Veda Ega fica em sexto e supera marca de pontos de novato enquanto Quiles conquista o título da Moto3 em Mandalika

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Veda Ega Takes Sixth and Breaks Rookie Points Mark as Quiles Wins Moto3 Title at Mandalika

Dois marcos em uma corrida em Mandalika

Veda Ega Pratama terminou em sexto lugar no Grande Prêmio da Indonésia de Moto3 neste domingo, 11 de outubro de 2026, somando 10 pontos e superando uma marca de novato da Honda Team Asia que pertencia a Ai Ogura. À frente do adolescente indonésio, o espanhol Maximo Quiles venceu sua décima corrida da temporada e garantiu o título mundial a cinco etapas do fim.

Conteúdo
  1. Dois marcos em uma corrida em Mandalika
  2. Veda transforma o sexto lugar em recorde da equipe
  3. Por que Quiles pôde decidir o campeonato antecipadamente
  4. Como Quiles escapou do pelotão
  5. Ultrapassagem na última volta define o pódio
  6. Quedas e penalidades mudam o rumo da corrida
  7. A corrida volta a volta
  8. Recordes caem enquanto a disputa pelas posições atrás do campeão se acirra
  9. Principais pontos

No Circuito Internacional Pertamina Mandalika, em Lombok Central, na província de Nusa Tenggara Ocidental, Quiles completou a prova em 32 minutos e 36,821 segundos. David Almansa terminou 2,994 segundos atrás, enquanto Veda cruzou a linha de chegada 12,017 segundos depois do vencedor.

O resultado elevou a pontuação de Veda no campeonato a 115 pontos, seis a mais que os 109 somados por Ogura em sua temporada de estreia na Moto3 com a Honda Team Asia, em 2019. Para o jovem de 17 anos, o sexto lugar em sua prova em casa também significou subir da oitava para a sétima posição na classificação do campeonato.

Quiles, por sua vez, chegou a 351 pontos, contra 219 de Almansa. Sua vantagem de 132 pontos superou os 125 ainda em disputa nas cinco corridas finais, decidindo o campeonato antes da reta final da temporada.

O relato oficial da corrida da MotoGP confirma Quiles como campeão e coloca Brian Uriarte em terceiro após uma ultrapassagem sobre Matteo Bertelle na última volta. Alguns relatos invertem essas duas posições ou divergem sobre outros detalhes da prova. O relato oficial serve de base para o pódio e para o ajuste por penalidade descrito abaixo.

Veda transforma o sexto lugar em recorde da equipe

Veda largou em sétimo e ganhou uma posição até a bandeirada. Ele disputou a prova perto da frente antes de terminar atrás de Rico Salmela, que igualou seu melhor resultado em um Grande Prêmio com o quinto lugar. A diferença entre os dois na chegada foi de 1,050 segundo, com Veda atrás do finlandês.

Os 10 pontos tiveram importância para além do resultado na corrida em casa. Veda chegou a Mandalika com 105 pontos, quatro a menos que a marca de novato de Ogura. Saiu com 115, superando esse total com cinco oportunidades ainda disponíveis para ampliar sua pontuação.

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A comparação se refere especificamente à marca de um novato da Honda Team Asia na Moto3, e não a um recorde para todos os estreantes da categoria. Ogura somou seus 109 pontos ao longo de sua temporada de estreia em 2019; Veda já superou esse total antes de concluir sua própria primeira campanha.

Sua temporada inclui dois terceiros lugares, no Brasil e na França, e três quintos lugares, na Tailândia, na Espanha e na República Tcheca. Mandalika acrescentou a essa lista mais um resultado entre os seis primeiros.

Esses resultados dão mais consistência ao recorde do que uma única boa atuação em casa. Veda conquistou pódios em duas etapas diferentes e construiu sua pontuação com resultados competitivos repetidos. O calendário restante dá a ele a chance de ampliar a nova marca da equipe, em vez de apenas mantê-la.

Por que Quiles pôde decidir o campeonato antecipadamente

Quiles chegou à etapa da Indonésia com uma vantagem, segundo relatos, de 127 pontos sobre Almansa. A vitória lhe rendeu 25 pontos, enquanto o segundo lugar deu 20 a Almansa. A diferença de cinco pontos entre os resultados dos dois aumentou a distância no campeonato para 132.

O cálculo é simples: restam cinco corridas, cada uma oferecendo no máximo 25 pontos ao vencedor. Mesmo que Almansa vencesse as cinco e Quiles não pontuasse, Almansa chegaria a 344 pontos, sete a menos do que Quiles já tem.

Assim, o título está garantido sem necessidade de recorrer a critérios de desempate. Alguns relatos indicavam que a meta era abrir 125 pontos de vantagem antes do fim de semana, mas a diferença final superou esse limite.

O piloto de 18 anos da CFMOTO Gaviota Aspar Team também chegou a dez vitórias na temporada. A MotoGP compara sua conquista do título mundial a cinco etapas do fim às de Mike Hailwood, Giacomo Agostini e Marc Marquez nas diferentes classes do campeonato. Relatos descrevem Quiles como o primeiro piloto da Moto3 a garantir o título com tanta antecedência.

Como Quiles escapou do pelotão

Segundo a MotoGP, Almansa assumiu a liderança na largada, partindo da segunda posição do grid, enquanto Quiles passou para segundo na volta de abertura. Quiles então assumiu o controle na segunda volta, enquanto a disputa atrás dele ficava cada vez mais tumultuada.

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Adrian Fernandez avançou para as posições de pódio, e Almansa chegou a cair para oitavo, segundo o relato oficial. Na quinta volta, Almansa havia recuperado o segundo lugar, ganhando outra oportunidade de perseguir seu rival pelo título.

Um erro de Quiles na curva 16 reduziu a vantagem para 1,6 segundo. Na metade da prova, o líder estava cerca de 1,5 segundo à frente de Almansa, Fernandez e Alvaro Carpe. Em seguida, Quiles voltou a ampliar a vantagem, sem deixar o grupo perseguidor se aproximar.

Na 14ª volta, um aviso por exceder os limites da pista impôs uma restrição. Esse aviso informa ao piloto que novas infrações aos limites permitidos da pista podem resultar em penalidade. Quiles ainda tinha uma vantagem de 2,8 segundos a duas voltas do fim e terminou 2,994 segundos à frente.

Os relatos divergem sobre alguns detalhes iniciais. Vários colocam Quiles em sexto no grid de largada, enquanto um deles informa que Almansa largou na pole, e não em segundo. Os relatos também situam a ultrapassagem de Quiles pela liderança na segunda ou na terceira volta. O relato da MotoGP indica que ele passou a liderar na segunda volta.

Ultrapassagem na última volta define o pódio

Atrás de Almansa, Uriarte e Bertelle disputaram o último lugar no pódio. A MotoGP afirma que Uriarte ultrapassou Bertelle na última volta, deixando o piloto da Red Bull KTM Ajo em terceiro e o da LEVELUP MTA em quarto.

A classificação detalhada da corrida dá a Uriarte uma diferença de 5,156 segundos para Quiles na chegada, e a Bertelle, de 5,250 segundos. A diferença entre eles foi de apenas 0,094 segundo, menos de um décimo.

Dois relatos, por outro lado, colocam Bertelle em terceiro e Uriarte em quarto. Isso contradiz tanto o relato da MotoGP sobre a ultrapassagem na última volta quanto a lista detalhada de resultados. O relato oficial confirma Uriarte na última posição do pódio.

Salmela terminou em quinto, com Veda em sexto. Mais atrás, o relato oficial informa que Guido Pini cruzou a linha de chegada à frente de seu companheiro de equipe na Leopard Racing, Fernandez, mas recebeu uma penalidade equivalente a uma Long Lap Penalty por cortar caminho na curva 9. Por isso, a MotoGP coloca Pini em oitavo, atrás de Fernandez.

Uma Long Lap Penalty normalmente exige que o piloto faça um percurso mais longo e demarcado ao contornar uma curva, acrescentando tempo. Uma penalidade equivalente aplica essa sanção por meio de um ajuste de tempo. Vários relatos de resultados colocam Pini em sétimo e Fernandez em oitavo, sem considerar o ajuste descrito pela MotoGP.

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Quedas e penalidades mudam o rumo da corrida

A prova atrás de Quiles teve várias quedas, retomadas e desistências. A MotoGP informa que Casey O'Gorman caiu na curva 5 na terceira volta, e seu companheiro de equipe na SIC58 Squadra Corse, Leo Rammerstorfer, sofreu uma queda em outro incidente. Ryota Ogiwara também caiu naquela volta.

Outros relatos situam essas quedas no começo da prova, na primeira volta, e não na terceira. Portanto, o momento exato é controverso, embora os relatos concordem que os dois pilotos da SIC58 e Ogiwara não concluíram a corrida.

O incidente de Carpe é outro ponto de divergência. A MotoGP diz que ele tocou na traseira de Fernandez na curva 10, na 11ª volta, caiu, voltou à pista e cometeu outro erro na curva 2 uma volta depois. Outros relatos dizem que ele abandonou após uma queda na décima volta ou quando faltavam dez voltas para o fim. A classificação detalhada o registra como não concluinte.

Adrian Cruces caiu na curva 16, mas voltou à pista e terminou em 13º, somando três pontos. Ruche Moodley também retomou a prova após uma queda e foi classificado em 20º. David Munoz abandonou após uma penalidade anterior, enquanto Joel Kelso caiu na última volta.

A classificação detalhada e outro relato completo dos resultados listam seis pilotos que não terminaram: Kelso, Carpe, Munoz, Ogiwara, O'Gorman e Rammerstorfer. Um relato informa quatro abandonos. A classificação completa confirma o total de seis.

Vários pilotos também haviam recebido punições no grid durante a classificação. Scott Ogden se recuperou de uma largada, segundo relatos, na 21ª posição para terminar em décimo. Hakim Danish, enviado ao fim do grid por andar lentamente, se recuperou para chegar em 12º.

A corrida volta a volta

O relato oficial da prova mostra como uma largada disputada se transformou em uma vitória controlada de Quiles, enquanto a última posição do pódio só foi definida na volta final.

  • Volta de abertura: Almansa lidera desde a largada e Quiles passa para segundo.
  • Segunda volta: Quiles assume a liderança enquanto disputas atrás dele afetam a posição de Almansa.
  • Terceira volta: a MotoGP registra quedas de O'Gorman, Rammerstorfer e Ogiwara, embora outros relatos as situem antes.
  • Quinta volta: Almansa se recupera para chegar a segundo e retoma a perseguição.
  • 11ª volta: Carpe cai após tocar em Fernandez, segundo a MotoGP.
  • 14ª volta: Quiles recebe um aviso por exceder os limites da pista quando lidera por cerca de dois segundos.
  • Última volta: Uriarte ultrapassa Bertelle e assume o terceiro lugar.
  • Chegada: Quiles vence e garante o título; Veda termina em sexto e chega a 115 pontos no campeonato.

A sequência mostra o contraste entre a corrida do vencedor e as disputas atrás dele. Quiles abriu distância suficiente para controlar as voltas finais, enquanto as posições de pódio e os pontos continuaram sujeitos a ultrapassagens, quedas e penalidades.

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Recordes caem enquanto a disputa pelas posições atrás do campeão se acirra

Os relatos dos resultados atribuem a Bertelle um novo recorde de volta da Moto3 em Mandalika: 1 minuto e 37,189 segundos. A marca anterior, estabelecida por Jose Antonio Rueda em 2025, era de 1 minuto e 37,225 segundos. Bertelle melhorou o recorde em 0,036 segundo.

Quiles também foi creditado com um novo recorde absoluto de volta, de 1 minuto e 36,690 segundos, no TL2, uma sessão de treinos. O tempo foi 0,332 segundo mais rápido que a marca de Fernandez em 2025, de 1 minuto e 37,022 segundos. A distinção é importante: o recorde de volta de corrida considera voltas feitas durante a prova, enquanto o recorde absoluto pode ser estabelecido em outra sessão.

No campeonato, Uriarte está em terceiro com 203 pontos, 16 atrás de Almansa e 12 à frente de Carpe, que tem 191. Marco Morelli é o quinto, com 146, seguido por Valentin Perrone, com 123, e Veda, com 115.

Um relato chama Perrone de quinto, mas a classificação detalhada o coloca em sexto. Veda está, portanto, a oito pontos do sexto lugar e a 31 do quinto, ocupado por Morelli. Atrás de Veda, Bertelle tem 109 pontos e Danish, 107, deixando apenas seis pontos entre o sétimo e o oitavo colocados.

As cinco etapas restantes serão na Austrália, na Malásia, no Catar, em Portugal e em Valência. As datas dessas provas não são especificadas aqui. Relatos também dizem que Quiles deve passar para a Moto2 com a Aspar em 2027, embora o relato oficial da corrida de Mandalika não confirme a mudança.

Para Veda, o próximo objetivo é claro: manter o sétimo lugar, diminuir a diferença de oito pontos para Perrone e continuar ampliando a pontuação de novato da Honda Team Asia. Para Quiles, o campeonato já está decidido, e as cinco corridas finais são oportunidades para acrescentar vitórias às dez que já conquistou.

Principais pontos

  • Veda Ega Pratama terminou em sexto em Mandalika e somou 10 pontos.
  • Seus 115 pontos superam a marca de 109 pontos de Ai Ogura, estabelecida em 2019 entre os novatos da Honda Team Asia na Moto3.
  • Maximo Quiles conquistou sua décima vitória em 2026 e garantiu o campeonato a cinco etapas do fim.
  • Quiles tem 132 pontos de vantagem sobre David Almansa, com apenas 125 ainda em disputa.
  • A MotoGP coloca Brian Uriarte em terceiro após uma ultrapassagem sobre Matteo Bertelle na última volta.
  • Veda está em sétimo no campeonato, a oito pontos de Valentin Perrone, sexto colocado.
  • Os relatos divergem sobre algumas posições no grid, o momento das quedas e as classificações; o relato da MotoGP inclui uma penalidade que colocou Guido Pini em oitavo.
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