo, incluindo as destinadas a profissionais das artes e do esporte. O ministério citou a justiça, a redução do efetivo militar e o apoio da população.

A revisão mais ampla antecede as comemorações da seleção de futebol. Em agosto, Hong So-young, chefe da Administração de Recursos Humanos Militares, já havia discutido reduções. Não foram definidos um cronograma final, novas regras de elegibilidade ou uma decisão sobre os efeitos das mudanças para quem já recebe os benefícios.

Bandeira parada leva organizadores a pedir desculpas

A cerimônia de premiação gerou uma controvérsia à parte quando a bandeira da Coreia do Sul não subiu durante a execução do hino nacional. As bandeiras do Japão e da China foram içadas normalmente, deixando por alguns instantes a japonesa no ponto mais alto. A bandeira sul-coreana só chegou ao topo depois que o hino terminou.

Os primeiros relatos disseram que a causa era desconhecida. Em 7 de outubro, o Comitê Olímpico e Esportivo da Coreia informou que Hideaki Omura, presidente do comitê organizador, havia enviado um pedido formal de desculpas. A investigação dos organizadores identificou uma falha operacional: a equipe não verificou onde a corda de içamento estava amarrada, e um nó ficou preso na roldana no topo do mastro.

Essa explicação posterior esclarece a causa, que não era conhecida nos primeiros relatos. A especulação de jogadores sobre uma possível intenção não constituía prova de interferência deliberada. Lee Gi-hyuk disse que o episódio decepcionou os jogadores e torcedores, enquanto Lee Young-jun afirmou que a equipe tentava não se prender ao ocorrido depois de alcançar seu objetivo esportivo.

A delegação de futebol também teve problemas com um ônibus que chegou ao local errado antes da partida de estreia, deixando os jogadores atrasados em 30 minutos, e com o cancelamento do treino oficial antes da final por causa das más condições do gramado. Em outras modalidades, a seleção sul-coreana de basquete perdeu um treino porque o ônibus não chegou, e o hino da Coreia do Norte foi tocado em uma partida de hóquei disputada pela Coreia do Sul.

Yoo Seung-min, presidente do Comitê Olímpico e Esportivo da Coreia, havia enviado uma carta de protesto devido aos problemas. O comitê afirmou que analisaria as falhas operacionais e continuaria apresentando recomendações a entidades esportivas internacionais. O pedido de desculpas dos organizadores abordou a cerimônia e os problemas mais amplos de transporte e protocolo, sem alterar o resultado do futebol.

Principais pontos

  • A Coreia do Sul venceu o Japão por 1 a 0 em 3 de outubro de 2026, com gol de Eom Ji-sung aos 61 minutos.
  • A vitória garantiu o quarto ouro consecutivo no futebol masculino dos Jogos Asiáticos e o sétimo título, segundo o COI.
  • A Coreia do Sul venceu os cinco jogos do torneio, marcou 13 gols e sofreu dois.
  • O Japão ficou com a prata, e a China conquistou o bronze após vencer o Uzbequistão nos pênaltis.
  • Vinte jogadores sul-coreanos se qualificaram para benefícios relacionados ao serviço militar, que ainda exigem treinamento e cumprimento de obrigações de serviço público.
  • Integrantes do governo propuseram revisar os benefícios, mas não definiram um cronograma final de implementação.
  • Os organizadores pediram desculpas pela falha no içamento da bandeira sul-coreana e por outras falhas operacionais.
  • O atacante japonês Uche Nwadike pode ficar afastado por um período prolongado; o diagnóstico e a data de retorno não foram divulgados.
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