Quase metade das famílias de baixa renda que pagam dívidas enfrenta déficit de caixa
A dívida das famílias tailandesas está em cerca de 16,4 trilhões de baht, mas o alerta mais contundente vem dos orçamentos mensais: 48,8% das famílias que ganham até 15.000 baht por mês e pagam dívidas têm despesas em dinheiro superiores à renda em dinheiro. Uma simulação sugere que um aumento de 10% nas despesas poderia levar mais 1,2 milhão de famílias à mesma situação, em sua maioria com renda mensal entre 15.000 e 50.000 baht.
Conteúdo
- Quase metade das famílias de baixa renda que pagam dívidas enfrenta déficit de caixa
- Por que a queda da proporção da dívida não significa que ela desapareceu
- O que as pesquisas mostram em períodos diferentes
- As médias nacionais escondem orçamentos mensais apertados
- Pagamentos de dívidas consomem 40 baht a cada 100 baht ganhos
- Um aumento modesto nas despesas pode atingir famílias de renda média
- Quem ainda consegue tomar empréstimos e para onde vai o dinheiro
- Pequenos saldos informais ainda podem afetar muitas famílias
- Dívidas regionais e bens das famílias contam histórias diferentes
- O alívio depende da renda, além da renegociação das dívidas
- Principais pontos
Esses dados coexistem com um indicador nacional aparentemente em melhora. O Kasikorn Research Center prevê que a dívida das famílias cairá para 84,0% do produto interno bruto (PIB) até o fim de 2026, ante os 86,8% estimados para o fim de 2025. A análise, atribuída à executiva de pesquisa Dr. Kanchana Chokpaisalsilp, alerta que a desaceleração dos empréstimos pode refletir renda fraca e acesso restrito ao crédito, e não uma situação financeira mais sólida para as famílias.
A pesquisa domiciliar de 2025 do Escritório Nacional de Estatística é a base para examinar essa diferença. A estimativa é de que 10.443.678 famílias, ou 42,1% do total nacional, tenham dívidas em aberto. A renda domiciliar mensal média foi de 28.308 baht, as despesas foram de 22.420 baht e a dívida média foi de 153.038 baht considerando todas as famílias, inclusive as sem dívidas.
A distinção central está entre o tamanho da dívida e a capacidade de arcar com ela. A proporção da dívida em relação ao PIB pode cair enquanto famílias continuam com dificuldade para pagar alimentação, transporte, serviços públicos e empréstimos existentes. Os dados sobre déficit de caixa identificam a pressão entre quem paga dívidas, não entre todas as famílias da Tailândia.
Por que a queda da proporção da dívida não significa que ela desapareceu
Os dados divulgados para o segundo trimestre de 2026 apontam dívida das famílias equivalente a 85,2% do PIB, abaixo dos 86,0% do trimestre anterior. Ainda assim, o saldo devedor aumentou 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, permanecendo perto de 16,4 trilhões de baht. Portanto, a proporção caiu sem que houvesse uma redução comparável no valor devido.
O PIB mede o valor da produção econômica. Quando o PIB em valores monetários cresce mais rápido do que os empréstimos das famílias, a dívida passa a representar uma parcela menor do PIB, mesmo que os tomadores devam mais baht. Essa conta ajuda a explicar a previsão de queda para 84,0%, mas, por si só, diz pouco sobre quanto dinheiro sobra às famílias depois do pagamento das contas.
Uma comparação distinta com a renda disponível, isto é, a renda que pode ser usada para consumo e poupança, aponta para um peso persistente. Desde 2023, a dívida das famílias tem sido, em média, cerca de 1,5 vez a renda disponível. O número é inferior às aproximadamente 1,6 vez registradas durante a pandemia, mas supera a média de 1,4 vez entre 2017 e 2019.
Essa medida não deve ser confundida com o dado da pesquisa de que a dívida média equivale a 5,4 vezes a renda domiciliar mensal média. Os dois cálculos usam medidas de renda e períodos diferentes. Nenhum deles corresponde à parcela da renda mensal destinada às prestações, que exige um cálculo separado.
O que as pesquisas mostram em períodos diferentes
O relatório dos primeiros seis meses do Escritório Nacional de Estatística estimou que havia 9.908.891 famílias endividadas em 2025, ou 40,7% do total. A dívida média considerando todas as famílias foi de 144.871 baht. Posteriormente, a pesquisa anual registrou 42,1% e 153.038 baht. São estimativas referentes a períodos diferentes, não contagens concorrentes para a mesma data de referência.
A sequência também mostra por que uma comparação isolada pode induzir ao erro:
- 2023: a dívida domiciliar média foi de 197.255 baht, e 47,9% das famílias tinham dívidas.
- Janeiro a junho de 2025: a dívida média foi de 144.871 baht, e 40,7% das famílias estavam endividadas.
- Janeiro a dezembro de 2025: a dívida média foi de 153.038 baht, e 42,1% estavam endividadas.
- Segundo trimestre de 2026: a dívida agregada das famílias foi de cerca de 16,4 trilhões de baht, equivalente a 85,2% do PIB.
- Fim de 2026: o Kasikorn Research Center prevê uma proporção da dívida de 84,0%.
A dívida média apurada pela pesquisa caiu 44.217 baht, ou cerca de 22,4%, entre 2023 e 2025. A parcela de famílias endividadas recuou 5,8 pontos percentuais. São melhoras reais apontadas pela pesquisa, mas elas não demonstram que todos os grupos de renda tiveram o mesmo alívio.
As médias nacionais escondem orçamentos mensais apertados
A pesquisa anual usou uma amostra de 57.600 famílias em 3.600 áreas de enumeração, em todas as províncias, abrangendo áreas urbanas e não urbanas. As entrevistas foram realizadas entre os dias 7 e 20 de cada mês, de janeiro a dezembro de 2025. Trata-se de uma pesquisa amostral nacional, não de uma contagem baseada apenas em registros de empréstimos bancários.
A definição de dívida inclui empréstimos em aberto de instituições financeiras e de pessoas de fora do domicílio, além de compras parceladas, compras a crédito, empréstimos com penhor, hipotecas e obrigações de grupos de poupança rotativa. Portanto, as estimativas da pesquisa e as estatísticas agregadas de crédito têm métodos de coleta e abrangências diferentes. Não devem ser tratadas como totais intercambiáveis.
Em 2025, a renda média superou as despesas médias em 5.888 baht por mês. Essa diferença não pode ser interpretada como a poupança em dinheiro de uma família endividada típica. Renda e despesas incluem itens recebidos em espécie, enquanto a análise dos pagamentos de dívidas se concentra nas entradas e saídas de dinheiro entre as famílias que fazem esses pagamentos.
A renda também caiu em comparação com 2023. A renda domiciliar mensal média passou de 29.030 para 28.308 baht, enquanto as despesas caíram de 23.695 para 22.420 baht. Gastos menores junto com renda menor não significam uma recuperação sustentada por rendimentos mais altos.
A distribuição da renda melhorou em alguns indicadores. A renda corrente mensal média por pessoa no grupo de domicílios de menor renda aumentou de 3.556 baht em 2023 para 4.169 baht em 2025. Sua parcela da renda corrente domiciliar subiu de 8,7% para 9,9%, enquanto a participação do grupo de maior renda caiu de 40,0% para 38,0%. Esses avanços podem coexistir com falta de dinheiro entre famílias de baixa renda que têm dívidas.
Pagamentos de dívidas consomem 40 baht a cada 100 baht ganhos
O Kasikorn Research Center analisou aproximadamente 9,9 milhões de famílias com obrigações de pagamento de dívidas, dentro do universo maior de cerca de 10,4 milhões de famílias endividadas. A proporção média do serviço da dívida foi de 26,3%. Esse indicador mede os pagamentos de dívidas como parcela da renda, e não o saldo total dos empréstimos.
Entre as famílias que ganham até 15.000 baht por mês, a proporção média chegou a 40,1%, ante cerca de 22% a 24% nos demais grupos de renda. Considerando uma renda ilustrativa de 15.000 baht, uma família que pagasse o valor médio do grupo gastaria 6.015 baht com dívidas e ficaria com 8.985 baht antes das demais despesas.
A pressão não é uniforme nem mesmo dentro dos grupos de renda. Entre todas as famílias que pagam dívidas, 15,3% destinavam mais de 40% da renda a esses pagamentos. No grupo que ganhava até 15.000 baht, essa parcela era de 23,4%. A média de um grupo e o percentual que supera um limite descrevem aspectos diferentes do peso da dívida.
A margem de caixa mede a diferença entre a renda recebida em dinheiro e as despesas pagas em dinheiro. Ela era negativa para 23,8% das famílias que pagavam dívidas. A parcela subia para 48,8% entre as que ganhavam até 15.000 baht, ante 25,0% entre as famílias com renda acima de 15.000 e de até 30.000 baht, e 7,1% entre aquelas que ganhavam mais de 50.000 baht.
Uma margem de caixa negativa não significa automaticamente que o tomador deixou de pagar uma prestação. As famílias podem cobrir a diferença usando poupanças, reduzindo gastos, recebendo ajuda ou tomando empréstimos em outro lugar. Isso significa, porém, que a renda atual em dinheiro não é suficiente para cobrir as despesas atuais, deixando menos espaço para contas médicas, consertos ou outras emergências.
Um aumento modesto nas despesas pode atingir famílias de renda média
A simulação de gastos mantém a renda e os demais fatores constantes e aumenta em 10% as despesas pagas em dinheiro. Nessa hipótese, a parcela de famílias que pagam dívidas e têm margem de caixa negativa sobe de 23,8% para 36,0%, um aumento de 12,2 pontos percentuais.
Aplicada a cerca de 9,9 milhões de famílias, essa variação resulta em aproximadamente 1,2 milhão de famílias adicionais sem renda em dinheiro suficiente. Cerca de 73% desse grupo adicional, ou aproximadamente 880.000 famílias, ganham entre 15.000 e 50.000 baht por mês. O resultado mostra que a pressão financeira pode se espalhar para além dos tomadores de empréstimos mais pobres.
Um aumento de 20% nas despesas em dinheiro levaria cerca de 2,5 milhões de famílias adicionais a uma margem de caixa negativa. Nenhuma das simulações prevê que as despesas subirão esses percentuais em 2026. São testes de sensibilidade que mostram como os orçamentos reagiriam sob hipóteses definidas, e não estimativas da probabilidade de um choque.
Danos causados por enchentes que exijam reparos em casas e bens são um possível fator, assim como custos de energia, tratamentos médicos e outras contas inesperadas. Estimativas separadas atribuídas à Universidade da Câmara de Comércio Tailandesa calculam os danos das enchentes entre 22 bilhões e 30 bilhões de baht. Essa estimativa de prejuízo econômico não pode ser simplesmente substituída pelo aumento de despesas presumido na simulação das famílias.
Quem ainda consegue tomar empréstimos e para onde vai o dinheiro
O cenário do crédito está dividido. Famílias com renda estável, dívidas existentes administráveis ou bens que possam oferecer como garantia ainda conseguem obter crédito. Quem ganha mais de 50.000 baht por mês continua tomando empréstimos para moradia, inclusive para casas e condomínios usados. Outros tomadores oferecem imóveis como garantia ou recorrem a cooperativas de poupança e casas de penhor.
Enquanto isso, os empréstimos para parcelas de veículos, atividades profissionais, educação e várias modalidades de crédito sem garantia diminuíram em relação ao ano anterior. Essa divergência costuma ser descrita como um padrão em K: diferentes grupos seguem em direções opostas, em vez de compartilhar uma recuperação ampla.
Os dados divulgados para o quarto trimestre de 2025 apontam dívida agregada das famílias de 16,443669 trilhões de baht, alta de 113,823 bilhões de baht em relação ao terceiro trimestre. A dívida com cooperativas de poupança aumentou cerca de 48,8 bilhões de baht, chegando a 2,534882 trilhões, enquanto a dívida com casas de penhor subiu aproximadamente 5,2 bilhões de baht, para 121,339 bilhões.
Esses dados indicam uma proporção da dívida sem ajuste de 86,7%, ante a estimativa de referência de 86,8% do Kasikorn Research Center para o fim de 2025. Os dados divulgados diferem em 0,1 ponto percentual, e não há uma explicação estabelecida para essa diferença. O relatório do quarto trimestre também apresenta uma proporção ajustada sazonalmente de 86,3%, abaixo dos 86,6%. O ajuste sazonal remove efeitos recorrentes do calendário, por isso essa série deve ser mantida separada da comparação sem ajuste.
A dívida para consumo pessoal era de cerca de 12,72 trilhões de baht, aproximadamente 77% do total agregado, enquanto a dívida para atividades profissionais ou geração de renda era de cerca de 2,90 trilhões de baht. A categoria de consumo inclui moradia e outras compras, portanto não se pode dizer que toda ela corresponda a empréstimos para pagar as contas do dia a dia.
Pequenos saldos informais ainda podem afetar muitas famílias
A pesquisa anual constatou que 93,4% das famílias endividadas tomaram empréstimos apenas de fontes formais, 4,6% apenas de fontes informais e 2,0% de ambas. As duas últimas categorias somavam 691.667 famílias. A dívida informal média considerando todas as famílias era de 2.272 baht, ante 150.766 baht em dívidas formais.
Uma pequena parcela do valor total da dívida não torna irrelevantes os empréstimos informais para as famílias que recorrem a eles. A análise institucional do Krungsri Research aponta o acesso limitado a assistência, a dificuldade de chegar aos tomadores e a fiscalização fraca contra empréstimos ilegais como obstáculos à solução das dívidas.
Outros dados de crédito divulgados mostram os limites para a obtenção de novos empréstimos. Apenas cerca de 5 milhões dos 27 milhões de tomadores de empréstimos da Tailândia foram considerados financeiramente saudáveis o suficiente para obter crédito adicional, aproximadamente 19%. São contagens de tomadores, não de famílias, e não podem ser comparadas diretamente com as 10,4 milhões de famílias endividadas da pesquisa.
O número de contas de serviços que permitem comprar agora e pagar depois aumentou de 620.000 em 2021 para 6,3 milhões em 2025, cerca de dez vezes o número anterior. O saldo devedor chegou a 40,7 bilhões de baht. O aumento das contas não comprova um crescimento equivalente no número de usuários individuais, pois uma pessoa pode ter várias contas.
Dívidas regionais e bens das famílias contam histórias diferentes
A pesquisa referente aos primeiros seis meses de 2025 registrou a maior dívida média regional no Nordeste, de 162.607 baht por família, ante a média nacional de 144.871 baht. A renda mensal média na região foi de 22.980 baht, abaixo dos 28.151 baht nacionais.
A ocupação também muda o quadro. Trabalhadores da agricultura, da silvicultura e da pesca gastavam 86,3% da renda com as despesas incluídas na pesquisa, ante 78,1% no país. A dívida média desse grupo era de 55.537 baht, muito abaixo dos 386.470 baht registrados entre gerentes e profissionais. Assim, um saldo devedor menor pode coexistir com um orçamento mais apertado.
A posse de bens ajuda a explicar por que alguns tomadores conseguem lidar melhor com a situação do que outros. A análise sobre o patrimônio das famílias do Krungsri Research, publicada em 1º de outubro de 2025 por Thansin Klinthanom, examinou dados de pesquisas de 2021 a 2023. Os ativos líquidos, que incluem depósitos e outros bens disponíveis para atender a necessidades financeiras, aumentaram em média 8.218 baht por família ao ano.
Entre as famílias que ganhavam menos de 20.000 baht por mês, o aumento foi inferior a 2.000 baht por ano. Entre aquelas com renda inferior a 10.000 baht, o valor dos imóveis e veículos caiu, em média, 82.294 baht por família ao ano. Esses dados dizem respeito a anos anteriores, mas apontam uma fragilidade também captada pela análise posterior da margem de caixa: reservas limitadas quando as despesas aumentam.
A mesma análise constatou que, em 2024, a renda dos trabalhadores após a correção pela inflação estava 3,2% acima do nível anterior à pandemia. Para trabalhadores que ganhavam menos de 7.800 baht por mês, ela estava 18,5% menor. Os dados sobre depósitos também se referem a contas, não a pessoas: 134.097.089 contas, ou 97,4% do total, tinham menos de 500.000 baht, e a poupança excedente desse grupo estava diminuindo.
O alívio depende da renda, além da renegociação das dívidas
O Krungsri Research argumenta que renegociar dívidas e reduzir os encargos com juros pode proporcionar alívio sem resolver a fragilidade da renda ou a instabilidade do emprego. A análise alerta que a suspensão de pagamentos pode fazer os juros continuarem acumulando, enquanto alguns programas de assistência podem deixar de fora tomadores que mantêm um bom histórico de pagamentos, mas cuja renda está piorando.
Thansin Klinthanom, autor da análise institucional, relaciona diretamente essas pressões financeiras à retomada dos gastos:
A atividade econômica doméstica e os gastos das famílias não podem se recuperar plenamente se a maioria continuar financeiramente vulnerável.
As propostas incluem empregos mais estáveis, qualificação profissional, apoio a empresas que criem postos de trabalho, maior proteção social e renegociação de dívidas de acordo com a capacidade de pagamento. São recomendações, não medidas recém-aprovadas nem compromissos anunciados.
A preocupação econômica mais ampla pode ser mensurada. O Banco da Tailândia teria alertado que a dívida das famílias pode impedir o crescimento de voltar à taxa potencial estimada de 2,7%. A previsão citada para 2026 pela Universidade da Câmara de Comércio Tailandesa é de 2,2% a 2,5%. Nenhum dos números indica quanto da perda de crescimento pode ser atribuída somente à dívida.
O próximo marco indicado é o fim de 2026, quando será possível avaliar a previsão de que a proporção da dívida chegará a 84,0%. Não foi especificada nenhuma nova audiência, votação de política pública ou data-limite para assistência. Para saber se as finanças das famílias estão melhorando, será preciso observar evidências de aumento da renda, prestações mais administráveis e reservas de caixa maiores, e não apenas uma proporção nacional mais baixa.
Principais pontos
- A dívida das famílias divulgada para o segundo trimestre de 2026 foi de cerca de 16,4 trilhões de baht, ou 85,2% do PIB.
- A pesquisa anual de 2025 estimou 10.443.678 famílias endividadas, o equivalente a 42,1% do total.
- Entre as famílias que pagam dívidas e ganham até 15.000 baht por mês, 48,8% tinham margem de caixa negativa.
- Uma simulação de aumento de 10% nas despesas levaria cerca de 1,2 milhão de famílias adicionais a um déficit de caixa, em sua maioria nos grupos de renda média.
- A dívida média apurada pela pesquisa caiu entre 2023 e 2025, mas renda, acesso ao crédito e reservas financeiras continuam desiguais.
- A previsão de que a proporção da dívida chegará a 84,0% no fim de 2026 não comprova, por si só, uma recuperação das finanças das famílias.






