Declaração de cancelamento põe novo empréstimo em dúvida
Bangladesh recebeu US$ 3,64 bilhões em cinco parcelas no âmbito de um programa de empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI), ampliado para US$ 5,5 bilhões, segundo dados da Divisão de Finanças. Agora, o ministro das Finanças, Amir Khosru Mahmud Chowdhury, diz que cancelou o programa, enquanto autoridades se preparam para novas negociações de um acordo substituto no valor de cerca de US$ 4 bilhões a US$ 4,5 bilhões, por três anos.
Conteúdo
- Declaração de cancelamento põe novo empréstimo em dúvida
- O que o FMI de fato se comprometeu a fazer
- Como o governo chegou a este ponto
- Os números e a situação do programa não coincidem plenamente
- Reformas continuam no centro das negociações
- Custos de energia e baixa arrecadação limitam as opções
- Mudanças no setor bancário afetam mais do que o empréstimo do FMI
- Os mercados são a alternativa do ministro
- Confiança dos investidores e próximas decisões
- Principais pontos
O ministro fez a declaração em 4 de outubro, na abertura da Semana Mundial do Investidor 2026, no auditório da Krishibid Institution, em Daca. O evento foi organizado conjuntamente pela Comissão de Valores Mobiliários de Bangladesh (BSEC) e pela Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários (IOSCO).
Khosru disse que o governo recorreria aos mercados de capitais em vez de aceitar condições que considera inadequadas. Ele relacionou essa decisão à meta de transformar Bangladesh em uma economia de US$ 1 trilhão até 2034.
"Cancelei o programa do FMI. Vocês sabem disso, estão vendo. As condições deles não são aceitáveis para nós. Quero captar recursos no mercado", disse.
Apesar disso, autoridades da Divisão de Finanças dizem que as conversas com o FMI continuam. Segundo elas, o ministro quis dizer que deixaria o acordo antigo, não que desistiria do pedido de um novo. Outras autoridades afirmam que até o acordo atual continua em vigor, e que a sexta parcela, cuja liberação está parada, ainda pode ser analisada.
A distinção é importante: uma decisão política de rejeitar um programa em vigor não equivale à confirmação de que o acordo foi encerrado, de que o pedido de um substituto foi retirado ou de que um novo empréstimo foi aprovado. As declarações mais recentes do ministro não confirmam de forma conclusiva nenhuma dessas etapas distintas.
O que o FMI de fato se comprometeu a fazer
Em 3 de junho, o FMI confirmou que Bangladesh havia solicitado um programa substituto. O comunicado não anunciou um valor de empréstimo nem a aprovação de um pacote de financiamento. Informou que haveria novas conversas sobre as condições econômicas, as prioridades de política econômica e as reformas.
Ivo Krznar, chefe da missão do FMI em Bangladesh, explicou no comunicado que um novo acordo dependeria das necessidades de financiamento externo do país e de seus compromissos com reformas.
"Qualquer novo acordo precisaria se basear nas necessidades de balanço de pagamentos de Bangladesh e em compromissos sólidos de política econômica, respaldados por uma agenda de reformas confiável, além de estar sujeito às políticas do FMI e à aprovação de seu Conselho Executivo", disse Krznar.
Balanço de pagamentos é o registro das transações de um país com o resto do mundo, incluindo comércio, investimentos e empréstimos. Um programa do FMI lida com pressões de financiamento decorrentes dessas transações. Portanto, é diferente de um fundo destinado simplesmente a pagar um conjunto de projetos de infraestrutura.
Krznar disse que uma visita inicial da equipe técnica avaliaria os acontecimentos recentes e os desafios das reformas. As negociações sobre o tamanho de um possível programa e seus compromissos ocorreriam depois, em uma missão separada. Concordar em discutir um acordo substituto não significa que o Conselho Executivo o aprovou.
O valor proposto pelo governo também variou de um relato para outro. As primeiras informações mencionavam de US$ 5 bilhões a US$ 6 bilhões por três a quatro anos, enquanto outra indicava um pedido de US$ 5 bilhões por três anos. Relatos posteriores mencionaram de US$ 4 bilhões a US$ 4,5 bilhões; as conversas preliminares mais recentes se concentram em US$ 4,5 bilhões por três anos. São propostas em negociação, não um compromisso anunciado pelo FMI.
Como o governo chegou a este ponto
O movimento em direção a um acordo substituto começou antes do discurso de outubro. Bangladesh buscou o financiamento original durante uma escassez de moeda estrangeira, e a atual administração começou a reavaliar seus termos depois de assumir o governo, em fevereiro de 2026.
Os principais acontecimentos se estenderam por vários meses:
- Julho de 2022: O governo pediu assistência ao FMI diante do aumento das pressões sobre o financiamento externo.
- 30 de janeiro de 2023: O FMI aprovou o programa original, geralmente descrito como um pacote de US$ 4,7 bilhões.
- Fevereiro de 2023: Bangladesh recebeu a primeira parcela, de US$ 476,3 milhões.
- 2025: O governo interino conseguiu uma ampliação de US$ 800 milhões, segundo relatos, elevando o programa a US$ 5,5 bilhões.
- Abril de 2026: O novo governo discutiu deixar o acordo em vigor durante as Reuniões de Primavera do FMI e do Banco Mundial.
- 21 de maio: Khosru conversou virtualmente com Nigel Clarke, diretor-gerente adjunto do FMI, sobre um modelo de acordo substituto.
- 3 de junho: O FMI confirmou o pedido de Bangladesh por um novo programa.
- Julho: Uma missão do FMI realizou conversas preliminares em Daca; segundo um relato, os trabalhos terminaram em 17 de julho.
- 4 de outubro: Khosru declarou publicamente que havia cancelado o programa do FMI e que buscaria financiamento nos mercados.
As declarações anteriores do ministro foram mais explícitas sobre a continuidade das conversas. Em abril, ele disse que as discussões com o FMI, o Banco Mundial e o Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB) estavam em andamento. Em uma entrevista coletiva em julho, na Secretaria, afirmou que Bangladesh negociaria um novo programa protegendo os interesses públicos.
Os números e a situação do programa não coincidem plenamente
Os relatos divergem tanto sobre os desembolsos quanto sobre a situação do acordo antigo. Os dados da Divisão de Finanças citados em várias reportagens indicam recebimentos de US$ 3,64 bilhões em cinco parcelas. Outros relatos apontam US$ 3,8 bilhões, enquanto uma reportagem de 19 de maio informa US$ 3,595 bilhões.
Também há divergência sobre o valor da aprovação original. A maioria dos relatos menciona US$ 4,7 bilhões, seguidos de uma ampliação de US$ 800 milhões, que elevou o total para US$ 5,5 bilhões. Dois relatos indicam um valor original de US$ 4,5 bilhões, mas também dizem que a inclusão dos US$ 800 milhões elevou o total a US$ 5,5 bilhões. Esses últimos números não fecham aritmeticamente. Há relatos que situam a ampliação em maio e outros, em junho de 2025.
Usando o valor de US$ 3,64 bilhões em desembolsos, repetido em muitas reportagens, Bangladesh recebeu cerca de 66% do pacote ampliado de US$ 5,5 bilhões. A diferença é de US$ 1,86 bilhão, embora essa conta não determine quanto ainda está legalmente disponível nem quando poderia ser liberado.
Os relatos também divergem sobre os prazos. Vários dizem que a sexta parcela está pendente desde novembro de 2025. Outro afirma que US$ 1,3 bilhão, divididos em duas parcelas, não haviam sido pagos desde junho de 2025. O fim do programa antigo é descrito como dezembro de 2026 em alguns relatos e como um cronograma que se estenderia até 2027 em outros.
Mais importante, algumas autoridades descrevem uma decisão de deixar o programa, enquanto outras dizem que ele continua em vigor e que uma missão prevista ainda poderia discutir a sexta parcela. Ainda é necessária uma declaração definitiva sobre o encerramento formal, o acesso ao saldo e o pedido de um acordo substituto.
Reformas continuam no centro das negociações
A objeção declarada pelo governo diz respeito ao ritmo e ao conteúdo das reformas, não a um fim anunciado de toda a cooperação econômica. Um comunicado do Ministério das Finanças divulgado em maio afirmou que o antigo programa foi elaborado em um contexto econômico e de política econômica diferente. O texto indicou preferência por reformas graduais e práticas, em vez de abandonar as reformas por completo.
Entre as condições em discussão estariam a redução dos subsídios, o aumento da arrecadação, a correção de fragilidades no setor bancário e a restauração da estabilidade econômica. Propostas mais específicas incluem uma alíquota uniforme de 15% de imposto sobre valor agregado, menos isenções fiscais, uma taxa de câmbio determinada pelo mercado, a separação entre a política tributária e a arrecadação, e uma lei de falências.
Autoridades também descrevem propostas para substituir os subsídios generalizados à eletricidade e aos fertilizantes por transferências de renda direcionadas. Subsídios amplos reduzem os preços para todos que recebem o produto. Já as transferências direcionadas destinam o apoio a famílias ou beneficiários selecionados, o que exige uma forma confiável de identificá-los e fazer os pagamentos.
Khandaker Golam Moazzem, economista e presidente do Knowledge Hub Institute, afirma que Bangladesh ainda quer cerca de US$ 4,5 bilhões em novos financiamentos, mas reluta em aceitar as condições associadas. Ele estima que as negociações podem levar pelo menos dois anos, muito mais que o acordo previsto para dezembro, mencionado em outro relato.
Zahid Hussain, ex-economista-chefe do escritório do Banco Mundial em Daca, diz que um programa substituto provavelmente exigirá reformas semelhantes, porque as fragilidades subjacentes não desapareceram. A mudança do acordo poderia dar mais tempo, mas não eliminaria, por si só, a necessidade de enfrentar problemas de arrecadação, do setor bancário e dos subsídios.
Custos de energia e baixa arrecadação limitam as opções
O volume dos gastos do governo ajuda a explicar por que autoridades duvidam que Bangladesh possa prescindir rapidamente do financiamento para o desenvolvimento. As dotações deste ano fiscal incluem 370 bilhões de takas para subsídios à eletricidade e 60 bilhões de takas para subsídios ao gás natural liquefeito (GNL), totalizando 430 bilhões de takas.
Separadamente, segundo relatos, a Divisão de Finanças liberou cerca de 238 bilhões de takas para importações de GNL ao longo de dois meses e meio. Esse valor não deve ser somado automaticamente às dotações para subsídios, pois o financiamento das importações e os custos de subsídios previstos no orçamento não são necessariamente categorias de gastos separadas.
O governo afirma que a Bangladesh Petroleum Corporation teve prejuízos de aproximadamente 228,76 bilhões de takas entre março e agosto. Aos preços internacionais citados nesses relatos, os prejuízos com o diesel foram de cerca de 89 takas por litro, e a necessidade anual de subsídios foi estimada em quase 400 bilhões de takas. Esperava-se que um aumento de 20 takas nos preços dos combustíveis reduzisse em cerca de 100 bilhões de takas a diferença anual no diesel, mas ainda restariam cerca de 300 bilhões.
A arrecadação seguiu na direção oposta à prevista nas metas do antigo programa. A relação entre a receita tributária e o produto interno bruto caiu de 7,4% quando o acordo foi assinado para 6,8%, uma redução de 0,6 ponto percentual. O programa previa aumentos de 0,5 ponto percentual em cada um dos dois primeiros anos e de 0,7 ponto no terceiro.
O governo estabeleceu uma meta de arrecadação cerca de 45% superior à arrecadação efetiva do ano anterior, ao mesmo tempo que concedeu benefícios fiscais. Autoridades dizem que o FMI quer estimativas de quanto cada reforma arrecadaria e que o plano de cobrança do Conselho Nacional da Receita não convenceu o credor.
Também há compromissos institucionais pendentes. A separação das funções de formulação de políticas e arrecadação do Conselho Nacional da Receita (NBR) deveria ocorrer até dezembro de 2025. Uma portaria foi emitida, mas, segundo relatos, não se tornou lei. Uma comissão de revisão chefiada por Ismail Zabiullah ainda não apresentou seu relatório. O prazo para racionalizar as isenções fiscais era julho de 2027.
Mudanças no setor bancário afetam mais do que o empréstimo do FMI
A reforma bancária é outra área de divergência. A Lei de Resolução Bancária de 2026 alterou a Portaria de Resolução Bancária de 2025, com base na qual foram tomadas medidas para fundir cinco bancos islâmicos em dificuldades. Um regime de resolução estabelece como as autoridades reestruturam ou lidam com bancos que não conseguem operar com segurança.
Segundo relatos, parceiros de desenvolvimento se opuseram a uma disposição que poderia permitir que antigos proprietários retomassem o controle depois de reembolsar recursos do governo em condições favoráveis. Foi noticiado que o Banco Mundial pediu a revogação da Seção 18(A) como condição para um crédito separado de US$ 500 milhões em apoio orçamentário. Trata-se de uma posição relatada nas negociações, não de confirmação de que o crédito foi recusado.
A avaliação do FMI de janeiro, feita no âmbito do Artigo IV, uma análise periódica da economia de um país-membro, identificou baixa arrecadação, vulnerabilidades bancárias, implementação incompleta do regime de câmbio e inflação elevada. Também afirmou que a meta de arrecadação ficou muito aquém do previsto e que uma estratégia prometida para a estabilidade bancária não havia sido adotada.
Autoridades estimam que um programa ativo do FMI poderia ajudar a obter de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões anuais em assistência orçamentária do Banco Mundial e do ADB. Outros relatos descrevem esse valor como a necessidade anual de Bangladesh de apoio ao orçamento. De qualquer forma, as negociações com o FMI afetam mais do que uma única fonte de crédito, pois outros financiadores podem considerar a avaliação do Fundo ao decidir se concedem apoio.
Os mercados são a alternativa do ministro
Khosru afirma que Bangladesh precisa de cerca de US$ 50 bilhões em investimentos por ano para alcançar a meta de se tornar uma economia de US$ 1 trilhão. A resposta proposta inclui títulos domésticos, empréstimos internacionais e investimentos em participação acionária, em vez de depender de credores multilaterais.
No evento de outubro, o ministro das Finanças afirmou que é preciso conectar Bangladesh aos centros financeiros internacionais.
"Queremos criar oportunidades para captar recursos no mercado internacional. Precisamos nos conectar aos centros financeiros internacionais", disse.
Entre os planos em discussão estão títulos em dólares em Nova York, um fundo de investimentos de Bangladesh em Hong Kong, títulos em moeda local, títulos samurais e títulos panda. Títulos samurais são títulos denominados em ienes emitidos no Japão por tomadores estrangeiros. Títulos panda são títulos denominados em renminbi emitidos por tomadores estrangeiros no mercado doméstico chinês.
Ele também defendeu a securitização, que transforma fluxos de caixa de ativos em títulos que investidores podem comprar, e afirmou que empresas comerciais, como companhias aéreas, deveriam buscar financiamento no mercado em vez de recorrer ao dinheiro dos contribuintes. Também estão sendo consideradas medidas para levar as pontes Padma e Jamuna ao mercado de capitais, embora não tenham sido anunciados a estrutura da operação nem um cronograma.
O acordo substituto de US$ 4,5 bilhões com o FMI teria uma média de US$ 1,5 bilhão por ano ao longo de três anos, o equivalente a 3% dos US$ 50 bilhões anuais em investimentos mencionados pelo ministro. A comparação mostra a diferença de escala, mas os dois valores têm finalidades distintas. Recursos amplos para investimentos não substituem diretamente o apoio voltado a cobrir necessidades de moeda estrangeira e pressões sobre o orçamento do governo.
Empréstimos nos mercados também envolvem obrigações de pagamento, exigências dos investidores e riscos de custo. Títulos em moeda estrangeira precisam ser pagos na moeda em que foram emitidos. Como não foram anunciados os termos de nenhuma emissão, ainda não é possível comparar a alegação de que os mercados oferecerão financiamento mais barato com os custos efetivos dos empréstimos.
Confiança dos investidores e próximas decisões
A estratégia para o mercado de capitais depende da recuperação da confiança em um mercado que as próprias autoridades reconhecem ter pouca profundidade. Khosru defendeu a coordenação entre o Banco de Bangladesh, o NBR, as seguradoras, as bolsas e as corretoras, além de uma governança melhor e da entrada de empresas mais sólidas no mercado.
Tanvir Shahriar Gani, assessor especial do primeiro-ministro para investimentos e mercados de capitais, estabeleceu a meta de, em dois anos, tornar o mercado de Bangladesh comparável aos de outros países da região. Entre os produtos em discussão estão títulos conversíveis, fundos de investimento imobiliário, opções de ações e títulos em moeda local.
O presidente da BSEC, Masud Khan, disse que as aprovações de ofertas públicas iniciais (IPOs) seriam concluídas em até três meses, sob um processo revisado. Ele também afirmou que nenhuma nova empresa havia sido listada em dois anos e meio e mencionou medidas como a reestruturação do conselho de administração da Beximco Limited. O presidente da Bolsa de Valores de Daca, Mominul Islam, apontou a recuperação da confiança dos investidores como o maior desafio imediato.
As próximas conversas com o FMI são esperadas durante as reuniões anuais marcadas para 12 a 18 de outubro, em Bangkok, onde Khosru deverá liderar a delegação de Bangladesh. Autoridades dizem que as propostas de reforma já foram apresentadas. Os relatos divergem sobre a próxima missão a Daca: alguns a situam no fim de outubro, outros em novembro; um deles sugere que um novo acordo poderia ser assinado em dezembro.
Essas datas são expectativas, não prazos de aprovação confirmados. Outro relato situa as reuniões anuais em Washington, e não em Bangkok. As decisões imediatas são definir se o antigo programa continua em vigor, se algum recurso pendente pode ser liberado e a quais reformas Bangladesh se comprometerá em um acordo substituto. Os planos do ministro de captar recursos no mercado ainda não resolvem nenhuma dessas questões.
Principais pontos
- Khosru disse em 4 de outubro que havia cancelado o programa do FMI, mas autoridades afirmam que as negociações de um novo empréstimo continuam.
- O FMI confirmou em 3 de junho o pedido de um novo programa. O financiamento ainda depende de negociações e da aprovação do Conselho Executivo.
- As conversas recentes se concentram em cerca de US$ 4 bilhões a US$ 4,5 bilhões por três anos, embora as propostas anteriores fossem maiores.
- Os relatos divergem sobre o total desembolsado, a situação formal do programa antigo e o cronograma das parcelas pendentes.
- A arrecadação de impostos, os subsídios, a reforma bancária e a política cambial continuam entre os principais pontos das negociações.
- O governo promove títulos e investimentos em ações, mas ainda não anunciou os termos finais de financiamento nem as datas de emissão.
- São esperadas novas conversas em outubro e novembro. Um acordo em dezembro é uma possibilidade, não um resultado confirmado.






